Confira os Indicadores Econômicos desta sexta-feira (30/07/2021) - PNAD, PIB, Desemprego, IPC…

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Confira os principais indicadores econômicos de hoje, em destaque a taxa de desocupação (14,6%) do trimestre móvel de março a maio de 2021 manteve estabilidade em relação ao trimestre de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021 (14,4%) e alta de 1,7 p.p. ante o mesmo trimestre de 2020 (12,9%).

Brasil

  • Setor público consolidado registrou déficit nominal de R$ 75,6 bilhões em junho

O setor público consolidado – que inclui governo central, administrações regionais e as estatais – registrou déficit nominal de R$ 75,6 bilhões em junho, uma redução de 64% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados divulgados pelo Banco Central.

Levando em consideração apenas o governo central, o déficit nominal atingiu R$ 81,3 bilhões, uma queda de 61,8% em relação a junho de 2020. O resultado reflete déficit de R$ 103,4 bilhões no governo federal (-51,9%) e saldo positivo de R$ 22,1 bilhões no Banco Central(+953,8%).

O resultado nominal dos governos regionais foi um superávit de R$ 4,8 bilhões, composto por um saldo positivo de R$ 4,3 bilhões nas administrações estaduais e por um superávit de R$ 491 milhões nos governos municipais.

  • PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 14,6% no trimestre encerrado em maio

A taxa de desocupação (14,6%) do trimestre móvel de março a maio de 2021 manteve estabilidade em relação ao trimestre de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021 (14,4%) e alta de 1,7 p.p. ante o mesmo trimestre de 2020 (12,9%).

A população desocupada (14,8 milhões de pessoas) se manteve estável ante o trimestre terminado em fevereiro de 2021 (14,4 milhões de pessoas) e subiu 16,4% (mais 2,1 milhões de pessoas) frente ao mesmo trimestre móvel de 2020 (12,7 milhões de pessoas). A população ocupada (86,7 milhões de pessoas) cresceu 0,9% (mais 809 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior e ficou estável frente ao mesmo trimestre de 2020.

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) chegou a 48,9%, ficando estável frente ao trimestre móvel anterior (48,6%) e caindo 0,6 p.p. ante igual trimestre de 2020 (49,5%). A taxa composta de subutilização (29,3%) ficou estável frente ao trimestre móvel anterior (29,2%) e subiu 1,9 p.p. frente ao mesmo trimestre de 2020 (27,5%).

Europa

  • PIB da Alemanha subiu 1,5% no segundo trimestre de 2021

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha subiu 1,5% no segundo trimestre deste ano na comparação com o trimestre anterior, em dados ajustados para efeitos sazonais e de calendário. As informações são da leitura revisada divulgada pelo escritório oficial de estatísticas do país.

Na comparação com o segundo trimestre de 2020, o PIB avançou 9,2%, em dados com ajuste para efeitos de calendário. Sem esses ajustes, o PIB teve alta de 9,6%.

No primeiro trimestre deste ano, a economia alemã havia recuado 2,1% em base trimestral, de 3,1% em base anual com ajuste e 3,4% em base anual sem ajustes, segundo dados revisados.

  • Índice de preços ao consumidor da zona do euro subiu 2,2% em julho

O índice de preços ao consumidor dos países que compõem a zona do euro subiu 2,2% em julho na comparação com o mesmo período de 2020, após a alta de 1,9% de junho, segundo dados preliminares divulgados pela agência de estatísticas Eurostat.

O núcleo do índice, que exclui do cálculo os preços de energia, alimentos, álcool e tabaco, subiu 0,7% em julho em base anual, após a alta de 0,9% de junho. Os preços de alimentos, álcool e tabaco subiram 1,6% em julho, após a alta de 0,5% em junho, e os preços de energia avançaram 14,1%, após a alta de 12,6% no mês anterior.

Na comparação mensal, o índice de preços ao consumidor da zona do euro caiu 0,3% em julho, enquanto o núcleo do índice teve queda de 0,4%. Os preços dos alimentos, álcool e tabaco ficaram estáveis, e os de energia cresceram 1,8%.

  • PIB da zona do euro cresceu 2,0% no segundo trimestre de 2021

O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 2,0% no segundo trimestre de 2021 ante o primeiro trimestre, segundo a primeira leitura do dado divulgada nesta sexta-feira (30) pela agência de estatísticas Eurostat.

O resultado veio acima da expectativa de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam alta de 1,5% da atividade no período. Na comparação anual, o PIB da zona do euro subiu 13,7% entre abril e junho, ante previsão de avanço de 13,2%.

  • Taxa de desemprego da zona do euro caiu para 7,7% em junho

A taxa de desemprego da zona do euro caiu de 8,0% em maio para 7,7% em junho, segundo dados com ajustes sazonais divulgados nesta sexta-feira, 30, pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.

O resultado de junho ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam o desemprego em 7,9%. A Eurostat estima que havia 12,517 milhões de desempregados na zona do euro em junho. Em relação a maio, o número de pessoas sem emprego na região teve queda de 423 mil.

Já o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro acelerou de 1,9% em junho para 2,2% em julho, no acumulado em 12 meses, segundo dados preliminares divulgados hoje pela Eurostat.

Estados Unidos

  • Índice de confiança do consumidor de Michigan caiu para 81,2 pontos em julho

O índice de confiança do consumidor dos Estados Unidos, medido pela Universidade de Michigan e pela Thomson Reuters, caiu para 81,2 pontos em julho, depois dos 85,5 pontos de junho, de acordo com dados revisados.

A leitura preliminar havia mostrado alta para 80,8 pontos em julho. Analistas esperavam o mesmo número para a leitura revisada.

  • Índice do Instituto de Gerência e Oferta de Chicago subiu a 73,4 pontos em julho

O índice do Instituto de Gerência e Oferta (ISM, na sigla em inglês) sobre a atividade industrial da região de Chicago subiu a 73,4 pontos em julho, depois de marcar 66,1 pontos em junho (número revisado). Analistas esperavam baixa para 64,1 pontos em julho. Números acima de 50 representam expansão da atividade, enquanto valores menores sugerem contração.

  • Índice de preços para os gastos pessoais nos EUA avançou 0,5% em junho

A renda dos norte-americanos em junho subiu 0,1% em relação a maio, uma alta de US$ 26,1 bilhões em termos absolutos, segundo dados divulgados pelo Departamento do Comércio dos Estados Unidos. Os gastos pessoais (PCE, na sigla em inglês) subiram 1,0% na mesma base de comparação, uma alta de US$ 155,4 bilhões.

Em maio, a renda caiu 2,2% ante abril e os gastos tiveram queda de 0,1%, segundo dados revisados. Analistas esperavam baixa de 0,2% na renda e avanço de 0,7% nos gastos em junho em comparação com o mês anterior.

A renda pessoal menos o pagamento de impostos (DPI, ou Disposable Personal Income) regrediu menos de 0,1%, uma baixa de US$ 2,6 bilhões, em junho ante maio. O volume de poupança dos norte-americanos foi de US$ 1,70 trilhão em junho, o que representa 9,4% da DPI.

Ásia

  • Taxa de desemprego no Japão caiu para 2,9% em junho

A taxa de desemprego no Japão caiu para 2,9% em junho, depois de marcar 3,0% em maio, na primeira queda desde março, segundo dados divulgados pelo Ministério de Assuntos Internos e Comunicações. A previsão era de 3,0% em junho.

O ministério estimou em 2,06 milhão o número de pessoas desempregadas em junho, alta de 110 mil pessoas, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O número de pessoas empregadas foi estimado em 66,92 milhões, ou 220 mil pessoas, ante junho de 2020.

  • Produção industrial do Japão subiu 22,6% em junho na comparação com o mesmo mês de 2020

O índice que mede a produção industrial do Japão subiu 22,6% em junho na comparação com o mesmo mês de 2020. Ante maio, o indicador avançou 6,2%, em termos sazonalmente ajustados. Os dados preliminares foram divulgados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão.

Os embarques das indústrias subiram 4,3% em relação a maio e mostraram alta de 18,7% na comparação com junho do ano anterior. Já os estoques tiveram alta de 2,3% na comparação mensal e queda de 4,8% na anual. O Ministério prevê ainda que a produção das indústrias deve recuar 1,1% em julho e subir 1,7% em agosto, em termos de comparação mensal.

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