Dori Alimentos entra com pedido de oferta inicial de ações na CVM

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A Dori Alimentos entrou com pedido da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3, que inclui uma venda primária de ações, onde os recursos vão para o caixa da empresa, que faz snacks e doces, e uma venda secundária, onde o fundo de private equity Acon Investments deve vender parte de suas ações, por meio da CandyCo Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, que detém 30,5% da empresa.

Os recursos captados na oferta primária vão para o pagamento de debêntures privadas e para sustentar o plano de crescimento orgânico da Dori, incluindo o desenvolvimento de novas linhas e o aprimoramento de canais de venda, de acordo com o prospecto.

Na parte das dívidas, a empresa informa que tem uma debêntures com saldo devedor de R$ 120 milhões, que pretende quitar integralmente com recursos do IPO. Esta foi a segunda emissão da empresa, lançada em setembro do ano passado e que vencem em 2025.

A Dori foi fundada em Marília, no interior de São Paulo, em 1967 pela família Barion, que controla a empresa. A companhia é dona de marcas como Disqueti, o amendoim japonês Dori e as balas Gomets.

A empresa ressalta que uma das tendências do mercado é a busca por opções de lanche sem glúten, sem lactose, sem gordura e com certificado vegano. A empresa até informa no prospecto que é alvo de uma ação na Justiça, de 2016, por não informar em suas embalagens os potenciais danos do consumo de glúten.

O IPO da Dori é coordenado por Itaú BBA, JPMorgan, XP e Banco Safra.

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