Neoenergia compra da Previ participações na Coelba, Cosern e Afluente T

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A Neoenergia comprou da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) fatias em suas controladas Coelba, Cosern e Afluente T. No caso da Coelba foram adquiridas 4,6% milhões de ações ON e 1,3 milhões de papéis PN classe A, que correspondem a 2,29% do capital social, por R$ 181,4 milhões.

O comunicado foi feito (BOV:NEOE3) nesta sexta-feira (17).

Já da Cosern, a Neoenergia comprou 1,8 milhão de ações ON, 359 mil ações PN classe A e 382 mil papéis PN classe B, correspondentes a 1,54% do capital social total da companhia, por R$ 32,7 milhões. Já pelo 1,4 milhão de ações ON da Afluente T a empresa vai pagar R$ 6,2 milhões, quantidade correspondente a 2,29% do capital social e votante da Afluente T.

A Neoenergia informou que o fechamento do negócio depende do cumprimento de determinadas obrigações, usuais nesse tipo de operação.

Neoenergia registra lucro líquido de R$ 1 bilhão no 2T21, crescimento de 137% na comparação anual

A Neoenergia abriu a temporada de balanços do segundo trimestre de 2020. A companhia de energia elétrica registrou um lucro líquido de R$ 1,02 bilhão, crescendo 137% na base anual.

A empresa tem, entre os seus destaques operacionais, a retomada do consumo do comércio e da indústria, uma vez que no segundo trimestre do ano passado estes setores foram duramente impactados pelas medidas de restrição impostas no controle à pandemia do coronavírus.

Ao considerar a energia cativa distribuída para o setor industrial, ou seja, aquela que é imposta por um regime de concessão, e a que é vendida no mercado livre, o avanço foi de 27,8% no ano. No setor comercial, a classe cativa avançou 10,8%.

A receita líquida consolidada da Neoenergia foi de R$ 9,5 bilhões, ante R$ 6,5 bilhões no mesmo período do ano passado. Alta de 45%.

Além da reabertura, a margem bruta da Neoenergia, que foi de R$ 3,21 bilhões, foi muito impulsionada pelos vários reajustes tarifários. As subsidiárias Coelba, Cosern, Celpe e Elektro puderam, após liberação da Aneel, reajustar suas taxas em mais de 8%.

Informações Infomoney

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