Petróleo fecha em alta, com renovadas preocupações com a oferta e a despeito dos receios com uma recessão global e da alta do dólar

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As cotações do petróleo voltaram a subir hoje com renovadas preocupações com a oferta e a despeito dos receios com uma recessão global e da alta do dólar. Há interrupções na produção da Líbia, Noruega e Equador.

Na Líbia, onde a situação é mais grave, a produção caiu 865 mil bpd depois que a autoridade local declarou força maior em dois portos e em um campo de extração. Já a Noruega está produzindo 4% menos por causa de uma greve. Isso se soma à atual dificuldade dos grandes fornecedores da commodity em suprir o mercado.

A Reuters informou que em junho a Opep produziu 100 mil bpd menos que em maio, em vez de aumentar 275 mil bpd como planejado. Já os dez países de fora do cartel principal, mas que fazem parte da Opep+ aumentaram a produção em apenas 20 mil bpd, de 157 mil bpd planejados.

Por isso, os anúncios mensais de aumento da oferta pelos países do grupo, como o de ontem, têm sido considerados “simbólicos”.

No fechamento, o Brent para setembro subiu 2,38%, a US$ 111,63 por barril, na ICE. Na semana, avançou 2,3%. O WTI para agosto ganhou 2,52%, a US$ 108,43 por barril, na Nymex. Na semana, tem alta de 0,75%.

Informações BDM

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