Mercado Livre vai expandir o comércio de criptomoedas na América Latina

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O Mercado Livre (NASDAQ:MELI), maior empresa de comércio eletrônico da América Latina em valor de mercado, planeja expandir seu recurso de negociação de criptomoedas em toda a região após um início bem-sucedido no Brasil.

O MercadoLibre Inc também é negociado na B3 através do ticker (BOV:MELI34).

Em dezembro, os usuários do Mercado Pago, a carteira digital do Mercado Livre, foram autorizados a comprar e vender bitcoin, Ether e a stablecoin Pax dollar (USDP) aqui no Brasil após uma integração com a infraestrutura blockchain da Paxos.

“Estaremos expandindo na região a possibilidade de comprar, vender e manter criptomoedas em sua conta”, disse o diretor \de fintech do Mercado Livre, Osvaldo Gimenez, ao jornal espanhol El País. “Funciona com bitcoin, com ethereum e com uma moeda estável que reflete o valor do dólar”, acrescentou.

O recurso de negociação de criptomoedas da empresa ficou disponível no Brasil em dezembro e atingiu 1 milhão de usuários dois meses depois, de acordo com a história. No mês passado, o Nubank, o maior banco digital brasileiro em valor de mercado, disse que atingiu 1 milhão de usuários em sua plataforma de negociação de criptomoedas apenas um mês após seu lançamento em junho.

“É uma oportunidade alternativa de investimento que achamos muito interessante e gera muito interesse dos usuários”, disse Gimenez. “Num momento em que o dólar vem se valorizando, os investimentos que os usuários têm conosco são pequenos e para nós, é mais uma forma de diversificar seu portfólio.”

O Mercado Livre possui bitcoin, tendo divulgado uma compra de US$ 7,8 milhões em maio de 2021. Em janeiro deste ano, a empresa anunciou um investimento na 2TM – holding da maior exchange de criptomoedas do Brasil, o Mercado Bitcoin – e na empresa de infraestrutura blockchain Paxos.

Com informações de CoinDesk

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