MicroStrategy explorou opções de arte a imóveis antes da compra do Bitcoin, diz novo CEO

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O novo CEO da MicroStrategy (NASDAQ:MSTR), Phong Le, apoiou a decisão de Michael Saylor de manter o bitcoin no balanço da empresa.

Falando terça-feira (09) em uma conferência patrocinada pelo banco de investimento Canaccord Genuity, Le disse que antes de comprar bitcoin (BINA:BTCUSDT) em agosto de 2020, a MicroStrategy considerava comprar títulos do Tesouro, títulos corporativos, ouro, commodities, imóveis e até obras de arte.

Os ativos digitais, no entanto, continuaram aparecendo nas conversas da administração, disse Le. “Nós, em nosso núcleo, somos inventores, somos inovadores”, disse ele, explicando por que o bitcoin venceu.

Le lembrou ao público que, em setembro de 2020, a MicroStrategy realizou um leilão holandês, oferecendo aos investidores não interessados ​​na estratégia bitcoin uma saída por meio de um prêmio de 15% sobre o preço das ações na época. Apenas US$ 60 milhões em ações foram licitados, muito abaixo dos US$ 250 milhões que a empresa esperava, disse Le.

Le disse que a estratégia do bitcoin aumentou as ações e o volume de negócios e ajudou a MicroStrategy a fazer a transição de ser apenas uma “empresa de software adormecida”.

A empresa agora possui cerca de 129.000 bitcoins, ou quase US$ 3 bilhões ao preço atual de US$ 23.000.

Le foi transferido para o cargo de CEO da MicroStrategy na semana passada depois que Saylor deixou o cargo para se tornar presidente executivo, com foco exclusivo na estratégia de bitcoin da empresa.

A MicroStrategy também é negociada na B3 através do ticker (BOV:M2ST34).

Com informações de CoinDesk

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