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BlackRock supera expectativas de lucro no segundo trimestre e mantém foco no crescimento

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A BlackRock (NYSE:BLK), a maior gestora de ativos do mundo, divulgou os resultados financeiros do segundo trimestre de 2023 na sexta-feira (14), superando as expectativas.

A BlackRock também é negociada na B3 através do ticker (BOV:BLAK34).

A recuperação do mercado impulsionou os ativos sob gestão, apesar das entradas líquidas ficarem abaixo das projeções.

No período, a BlackRock reportou ganhos ajustados de US$ 9,28 por ação, em comparação com US$ 7,36 do mesmo período do ano anterior. A receita trimestral foi de US$ 4,46 bilhões, uma leve queda de 1% em relação ao ano anterior.

Os analistas de Wall Street esperavam ganhos de US$ 8,52 por ação e receita de US$ 4,47 bilhões, de acordo com a FactSet.

A empresa registrou entradas líquidas totais de US$ 190 bilhões no primeiro semestre de 2023, liderando o setor, incluindo US$ 80 bilhões no segundo trimestre. O CEO Larry Fink destacou o forte desempenho de investimento e parcerias sólidas com os clientes como impulsionadores do crescimento sustentado.

A empresa encerrou o segundo trimestre com ativos sob gestão de US$ 9,43 trilhões, superando as expectativas dos analistas de US$ 9,37 trilhões. Os ativos cresceram US$ 831 bilhões desde o final de 2022, impulsionados pelo crescimento orgânico consistente e movimentos favoráveis do mercado e câmbio.

A BlackRock continuou a atrair clientes patrimoniais e institucionais em todas as regiões, gerando entradas líquidas significativas em ETFs (Exchange-Traded Funds) no valor de US$ 48 bilhões, em dinheiro no valor de US$ 23 bilhões e em ativos no valor de US$ 4 bilhões.

Os fluxos de capital para o mercado de títulos foram impulsionados por uma parte substancial das entradas da BlackRock. Com o aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve, os retornos de renda fixa estão em seu nível mais alto em anos. Espera-se que o fluxo de capital para o mercado de títulos continue acelerando, o que beneficia a BlackRock.

Os analistas estão otimistas em relação à BlackRock, elevando seus preços-alvo. A empresa é vista como equilibrada e resiliente devido à diversidade de seus produtos. Além disso, há oportunidades de crescimento por meio de ativos privados e expansão internacional.

A BlackRock também está chamando a atenção por seu pedido à Securities and Exchange Commission (SEC) para lançar um ETF (Exchange-Traded Fund) de Bitcoin. Especialistas acreditam que a empresa tem boas chances de obter a aprovação da SEC devido a um mecanismo que permite o rastreamento de transações suspeitas de negociação de Bitcoin.

Apesar dos ventos favoráveis, os investidores estão monitorando a reação da BlackRock ao movimento “anti-woke”, no qual legisladores republicanos pedem às entidades estatais que cortem laços com empresas que considerem fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) em suas decisões de negócios e investimentos. O CEO Larry Fink tem sido alvo de críticas por seu apoio a estratégias de investimento que levam em consideração os riscos ESG.

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