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Com debate fiscal, Treasuries e petróleo no radar, Dólar e DIs operam em leve queda

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Os contratos futuros do dólar americano e das taxas de juros foram negociados sem uma direção clara na segunda-feira, em meio a flutuações nos títulos do Tesouro dos EUA e ao foco nos debates fiscais internos. O mercado também acompanha de perto os movimentos dos preços do petróleo e os dados da atividade económica da China, que podem impactar a moeda brasileira.

Por volta das 9h30, o dólar à vista caía 0,18%, a R$ 4,8933, enquanto o mercado futuro registrava queda de 0,06%, a R$ 4,896.

Entre uma cesta de 23 moedas monitoradas pelo Mover, o dólar americano enfraqueceu em relação a 17, em linha com a tendência observada em relação aos seus pares na semana passada. A taxa de câmbio permanece entre R$ 4,85 e R$ 5,00, à medida que os investidores tentam antecipar a continuação das altas taxas de juros nos Estados Unidos e da taxa Selic terminal no Brasil, após o fim do ciclo de redução das taxas.

O petróleo Brent caiu mais de 1,00% pela manhã, ampliando as perdas da semana anterior. As atenções estão voltadas para a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (OPEP+), marcada para quinta-feira, em meio a rumores de que a Arábia Saudita poderá não aumentar os cortes na oferta, o que poderá reduzir ainda mais o preço da commodity.

Na Ásia, os mercados fecharam em baixa, com um olhar atento para a China, que voltou a mostrar fraqueza económica, com os lucros industriais a registarem uma queda de 7,8% em Outubro.

No cenário doméstico, os contratos futuros de taxas de juros também oscilaram próximos à estabilidade, com leve viés de baixa, acompanhando o movimento dos títulos do Tesouro dos EUA. O rendimento das notas do Tesouro dos EUA a dez anos começou o dia a subir, tal como aconteceu na sexta-feira, mas depois inverteu o curso e começou a cair, o que puxou os rendimentos brasileiros para baixo.

À data referida, os contratos de futuros de taxas de juro com maturidade em janeiro de 2025 e janeiro de 2027 registaram uma descida de 1,5 pontos base e 4,0 pontos base, respetivamente, fixando-se em 10,44% e 10,31%. O contrato de janeiro de 2031 caiu 3,0 pontos base, para 10,97%.

No front local, os investidores aguardam o anúncio da receita total do governo em outubro, em meio a incertezas sobre a obtenção de um déficit zero até 2024. Além disso, embora Haddad tenha indicado que alguns setores da economia serão compensados ​​pelo veto de Lula aos cortes de impostos sobre a folha de pagamento , a expectativa é que o Congresso derrube a medida, segundo a Folha de S.Paulo.

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