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Goldman Sachs integra inteligência artificial em diversos projetos internos

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O Goldman Sachs (NYSE:GS) está desenvolvendo cerca de doze projetos que visam integrar a inteligência artificial gerativa em suas práticas comerciais. Isso foi revelado por um executivo sênior da instituição financeira durante a conferência Reuters NEXT, realizada em Nova York na quinta-feira.

O Goldman Sachs também é negociado na B3 através do ticker (BOV:GSGI34).

Entre os projetos mais avançados, destacam-se a elaboração de códigos por meio de comandos em inglês e a geração automatizada de documentação, conforme informou George Lee, co-chefe do escritório de inovação aplicada do Goldman.

Nenhum desses projetos tem interação direta com os clientes, como na oferta de conselhos financeiros, devido à natureza regulamentada dos serviços financeiros, acrescentou Lee.

Lee, que também lidera o novo instituto global do Goldman, oferecendo conselhos aos clientes sobre a interseção de geopolítica, tecnologia e mercados, enfatizou que a empresa está procedendo de maneira deliberada, cuidadosa e pensada.

As empresas, incluindo os bancos, estão explorando as vantagens potenciais que a IA gerativa pode oferecer aos seus negócios, mas também enfrentam desafios na gestão dessa nova tecnologia.

Enquanto isso, o rival Morgan Stanley (MS, MSBR34) está implementando um bot de IA gerativa para auxiliar consultores financeiros a encontrar pesquisas ou analisar milhares de formulários. A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a OpenAI, criadora do ChatGPT.

O JPMorgan Chase (JPM, JPMC34) também está criando softwares que utilizam IA para selecionar investimentos.

Lee mencionou na conferência Reuters NEXT que, embora a tecnologia e seu potencial sejam empolgantes, ainda é necessário um “humano no loop” para gerenciar as atividades e intervir quando necessário.

A capacidade da IA gerativa de responder a questões financeiras implica que os profissionais de consultoria precisam elevar o nível dos serviços prestados para justificar as taxas cobradas aos clientes.

Lee destacou que a IA gerativa é um fator motivador interessante para as empresas reconhecerem a necessidade de melhorar os serviços oferecidos aos clientes.

A IA gerativa tem atraído grande interesse dos investidores, que buscam apoiar empresas na vanguarda dessa inovação tecnológica. Contudo, diferentemente de outras ondas de investimento em setores de ponta, os capitalistas de risco enfrentam um cenário onde gigantes tecnológicos já estão envolvidos nas primeiras plataformas, limitando suas opções de investimento.

Lee observou que há um dilema real para os capitalistas de risco sobre onde e como investir nesse campo, uma vez que, no início, as grandes empresas parecem ser as principais beneficiárias. “Estamos em uma fase inicial, mas à medida que as coisas evoluem, haverá mais oportunidades empolgantes para os capitalistas de risco, embora isso seja um assunto controverso no Vale do Silício no momento”, concluiu Lee.

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