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Dívida pública sobe 2,48% em novembro, a R$6,325 tri, diz Tesouro

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A dívida pública federal do Brasil alcançou R$6,325 trilhões em novembro, um aumento de 2,48% em relação ao mês anterior, conforme reportado pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira. Desse total, R$6,075 trilhões são de dívida mobiliária interna e R$250,05 bilhões de dívida externa.

Em novembro, as emissões do Tesouro somaram R$133,99 bilhões, enquanto os resgates totalizaram R$24,72 bilhões, resultando em uma emissão líquida de R$109,26 bilhões referentes à Dívida Pública Mobiliária Federal Interna.

Os títulos atrelados à taxa básica de juros aumentaram para 39,38% em novembro, comparado a 39,19% em outubro, mantendo-se como a maior parte da dívida pública. Já a porcentagem de títulos prefixados subiu para 26,20% no período, ante 25,98% no mês anterior.

Por outro lado, os títulos indexados à inflação diminuíram para 30,27% em novembro, de 30,65% em outubro. A participação de investidores estrangeiros na dívida mobiliária interna caiu para 9,94% em novembro, frente a 10,18% em outubro.

O Tesouro Nacional reportou um aumento de 11,43% na reserva de liquidez, que passou de R$815,6 bilhões em outubro para R$908,8 bilhões em novembro. Segundo o órgão, o nível atual é suficiente para cobrir os vencimentos dos próximos 8,34 meses.

Destaca-se que os meses de janeiro, março, abril e julho de 2024 terão vencimentos estimados em R$742,1 bilhões.

No que diz respeito ao desempenho de dezembro, o Tesouro apontou um aumento no apetite ao risco. O órgão também observou que a elevação da nota de crédito do Brasil pela S&P, de “BB-” para “BB” com perspectiva estável, contribuiu para a redução das taxas de juros de longo prazo no mercado.

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