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Bolsas mundiais cedem enquanto mercado diminui as apostas com o corte dos juros

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Bem-vindo à sua leitura matinal de cinco minutos de como os mercados estão reagindo ao redor do mundo nesta manhã.

ÁSIA: As principais bolsas asiáticas fecharam em queda nesta quarta-feira, depois que comentários de uma autoridade do Fed prejudicaram o otimismo dos investidores para cortes rápidos e acentuados de juros por parte do Fed este ano.

O índice Hang Seng de Hong Kong despencou 3,71% na quarta-feira, fechando em 15.276,90 pontos, seu nível mais baixo desde novembro de 2022.

Na China continental, o índice CSI 300, que agrupa as maiores empresas listadas em Shanghai e Shenzhen, caiu 2,18%, fechando em 3.229,08 pontos, seu nível mais baixo em quase cinco anos, depois que o crescimento do PIB da China no quarto trimestre não superou as expectativas. A economia do país cresceu 5,2% no período de outubro a dezembro do ano passado, segundo o Departamento Nacional de Estatísticas da China na quarta-feira, ficando aquémm das estimativas de um crescimento de 5,3% previsto por economistas. O PIB aumentou 5,2% em todo o ano de 2023.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 2,47%, para terminar em 2.435,90 pontos, o nível mais baixo desde 14 de novembro.

O Nikkei do Japão caiu 0,4%, para 35.477,75 pontos, estendendo as perdas pelo segundo dia consecutivo depois de atingir a máxima de 33 anos na segunda-feira. O sentimento empresarial dos grandes fabricantes japoneses caiu em janeiro caiu para +6, abaixo dos +12 seis pontos em Dezembro, a primeira vez em quatro meses, enquanto o índice do setor dos serviços cresceu para +29 em Janeiro, face aos +26 no mês anterior, de acordo com a pesquisa mensal Reuters Tankan. A pesquisa mensal da Reuters acompanha a pesquisa trimestral Tankan oficial do Banco do Japão e é calculada subtraindo a porcentagem dos pessimistas dos otimistas. Um número positivo significa que os otimistas superam os pessimistas e vice-versa. A Reuters disse que a pesquisa ressaltou preocupações sobre a fraca demanda externa, especialmente da China.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu pelo quarto dia, com queda de 0,29% e fechando em 7.393,10 pontos, com apenas três dos 11 setores negociando no verde. O setor de energia liderou as quedas. Os pesos pesados Woodside e Santos registraram queda de 1,35% e 0,78%, Ampol perdeu 0,36%, enquanto as produtoras de carvão Whitehaven Coal e Yancoal recuaram 2,11% e 1,5%, respectivamente.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em território negativo na quarta-feira, enquanto o foco regional permanece no Fórum Econômico Mundial que se realiza esta semana em Davos, na Suíça.

O índice Stoxx 600 cai 1% na sessão matinal. Destaque para as baixas das ações do setor de mineração, energia e varejo.

O alemão DAX 30 cai 1% e o francês CAC 40 recua 1,1%.

Em Londres, o FTSE 100 tomba 1,6%. A inflação no Reino Unido surpreendeu com um aumento para 4% em termos anuais em Dezembro. Economistas previam um declínio modesto no índice anual de preços ao consumidor para 3,8%, após a queda mais acentuada do que o esperado em novembro para 3,9%. Em termos mensais, o IPC aumentou 0,4%, acima da previsão consensual de 0,2% e acima dos -0,2% em Novembro. A leitura do núcleo do IPC, que exclui os preços voláteis de alimentos, energia, álcool e tabaco, atingiu um valor anual de 5,1%, acima da previsão de 4,9% e inalterado em relação a novembro. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American cai 2,4%, Antofagasta tomba 3%, enquanto as gigantes BHP e Rio Tinto recuam 1,9% e 1,7%, respectivamente. A petrolífera BP cai 1,3%.

Knot também disse que BCE manterá o seu plano de redução da inflação, enquanto luta contra os riscos do mercado de trabalho apertado e da incerteza geopolítica no Mar Vermelho, que concorda com aqueles que dizem que não serão necessários mais aumentos nas taxas. A taxa básica do BCE está atualmente na máxima histórica de 4%. Ele acrescentou que diante à crescente manifestação de riscos para a inflação, preferiria prolongar o tempo em que as taxas são mantidas mais altas, mas isso pode implicar que o primeiro corte venha mais tarde do que o previsto atualmente”.

O presidente do banco central holandês, Klaas Knot e membro do Banco Central Europeu, falando no Fórum Econômico Mundial em Davos, disse que os mercados estão “se adiantando” com as expectativas de corte das taxas. “O problema no final para nós é que isso pode se tornar contraproducente. Estamos otimistas de que temos uma perspectiva de um retorno da inflação para 2% em 2025, mas ainda há muito a percorrer para que isso aconteça”. “Subjacente a essa projeção está uma trajetória de taxa de juros assumida que contém significativamente menos flexibilização do que atualmente incorporada nos preços de mercado. Portanto, corre o risco de se tornar autodestrutivo” e o banco central da zona euro analisou as condições financeiras gerais e que “quanto mais flexibilização o mercado já tiver feito por nós, menor será a probabilidade de cortarmos as taxas”.

Os responsáveis ​​do BCE presentes em Davos deste ano rejeitaram largamente as expectativas do mercado de cortes nas taxas de juro a partir da Primavera. O lider do banco central austríaco, Robert Holzmann, um “arqui-halkish” do BCE, comentou na segunda-feira que havia ameaças ao quadro inflacionário que poderiam significar que as taxas não cairiam totalmente este ano, mas o seu colega mais pacifista, o chefe do banco central de Portugal, Mário Centeno, pintou um quadro otimista da trajetória da inflação.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, falará às 12h15.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA caem nas negociações de pré-mercado, estendendo as perdas do início ds semana de negociações encurtada pelo feriado de segunda-feira.

As bolsas terminaram em baixa durante a sessão regular de terça-feira, com a temporada de balanços do quarto trimestre ganhando força e o rendimento da nota do Tesouro de 10 anos voltando acima de 4%, após comentários do governador do Federal Reserve, Christopher Waller, em discurso na Brookings Institution, alertando que a flexibilização da política monetária pode ocorrer mais lentamente do que o previsto. “Enquanto a inflação não se recuperar e permanecer elevada, acredito que o FOMC será capaz de reduzir a meta para a taxa de fundos federais este ano”. “Quando chegar o momento certo para começar a reduzir as taxas, acredito que pode e deve ser reduzido metodicamente e com cuidado”, acrescentou. “Em muitos ciclos anteriores, os cortes nas taxas foram reativos e fizeram de forma rápida e muitas vezes em grandes quantidades. Neste ciclo, no entanto, não vejo razão para agir tão rapidamente ou cortar tão rapidamente como no passado”.

O Dow Jones caiu 0,62%, fechando em 37.361,12 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 0,37%, em 4.765,98 pontos e Nasdaq Composite caiu 0,19%, para 14.944,35 pontos.

O rendimento do Tesouro de 10 anos subia para 4,0694% na manhã de quarta-feira, depois de oscilar em torno da marca de 4% durante grande parte da semana passada, com os investidores se concentrando em novos dados e comentários dos membros do Federal Reserve.

Os investidores estão aguardando os dados das vendas no varejo de Dezembro, que será divulgados às 10h30, o que poderá alimentar receios de recessão e preocupações sobre o crescimento económico se os gastos dos consumidores nos EUA arrefecerem. Economistas esperam que as vendas no varejo aumentem 0,4% em dezembro, ligeiramente acima dos 0,3% em novembro.

Até agora, os traders estão apostando numa probabilidade de cerca de 65% de que o Federal Reserve comece a cortar as taxas em março, à medida que aumentam as esperanças de uma mudança de direção, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

A temporada de balanços do quarto trimestre ganham força esta semana e podem servir como o próximo grande teste para o mercado que pode ditar a configuração para 2024. Os investidores já se debruçaram sobre os resultados dos principais bancos, incluindo Goldman Sachs,Morgan Stanley e Bank of America. Nesta quarta-feira, espera-se os resultados do Charles Schwab, U.S. Bancorp e Prologis.

Ainda na agenda econômica de hoje, a Produção Industrial e a taxa de utilização sairão às 11h15, o Índice do Mercado Imobiliário NAHB e o inventário empresarial do Federal Reserve para novembro serão divulgados às 12h00. A tarde, as atenções se voltam para o Livro Bege que está programado para sair às 16h00.

Entre as autoridades do Fed, Michael Barr e Michelle Bowman, membros do FOMC, falarâo às 11h00 em eventos distintos, enquanto o presidente e CEO do Federal Reserve Bank de Nova York, John Williams discursará às 17h00.

CRIPTOMOEDAS:
Bitcoin: -0,53% em US $ 42.708,20
Ethereum: +0,13% em US $ 2.549,07

ÍNDICES FUTUROS – 7h30:
Dow: -0,40%
S&P 500: -0,40%
NASDAQ: -0,59%

COMMODITIES:
MinFe: -0,75%
Bent: -1,74%
WTI: -1,94%
Soja: -0,41%
Ouro: +0,02%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.

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