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Ibovespa cai 0,87%, impulsionado pela divulgação de dados da inflação nos Estados Unidos

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O Ibovespa encerrou em queda o último pregão de fevereiro, impulsionado pela divulgação de dados da inflação nos Estados Unidos, que aumentaram as expectativas dos investidores em relação a um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) apenas em junho.

O Índice Bovespa (Ibovespa), que reflete o desempenho médio das cotações das principais ações de empresas negociadas na BM&FBOVESPA, é formado pelas ações com maior volume negociado nos últimos meses.

Nesta quinta-feira (29), o Ibovespa caiu 0,87%, atingindo 128.992,45 pontos. Apesar da queda, o índice ainda acumulou um ganho de 1,01% em fevereiro, conforme dados preliminares.

O índice PCE, a medida de inflação norte-americana preferida do Fed, ficou em linha com as expectativas do mercado, registrando um aumento de 0,3% no mês passado, conforme informado pelo Departamento de Comércio dos EUA . Além disso, os dados de dezembro foram revisados para baixo, mostrando um aumento de 0,1% no índice de preços PCE, em vez de 0,2%, como anteriormente divulgado.

Como resultado, os investidores passaram a ver aproximadamente 65% de chance de um corte de juros pelo Fed em junho, em comparação com cerca de 60% antes da divulgação dos dados.

“No geral, entendemos que os dados recentes de inflação, juntamente com os indicadores de atividade econômica dos EUA, continuam a apoiar a ideia de que a inflação está em uma trajetória ascendente, embora o caminho até o retorno à meta possa ser prolongado”, afirmou William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue.

O movimento de queda do Ibovespa foi liderado pelas ações da Ambev, que divulgou um balanço do quarto trimestre com queda no lucro líquido. As ações da fabricante de bebidas recuaram mais de 6% nesta quinta-feira, atingindo mínimas em quatro meses, após reportar uma queda de 11% no lucro líquido do quarto trimestre, para R$ 4,5 bilhões, bem como uma redução de 12% na receita no período.

O dólar encerrou a quinta-feira praticamente estável em relação ao real, em uma sessão marcada pela disputa entre investidores para a formação da Ptax de fim de mês e pelos dados de inflação dos Estados Unidos. A moeda norte-americana fechou o dia cotada a R$ 4,97 na venda, registrando uma leve alta de 0,06%. Em fevereiro, o dólar acumulou um aumento de 0,67%.

Em Wall Street, os principais índices acionários encerraram sem direção definida, com investidores reagindo aos dados de inflação, que ficaram em linha com o consenso, mas registraram aceleração na base mensal. Também pesaram falas de dirigentes do Federal Reserve durante a tarde que mostraram uma visão cautelosa sobre a política monetária nos EUA.

O Dow Jones, o S&P500 e o Nasdaq 100 avançaram 0,12%, 0,52% e 0,95%, respectivamente. Em termos mensais os índices acumularam ganhos de 2,22%, 5,17% e 5,29%, na mesma ordem.

Mais cedo, foi divulgado pelo Departamento de Comércio dos EUA que o índice de preços PCE subiu 0,3% em janeiro, ante alta de 0,1% em dezembro. Nos 12 meses até janeiro, a inflação medida pelo PCE foi de 2,4%, ante alta de 2,6% em dezembro. Já o núcleo do PCE – métrica favorita do Fed – reportou alta de 0,4% em janeiro, na base mensal, e avanço de 2,8% na leitura anual.

Os investidores reagiram aos dados, com repercussão no mercado de renda fixa. Os rendimentos das Treasuries de dois anos operavam estáveis ao fim do dia, a 4,641%, e os de dez anos perdiam 1,8 pbs, a 4,248%, diante de um alívio maior acerca de temores com uma potencial aceleração acima do consenso dos dados de inflação.

Durante a tarde, o presidente do Federal Reserve de Atlanta, Raphael Bostic, projetou que o caminho da inflação de volta à meta será instável. Bostic também repetiu sua opinião de que acredita que o Fed deve começar a cortar os juros “no verão” do hemisfério norte. O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) tem decisões monetárias nos meses de junho e julho deste ano.

Data Variação Pontuação Volume Financeiro
02/02/2024 -1,01%  127.182,25  R$ 23,7 bilhões
05/02/2024 0,32%  127.593,49 R$ 19,5 bilhões
06/02/2024 2,21% 130.416,31 R$ 27,2 bilhões
07/02/2024 -0,35% 129.949,90  R$ 27,9 bilhões
08/02/2024 – 1,33% 128.216,92 R$ 26,3 bilhões
09/02/2024 – 0,15% 128.025,70 R$ 23,6 bilhões
14/02/2024 -0,79%  127.018,29 R$ 40,8 bilhões
15/02/2024 0,62% 127.804,13 R$ 22,9 bilhões
16/02/2024 0,72% 128.725,88 R$ 23,3 bilhões
19/02/2024 0,24%  129.035,74  R$ 13,3 bilhões
20/02/2024 0,68%  129.916,11 R$ 28,2 bilhões
21/2/2024  0,09% 130.031,58  R$ 23,4 bilhões
22/2/2024   0,16%  130.240,55 R$ 22,4 bilhões
23/02/2024 -0,63%  129.418,73  R$ 21,6 bilhões
26/02/2024 0,15% 129.609,05 R$ 17,3 bilhões
27/02/2024 1,61% 131.689,37  R$ 21,8 bilhões
28/02/2024 -1,16% 130.155,43 R$ 23,9 bilhões
29/02/2024 -0,87% 129.020,02 R$ 28,8 bilhões

DESTAQUES DO IBOVESPA – (pregão à vista)

  • ALTAS IBOVESPA

MRFG3: +3,88% a R$ 9,90
JBSS3: +2,72% a R$ 23,06
PETZ3: +2,21% a R$ 4,17
CYRE3: +2,08% a R$ 24,05
EMBR3: +2,05% a R$ 24,43

  • BAIXAS IBOVESPA

PCAR3: -8,62% a R$ 4,03
ABEV3: −6,47% a R$ 12,58
UGPA3: −3,86% a R$ 29,36
TIMS3: −3,61% a R$ 18,17
HYPE3: −3,41% a R$ 32,88

Confira o ranking completo de todos os papéis negociados na B3.

  1. 💥 Confira os destaques corporativos de hoje 💥

    Ambev (ABEV3)

    A Ambev apresentou lucro líquido consolidado de R$ 4,528 bilhões no quarto trimestre de 2023, o que representa uma queda de 10,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa também divulgou lucro líquido ajustado, de R$ 4,667 bilhões, montante 11,9% menor que o apurado um ano antes. Saiba mais…

    Banco do Brasil (BBAS3)

    A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, reiterou nesta quinta-feira previsões de desempenho da instituição para 2024, afirmando a analistas e investidores que podem esperar os resultados que o BB se comprometeu a entregar. Saiba mais…

    Cielo (CIEL3)

    O Conselho de Administração da Cielo decide hoje se convocará uma assembleia especial de acionistas (AEA) para votar sobre a contratação ou não de um novo laudo de avaliação das ações da companhia. Saiba mais…

    C&A (CEAB3)

    A C&A registrou lucro líquido de R$ 168,7 milhões no quarto trimestre de 2023, uma queda de 20,8% em relação aos R$ 212,9 milhões vistos no mesmo período de 2022. O lucro líquido ajustado cresceu 98,2% e somou R$ 144,9 milhões. A receita líquida total teve um crescimento de 17,7% na comparação anual e fechou em R$ 2,293 bilhões. Saiba mais…

    Eletrobras (ELET3/ELET5/ELET6)

    A Eletrobras confirmou, em resposta à interpelação judicial promovida pela Associação Brasileira de Investidores (Abradin), que entre 1º de abril e 3 de julho de 2023, período em que João Carlos Guimarães atuou como vice-presidente de comercialização da companhia, foram firmados contratos de compra e venda de energia com empresas do Grupo Delta Comercializadora de Energia, informa o Valor. Saiba mais…

    Frasle Mobility (FRAS3)

    A Frasle Mobility firmou contrato de financiamento com a International Finance Corporation (IFC)., membro do Grupo Banco Mundial, no montante de R$ 250 milhões, com prazo de pagamento de até nove anos e com carência de dois anos para o início da amortização do principal. Saiba mais…

    Intelbras (INTB3)

    A Intelbras reportou lucro atribuído aos acionistas controladores de R$ 184,5 milhões no quarto trimestre de 2023. Esse valor corresponde à alta de 14,4% na base anual de comparação.

    JBS (JBSS3)

    A procuradoria-geral do estado de Nova York, Letitia James, abriu nesta quarta-feira (28) uma ação judicial contra a JBS USA Food Company e a JBS USA Food Company Holdings (JBS USA), subsidiária americana do maior produtor mundial de produtos de carne bovina, acusando a empresa de “enganar o público sobre seu impacto ambiental”. Saiba mais…

    Kepler Weber (KEPL3)

    A Kepler Weber obteve lucro líquido de R$ 94 milhões no quarto trimestre de 2023, queda de 16,8% ante os R$ 113 milhões apurados em igual período do ano anterior, informou a companhia, ontem (28), depois do fechamento do mercado. A margem líquida atingiu 18,7%, recuo de 3,8 pontos porcentuais na comparação anual. Saiba mais…

    Odontoprev (ODPV3)

    A Odontoprev registrou aumento de 33% no lucro líquido no quarto trimestre de 2023 em relação a igual período de 2022, saindo de R$ 95 milhões para R$ 126,3 milhões. Saiba mais…

    O Conselho de Administração da Odontoprev aprovou novo Programa de Recompra de até 10 milhões de ações de emissão da companhia, representativas de 3,9% das ações em circulação no mercado. Saiba mais…

    O Conselho da Odontoprev aprovou a eleição do André Chidichimo de França, Diretor Adjunto da Companhia desde 2022, para o cargo de Diretor Corporativo Estatutário, mantendo a responsabilidade pelas áreas do Jurídico, Compliance, Privacidade e Proteção de Dados e Oficial de Governança Corporativa. Saiba mais…

    Oi (OIBR3)

    A Oi e os administradores judiciais (AJs) do processo de recuperação judicial da operadora têm até esta quinta-feira (29) para se manifestar a respeito de um pedido de adiamento da Assembleia Geral de Credores (AGC) marcada para 5 de março. Saiba mais…

    Petrobras (PETR3/PETR4)

    No fim da tarde de quarta-feira, 28, a Petrobras informou que “não há qualquer decisão tomada em relação à distribuição de dividendos ainda não declarados”. Saiba mais…

    A Petrobras assinou com a Yara Brasil Fertilizantes um memorando de entendimentos visando estudos de potenciais parcerias de negócios para iniciativas locais no segmento de fertilizantes, produção de produtos industriais e descarbonização da produção. Saiba mais…

    A Petrobras passará a comercializar o Diesel com conteúdo renovável para o Estado de São Paulo a partir da 1ª semana de março. Saiba mais…

    PRIO (PRIO3)

    O Conselho de Administração da PRIO aprovou aumento de capital no valor de R$ 2 bilhões, passando de R$ 5,634 bilhões para R$ 7,634 bilhões, mediante capitalização de recursos alocados na reserva de lucros. O aumento de capital será efetivado sem distribuição de novas ações entre os acionistas ou modificação do número de ações de emissão da companhia. Saiba mais…

    Suzano (SUZB3)

    A Suzano registrou baixa de 39% no lucro líquido no quarto trimestre de 2023 (4T23) em relação a igual período de 2022, saindo de R$ 7,459 bilhões para R$ 4,52 bilhões. Contudo, o resultado veio acima dos R$ 2,85 bilhões previstos pelo consenso LSEG. Além disso, a companhia reverteu o prejuízo de R$ 729 milhões do trimestre imediatamente anterior (3T23). Saiba mais…

    A Suzano informou a saída de Walter Schalka da presidência da companhia. Em seu lugar, foi aprovado, em reunião do conselho de administração, o nome de João Alberto Fernandez, que assumirá como CEO em julho deste ano. Saiba mais…

    Tupy (TUPY3)

    A Tupy apresentou os resultados do projeto inovador de motor a hidrogênio no 11º Congresso Internacional de Motores, realizado em Baden-Baden, Alemanha. Saiba mais…

    Ultrapar (UGPA3)

    A Ultrapar reportou lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no quarto trimestre de 2023 (4T23), montante 33% superior ao reportado no mesmo intervalo de 2022 e superior aos R$ 615,5 milhões esperados pelo consenso LSEG, informou a companhia nesta quarta-feira (28). O conglomerado atua em energia, mobilidade e infraestrutura logística por meio da Ultragaz, Ipiranga e Ultracargo. Saiba mais…

    Vale (VALE3)

    A Vale disse, em atenção à matéria “Vale avança para fechar compra de projeto da Cosan por R$ 1 bilhão”, que não existe qualquer acordo ou compromisso relativo a compra do Porto de São Luís, nem decisão pelo órgão de governança competente da Vale. Saiba mais…

    (Com informações da Forbes Money, TC Mover e Momento B3)

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