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Ibovespa cai 0,25%, influenciado pelas ações ON da Vale e após sessões de alívio observadas desde a decisão de juros do Copom

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O Ibovespa encerrou em queda nesta terça-feira, com as ações ordinárias da Vale sendo as principais detratoras do índice, em uma correção após sessões de alívio observadas desde a decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom), que manteve os juros inalterados em 10,5%.

O Índice Bovespa (Ibovespa), que reflete o desempenho médio das cotações das principais ações de empresas negociadas na BM&FBOVESPA, é formado pelas ações com maior volume negociado nos últimos meses.

O Ibovespa encerrou em queda de 0,25%, aos 122.331 pontos. O volume de negócios ficou em R$ 15,8 bilhões, abaixo da média de 50 pregões, com investidores reagindo à divulgação da ata da última decisão de política monetária do Copom e a falas do diretor do Banco Central Gabriel Galípolo em ´live´da Warren Investimentos.

Os juros futuros encerraram a sessão em alta de até 8,0 pontos-base. O dólar à vista encerrou em alta de 1,19%, a R$5,4545. No exterior, o índice dólar DXY, que mede o desempenho da moeda ante uma cesta de divisas, avançou 0,14%, aos 105,63 pontos, ao fim da sessão.

No cenário local, a ata do Copom trouxe como destaques a elevação marginal da hipótese de taxa de juros real neutra em seus modelos para 4,75%. A taxa anterior apontada no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) era de 4,5%.

O documento também mostrou que houve discussão sobre se a assimetria relacionada à atividade já estaria incorporada no cenário central, diante do receio de hiato e inflação de alimentos mais persistentes. A ata mostrou que o colegiado avaliou que o hiato do produto, levemente negativo anteriormente, está agora em torno da neutralidade.

A inflação de serviços seguiu sendo um tema de muito “escrutínio” e assume um papel preponderante na dinâmica desinflacionária no estágio atual, também de acordo com o Copom. “Cenário prospectivo de inflação se tornou mais desafiador, com o aumento das projeções de inflação de médio prazo, mesmo condicionadas em uma taxa de juros mais elevada”, disse a ata.

O diretor de Política Monetária do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que a ata do Copom representa “exatamente” o que ele está pensando. Galípolo também pontuou, em falas em live da Warren, que o Copom irá reagir à desancoragem dos preços, não importa qual o motivo, com o compromisso de atingir a meta. O diretor pontuou ainda que pesaram na decisão do Copom a evolução do câmbio e o aumento das expectativas de inflação para 2025 e em diante.

Em Nova York, os principais índices acionários encerram sem direção definida, com destaque para a alta do Nasdaq 100, que subiu impulsionado pela recuperação das ações de tecnologia após o movimento de ajuste visto nas últimas sessões.

Os índices S&P500 e o Nasdaq 100 avançaram 0,39% e 1,26%, respectivamente, enquanto o Dow Jones recuou 0,76%. Os Treasuries yields de dois e de dez anos operavam ao fim do dia em queda de 0,2 pontos-base e 0,4 pbs, a 4,732% e 4,230%, respectivamente.

Tesouro dos EUA realizou mais cedo leilão de Treasuries Notes de dois anos, colocando US$69,0 bilhões, com taxa de corte de 4,706%. Leilão realizado mostrou boa demanda por notes, por parte dos operadores, com yields desacelerando alta após certame.

Investidores acompanharam as declarações da diretora do Federal Reserve, Lisa Cook, que disse que o Fed está no caminho certo para um corte na taxa de juros se o desempenho da economia norte-americana atender às suas expectativas. Cook despistou, porém, sobre quando o Fed agiria.

“Com o progresso significativo da inflação e o arrefecimento gradual do mercado de trabalho, em algum momento será apropriado reduzir o nível de restrição da política monetária para manter um equilíbrio saudável na economia”, falou Cook.

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Data Variação Pontuação Volume Financeiro
03/06/2024 -0,05% 122.031,58  R$ 20,9 bilhões
 04/06/2024 -0,19% 121.802,06  R$ 20,4 bilhões
05/06/2024 -0,32%  121.407,33 R$ 19,4 bilhões
06/06/2024 1,23% 122.898,80 R$ 18,7 bilhões
07/06/2024 -1,73% 120.767,19 R$ 21,6 bilhões
10/06/2024 -0,01% 120.759,51 R$ 16,4 bilhões
11/06/2024 0,73% 121.635,06 R$ 18 bilhões
12/06/2024 – 1,40% 119.936,02 R$ 25,6 bilhões
13/06/2024 -0,31% 119.567,53 R$ 18,3 bilhões
14/06/2024  0,08% 119.662,38 R$ 17,7 bilhões
17/06/2024 -0,44% 119.137,86 R$ 17,3 bilhões
18/06/2024 0,41% 119.630,44 R$ 18,3 bilhões
19/06/2024 0,53%  120.261 R$ 14,50 bilhões
20/06/2024 0,15%  120.445,91 R$ 21 bilhões
21/06/2024 0,74% 121.341,13  R$ 30,2 bilhões
24/06/2024 1,07%  122.636,96  R$ 17,9 bilhões
25/06/2024 -0,25% 122.331,39 R$ 15,8 bilhões

Confira o ranking completo de todos os papéis negociados na B3.

  1. 💥 Confira os destaques corporativos de hoje 💥

    Banrisul (BRSR6)

    O Banrisul fechou acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, Defensoria Pública e o Procon-RS para prorrogar o vencimento das operações de crédito consignado dos servidores públicos que foram atingidos pelas enchentes no Estado, segundo comunicado.

    Ecorodovias (ECOR3)

    A Ecorodovias, sua controlada direta Ecorodovias Concessões e Serviços e a sua controlada indireta Eco101 ontem que foi celebrado o 5º Termo Aditivo ao Contrato de Concessão, firmado pela Eco101 com a União, por intermédio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Saiba mais…

    Frasle Mobility (FRAS3)

    A companhia de autopeças Frasle Mobility informou que suas subsidiárias no México e nos Estados Unidos adquiriram um conjunto de ativos do mexicano Grupo Kuo por R$ 2,1 bilhões. Saiba mais…

    Multiplan (MULT3)

    A acionista controladora da Multiplan, 1700480 Ontario (OTPP) afirmou, em 21 de junho, que deseja alienar a totalidade da sua participação na companhia, informa o Valor. Saiba mais…

    Pague Menos (PGMN3)

    A Pague Menos aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da Companhia. Saiba mais…

    Petrobras (PETR3/PETR4)

    A Petrobras reiterou que o setor de fertilizantes tem alta demanda no País e “importância estratégica” para a companhia por possibilitar a diversificação dos negócios, a integração da cadeia do gás natural e a prática de ações voltadas para a descarbonização, em linha com a transição energética. Saiba mais…

    Sabesp (SBSP3)

    A Defensoria Pública de São Paulo voltou a se manifestar contra a privatização da Sabesp. O órgão afirma que a lei municipal que autoriza a capital paulista a firmar contrato com a empresa de saneamento privada é inconstitucional. Saiba mais…

    Sanepar (SAPR11)

    A agência de classificação de risco Fitch Ratings afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da Sanepar e de suas emissões de debêntures quirografárias. Saiba mais…

    Santander (SANB11)

    O Santander emitiu, pela primeira vez, um “social bond” (título de dívida com enfoque social) no mercado externo, informa o Valor. Saiba mais…

    Taesa (TAEE11)

    A Taesa divulgou que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) concedeu a Licença de Instalação para as subestações SE Açailândia e SE Dom Eliseu II, referentes às instalações da Concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica. Saiba mais…

    Vale (VALE3)

    A Vale informou, em resposta a notícias na mídia sobre eventual ação judicial movida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra companhia, BHP e sua joint-venture Samarco com pedido de indenização de R$ 3,6 bilhões por danos morais coletivos, que não foi notificada e que irá apresentar seus argumentos ao juízo competente em momento oportuno. Saiba mais…

    A Vale divulgou dois comunicados a respeito de seus bonds. O primeiro deles trata da oferta de aquisição de títulos com vencimentos em 2023, 2039 e 2034 até valor máximo total de principal de US$ 500 milhões, excluindo qualquer prêmio e quaisquer juros acumulados e não pagos. Saiba mais…

    A S&P Global Ratings atribuiu rating “BBB-” para a proposta de emissão de bonds sênior da Vale Overseas com vencimento em 2054. Os bonds são garantidos pela Vale e emitidos pelo braço financeiro da empresa brasileira de mineração. Saiba mais…

    (Com informações da TC Mover e Momento B3)

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