maspimentel
- Dono
- 9832
- 05/06/2007
LEIAM ESTA NOTÍCIA QUE COPIEI DA COLEGA MUSA4, EXCELENTE!!!
HÁ TEMPOS ESTOU NA MIRA COM VALE5 OU BRAP4, SENDO QUE BRAP4 PAGA DIVIDENDOS MELHORES QUE VALE5. AGORA, COM BONIFICAÇÃO DE 1 AÇÃO PARA 1 POSSUÍDA SERÁ GUAL A UM "SPLIT".
ESTA É UMA DAS MELHORES NOTÍCIAS AQUI DO FORUM NOS ÚLTIMOS 2 MESES PARA MIM. LEIAM A NOTÍCIA:
B r a d e s p a r Companhia Aberta
CNPJ no 03.847.461/0001-92
Fato Relevante
Aumento do Capital Social com Bonificação de 100% em Ações
O Conselho de Administração da Bradespar S.A., em reunião hoje realizada, deliberou convocar Assembléia Geral Extraordinária dos acionistas da Sociedade, a realizar-se no próximo dia 15 de outubro de 2007, às 16h30, na sede social, Avenida Paulista, 1.450, 9o andar, Cerqueira César, São Paulo, SP, na qual o Conselho de Administração apresentará proposta para deliberação dos acionistas, destacando:
− Aumentar o Capital Social no valor de R$500.000.000,00, elevando-o de R$2.500.000.000,00 para R$3.000.000.000,00, mediante a capitalização de parte do saldo da conta “Reserva de Lucros – Reserva Estatutária”, atribuindo aos acionistas da Sociedade, gratuitamente, a título de bonificação, 1 (uma) ação nova, da mesma espécie, para cada ação possuída na data da Assembléia (15.10.2007).
Simultaneamente à operação no Mercado Brasileiro, e na mesma proporção, serão bonificados os GDRs – Global Depositary Receipts no Mercado Europeu (Latibex – Madri – Espanha e London Stock Exchange - Inglaterra), sendo que os investidores receberão 1 (um) GDR novo para cada GDR possuído, os quais continuarão a ser negociados na proporção de 1 (uma) ação para 1 (um) GDR, no respectivo mercado.
A operação visa a ajustar o valor de cotação no mercado a um patamar mais atrativo para negociação, proporcionando melhor liquidez às ações.
As atuais ações de emissão da Sociedade continuarão a ser negociadas com direito à bonificação até 15.10.2007, inclusive, ficando as novas ações bonificadas livres para negociação a partir de 19.10.2007.
Direito das Ações Bonificadas - As ações terão direito a Dividendos e/ou Juros sobre o Capital Próprio que vierem a ser declarados a partir da aprovação da referida Proposta na Assembléia Geral Extraordinária de 15.10.2007. Farão jus também, de forma integral, a eventuais vantagens atribuídas às demais ações a partir da citada data.
São Paulo, SP, 25 de setembro de 2007
B r a d e s p a r S.A
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Comentários
221 de 243
Daitoryo
7281 13/05/2007Sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Crise deixa mercados turbulentos, mas investidor não deve se assustar
Para muitos investidores que iniciaram as aplicações em bolsa de valores nos últimos cinco anos, a atual crise com um temor de recessão nos Estados Unidos causa muitas preocupações. Tanto sobe-e-desce na Bovespa traz à tona a vontade de sacar imediatamente os recursos investidos e esperar o clima melhorar. Mas, analistas afirmam que não há motivos de pânico, uma vez que as ações devem ser vistas como um investimento de longo prazo.
Em janeiro, o principal índice da bolsa paulista, o Ibovespa, acumula desvalorização de 10%, depois de ter registrado alta de 43,6% no fechamento de 2007. Apenas nesta semana, o índice Bovespa se comportou como numa gangorra, com queda forte na segunda e na quarta-feira e com alta acentuada na terça-feira e na quinta-feira - só ontem o Ibovespa fechou com a maior alta desde 2002, de quase 6%.
O motivo para tanta volatilidade e tensão vem dos Estados Unidos, onde há uma possibilidade de queda na atividade econômica e muitos bancos e seguradoras têm registrado perdas expressivas com empréstimos imobiliários de alto risco, os subprimes.
"A volatilidade vai ser grande esse ano. Esse processo de ajuste da economia norte-americana é um pouco demorado e a bolsa é muito sensível a isso", explica o professor de mercado financeiro da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite. "É bem provável, no entanto, que no fim do ano o rendimento da bolsa seja positivo."
Por isso, o investidor de ações não deve se preocupar se estiver seguindo a dica dos especialistas de não estabelecer um prazo para os investimentos. Muitos investidores iniciantes se assustam com as oscilações e esquecem dessas recomendações, mas há aqueles que, mesmo com posturas bastante agressivas, sabem ter paciência.
Quatro grandes turbulências
O engenheiro civil Marcus Vinícius Costa Martins, de 33 anos, investe na Bolsa de Valores de São Paulo desde 2006, portanto, quando o mercado já estava na tendência prolongada de alta. Nesse período, o investidor passou por três momentos de turbulência antes de chegar a fase atual.
"A primeira foi em junho de 2006, na crise dos juros norte-americanos, a segunda foi a crise da bolsa asiática, em fevereiro de 2007, e a terceira foi em agosto de 2007, quando começou a crise do subprime", conta o investidor.
A exposição dele no mercado de renda variável é considerada bastante agressiva, com 90% dos recursos investidos em ações e 10% em renda variável. Mas, ele nunca se assustou a ponto de resgatar todos os investimentos.
"Minhas aplicações visam a aposentadoria e uma fonte extra de recursos, tendo em vista que as empresas em que eu invisto distribuem bons dividendos", conta Marcus. "Como meu objetivo é longo prazo, invisto somente em empresas consolidadas, as blue chips."
Compra iniciada no meio da crise
O analista de sistemas de 27 anos, Gustavo Silva Candiota, também aplica em ações há dois anos, mas por meio de fundos de investimento. No ano passado, de tanto ouvir as recomendações de um colega, resolveu investir em ações por conta própria.
O momento de iniciar o uso do home broker não podia ser mais conturbado: outubro de 2007. É fato que a Bovespa já estava no processo de recuperação depois dos tombos de agosto com a crise do subprime, mas as preocupações com os Estados Unidos permaneciam no horizonte. "Criei coragem de investir em ações quando o mercado inverteu a tendência, mas confio que vai melhorar", diz ele.
As únicas vezes em que ele resgatou as aplicações foram para trocar de gestora e por causa de uma viagem em julho do ano passado, que não lhe permitiria acompanhar o mercado. O investidor considera a decisão acertada, pois não passou pela queda forte do mercado em agosto e voltou a tempo de reaplicar o dinheiro e ganhar com a recuperação.
Gustavo segue a dica dos especialistas e só deixa 35% dos recursos investidos em ações. O restante está em fundos de renda fixa e títulos do governo."Como no momento em que eu comecei a comprar ações, o mercado ainda não estava muito bom, fiz essa divisão. Foi bom porque estou relativamente tranqüilo, pois minha perda este mês não foi muito grande", conta o investidor.
Lição aprendida
Já o administrador Luiz Henrique Medeiros, de 39 anos, é a prova de que quem tem paciência pode se sair bem de uma grande crise. Ele escolheu um momento bastante crítico para começar a investir em fundos de ações - o ano de 2001. Nesse período, ele pegou desde o final da crise da bolsa eletrônica dos Estados Unidos, a Nasdaq, até os atentados terroristas às Torres Gêmeas, de Nova York.
Naquela época, a Bovespa chegou a registrar quedas muito fortes, de 10% em um dia. Mesmo assim, o investidor teve sangue-frio para esperar o dia da melhora - que não demorou muito tempo para vir, se considerarmos a perda registrada.
"Cheguei a perder quase 50% do capital investido. Foi como se eu tivesse um apartamento de três quartos e passasse para uma kitinete", conta o investidor. "Consegui resgatar esse dinheiro com lucro superior ao da renda fixa dois anos depois."
A experiência não foi das mais fáceis e o investidor esperou algum tempo antes de voltar a aplicar em ações. Há dois anos ele retomou os investimentos em fundos e, no ano passado, começou a comprar papéis diretamente na bolsa.
Para passar bem pelos períodos de crise, ele trabalha com metas de valorização - de 5% a 10%, já descontando os gastos com corretagem - e aproveita os momentos de baixa para comprar mais papéis, sempre de primeira linha. "Enquanto tiver sangue-frio e dinheiro na conta, tem que ir às compras de ações agora", recomenda Henrique.
Em fóruns na Internet, não é difícil encontrar investidores como Marcus, Gustavo e Henrique, que mesmo registrando perdas não consideram resgatar os recursos e até recomendam para colegas deixar o dinheiro aplicado. Isso é um sinal positivo para os especialistas, com investidores cada vez mais maduros em meio à facilidade de encontrar informações sobre o mercado financeiro.
(Nathália Ferreira)
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davigc
23 25/02/2007Categoria(s): (Para hoje, Última hora) Postado por: Invi$taMaisA Bradespar (BRAP4) autorizou na última sexta-feira (18) a recompra de até 1,5 milhão de ações. Desse total, poderão ser readquiridas 1 milhão em ações preferenciais e 500 mil ações ordinárias pelo prazo de seis meses.
Os analistas da Ativa vêem a iniciativa de recompra com bons olhos. Para eles, a medida demonstra que os controladores da empresa entendem que a ação negocia a preços atrativos. Porém, eles também sinalizam que o número readquirido é pouco significativo, cerca de 1,3% das ações ordinárias e apenas 0,5% das ações preferenciais
FONTE: InfoMoney
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Marquinho20
6353 04/10/2010226 de 243
ACARAJE1
2 08/03/2016$BRAP4, alguem comenta!
227 de 243
badeia10
2612 04/11/2014228 de 243
badeia10
2612 04/11/2014229 de 243
compex2
4846 14/04/2008231 de 243
brunoforex
15946 17/06/2008Suportes e Resistências = Diário - Semanal - Histórico
232 de 243
thiagosp1
306 11/07/2015$BRAP4
Alguém pode analisar? Vlw
233 de 243
ldfv
4464 07/07/2008234 de 243
divino2222
648 02/02/2010235 de 243
divino2222
648 02/02/2010236 de 243
bertoAdalberto
47 07/08/2017237 de 243
jota2008
4 18/02/2009238 de 243
ldfv
4464 07/07/2008BRAP4 indo no vácuo da VALE3!!!!!
Ontem madeira !!!!!!
Hoje fogueteado!!!!!!!
239 de 243
ldfv
4464 07/07/2008Ate sexta feira chega nos R$30,00!!!!!!!!!
240 de 243
ldfv
4464 07/07/2008Fique atento ao vácuo!!!!!!!
Lá e Cá!!!!!!