ycki
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- 2836
- 24/11/2007
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Comentários
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felipezero
4016 26/03/2007162 de 7417
bbb0607
4315 08/10/2007A matéria-prima caiu na semana passada a US$ 86,70 a tonelada, nível não visto desde outubro de 2009
REUTERS
Publicado:
11/09/12 - 8h29
Atualizado:
11/09/12 - 8h29
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INGAPURA/XANGAI — A queda no preço do minério de ferro para mínimas de três anos está forçando muitas mineradoras de grande porte na China a cortar produção, disseram fontes da indústria, o que pode reduzir o excesso de oferta em um mercado marcado por estoques quase recordes no país.
A China produz cerca de 1 bilhão de toneladas de minério de ferro por ano e compra 60% da matéria-prima do aço comercializada globalmente. No entanto, o desaquecimento da economia global enfraqueceu a demanda e o preço: o minério de ferro caiu na semana passada a US$ 86,70 a tonelada, nível não visto desde outubro de 2009.
Operadores e grandes mineradoras vêm esperando pela evidência de que a China esteja cortando produção para equilibrar novamente a oferta diante da menor demanda pelas siderúrgicas.
O minério chinês tem um menor teor de ferro se comparado ao de outros países e por isso produtores locais gastam mais para extrair o mineral do que mineradoras globais como Vale, Rio Tinto e BHP Billiton. Isso significa que sentem primeiro quando o preço cai.
Na China, o minério tem um teor de ferro de quase 15% em média, ante cerca de 60% na Austrália ou Brasil.
A estatal chinesa de médio porte Minmetals Luzhong Mining cortou a produção para cerca de 4,5 mil toneladas por dia, ante 5 mil a 6 mil toneladas, disse um funcionário que pediu para não ser identificado.
— Há um número crescente de mineradoras chinesas cortando produção, já que as siderúrgicas não estão comprando — relatou. — Estamos tendo dificuldades para vender — reclamou.
A consultoria chinesa Umetal mostrou em recente pesquisa que 38% das 50 minas com uma capacidade de produção anual abaixo de 300 mil toneladas e unidades de processamento suspenderam produção, a maioria na província de Hebei.
De 60 a 70% das unidades privadas de processamento de minério de ferro nas províncias de Shandong e Hebei também pararam os trabalhos, disseram fontes da indústria.
— Simplesmente não há mercado, com exceção para clientes de longo prazo. Também estamos diminuindo nosso ritmo de processamento — disse um funcionário de uma mina em Shandong com capacidade de produção anual de 600 mil toneladas.
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bbb0607
4315 08/10/2007Para corretora, o preço atual do minério de ferro não é sustentável e a matéria-prima se recuperará ainda neste ano
Por Tatiana Fernandes Gurjão |8h43 | 11-09-2012 A A A
SÃO PAULO – A Socopa Corretora trocou os ativos da MPX (MPXE3) e Telefônica Brasil (VIVT4) pelos da MMX (MMXM3) e CSN (CSNA3) na carteira desta semana e explicou que projeta que o preço do minério de ferro se recupere neste semestre. Segundo o analista Marcelo Varejão, o preço atual da commodity não é sustentável, pois já está abaixo do custo marginal de produção de diversas mineradoras.
Entre os eventos do período, ele frisa o econtro do Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos EUA) na próxima quinta-feira (13). "Apesar de não revolver todos os problemas externos, eventual ajuda (afrouxamento monetário) seria bastante positiva para as bolsas no curto prazo, em especial para as commodities, razão no nosso maior posicionamento no setor", disse o analista.
O portfólio da corretora registrou avanço de 1,38% na semana passada, perante valorização de 2,21% do benchmark da bolsa. No saldo anual, a carteira retrocede 4,50% enquanto o Ibovespa engorda 2,76%.
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joaquimita
445 06/01/2012Positivando todos!
Pois ei-lo, difícil é entendê-lo.
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slf17
9936 08/11/2009A CSN surpreendentemente forte hoje , depois da grande alta de ontem e os atuais niveis de alugueis .
Cotação agora é de R$ 11,45 com alta de + 2,50 % .
Volume de R$ 38 MILHÕES .
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slf17
9936 08/11/2009Graficamente está encostando na media movel de 72 dias , se conseguir passar , o que acho dificil na primeira tentativa , mas caso isto aconteça , vcs verão que a CSN subirá com consistencia .
Volume fraco hoje .
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ycki
2836 24/11/2007Passada rápida. ADRs +2,53 e notícias boas(para nós) da China, dando suporte à manutenção da alta. Esta ótimo, aliás, fechamento acima de R$ 11,30 já me deixaria satisfeito, pois a questão atual é a superação daquela LTB secundária e da Fibo38, ambas citadas no gráfico de ontem. O gráfico está ficando bonito, mas vou trazê-lo mais tarde. Próxima resistência Fibo em R$ 11,84.
Até mais tarde!
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bbb0607
4315 08/10/2007Reuters
Por Alberto Alerigi Jr.
SÃO PAULO, 11 Set (Reuters) - Apesar de ter atingido apenas duas categorias de produtos de aços planos, o aumento do imposto de importação determinado pelo governo na semana passada deve servir para criar insegurança entre importadores do metal, ajudando a efetivar altas de preços promovidas por usinas antes da medida, afirmou a entidade que representa o setor distribuidor.
Se antes da elevação do tributo para uma média de 25 por cento havia dúvidas no mercado sobre se o reajuste de 5 a 7 por cento promovido pelas usinas no início do semestre poderia ser implementado, após a medida do governo elas se dissiparam.
"As usinas podem até tentar fazer alguma coisa (novos reajustes), mas não acredito em grandes aumentos. Teve um recente agora e o que isso (alta do imposto de importação) vai ajudar é que o aumento recente de preços das usinas seja efetivado", disse à Reuters o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro.
Segundo ele, a medida da semana passada atingiu apenas chapas grossas e bobinas a quente, que tiveram volumes de importação de janeiro a julho menores que produtos laminados a frio e zincados.
Loureiro afirmou que, nos primeiros sete meses do ano, a importação de chapa grossa, usada em grandes obras como construção de navios, somou 134 mil toneladas, das quais cerca de 70 mil estavam sujeitas a imposto de importação.
"Isso dá cerca de 10 mil toneladas por mês de janeiro a julho (...) A Usiminas, que é a única fabricante, entrega cerca de 100 mil, portanto o imposto deve estar atingindo volume equivalente a 10 por cento da entrega", acrescentou.
Enquanto isso, a incidência sobre bobinas a quente, que podem ser usadas na indústria automotiva, deve alcançar 5 por cento da entrega das usinas, segundo cálculos do presidente do Inda. Nos primeiros sete meses foram importadas 131 mil toneladas, das quais cerca de 120 mil sujeitas ao imposto.
"Os dois grandes itens que a importação está forte, que são laminados a frio e zincados, não foram incluídos (...) O volume de material sujeito a este novo imposto é relativamente pequeno", disse Loureiro, afirmando que, de janeiro a julho, as importações de laminados a frio somaram 304 mil toneladas e as de zincados, 340 mil.
Segundo ele, apesar de não ter sido amplo, o aumento das taxas aliado à promessa do governo de anunciar em outubro nova lista com mais 100 produtos que terão imposto de importação elevado gera insegurança entre os importadores, que se veem pressionados a considerar taxação maior na negociação de novas encomendas.
"Para ter certeza, eles têm que contar com 25 por cento de imposto e, com isso, zincados e laminados a frio também são impossíveis de importar, porque podem ficar mais caros que o mercado interno", disse Loureiro.
"Hoje poucos estão fechando importações e o grande problema é o material que está a caminho. Além disso, a partir de janeiro os incentivos de alguns portos perdem efeito e, juntando esses dois casos, provavelmente no ano que vem a importação vai ficar muito difícil", acrescentou.
O cenário atual seria mais favorável para usinas reajustarem seus preços, após vários trimestres de margens de lucro pressionadas por combinação de custos elevados de matérias-primas e insumos, concorrência de importações e fraqueza do setor industrial brasileiro, mas o governo alertou que não vai aceitar aumentos.
Segundo Loureiro, alguns reajustes adicionais podem surgir, mas "não vejo as usinas fazerem uma orgia de aumentos, porque podem perder essa vantagem e elas querem recuperar o mercado perdido para as importações."
Em 2007, a importação tinha de 4 a 5 por cento do mercado brasileiro de aços planos. Esse índice evoluiu mais recentemente para entre 15 e 20 por cento, apoiado no câmbio e no cenário de excesso de capacidade produtiva mundial que força os preços internacionais para baixo.
Loureiro afirmou ainda que o aumento da tarifa de importação não chega a prejudicar o setor de distribuição de aços planos, pois as empresas importavam por vantagem de preços, não por falta de material no mercado interno. "Alguns dos distribuidores que estavam se acostumando com a importação vão ter de se realocar para o mercado interno."
O presidente do Inda disse esperar que as vendas dos distribuidores tenham registrado alta de 10 por cento em agosto ante julho, "principalmente porque o mês tem mais dias úteis". Em julho, as vendas somaram 342 mil toneladas, queda de 1,9 por cento sobre junho e alta de 1,8 por cento sobre julho de 2011.
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bbb0607
4315 08/10/2007Compartilhar:
Por Ivo Ribeiro | De São Paulo
Siderúrgicas com operação no país esperam uma medida mais abrangente do governo para disciplinar a entrada de aço estrangeiro no mercado interno, explicaram fontes do setor. A decisão da Secretaria de Comércio Exterior (Camex) da semana passada, que elevou as alíquotas de 12% para 25%, atingiu apenas dois tipos de aço plano: chapa grossa e chapa e bobina laminada a quente.
A avaliação é que a fabricação local de produtos siderúrgicos foi contemplada parcialmente pelas medidas - no todo, menos de 20% das importações totais do país de janeiro a julho. O volume desembarcado nesse período superou 1 milhão de toneladas.
De 134 mil toneladas de chapa grossa importadas de janeiro a julho, 50% entrariam de qualquer jeito, seja por isenção na importação para estádios da Copa do Mundo e estaleiros, seja por especificação que a Usiminas não fabrica, explicou Carlos Loureiro, presidente do Inda, entidade que reúne os distribuidores de aço plano no país.
O mesmo caso se aplica para as bobinas a quente. Do total de 131 mil toneladas que entraram até julho, foram alvo da alíquota 110 mil toneladas. A título de comparação, Usiminas, CSN e ArcelorMittal vendem no país 400 mil toneladas em apenas um mês.
No caso de chapa grossa, segundo Loureiro, a Usiminas - única fabricante local - foi beneficiada com 10% de suas vendas mensais. A empresa comercializa por mês 100 mil toneladas no país. Nos sete meses, a entrada do produto, fora os volumes isentados, somou 70 mil toneladas.
Para o empresário, o grosso do material importado é formado por chapas finas a frio e chapas zincadas, ambas aplicadas na fabricação de automóveis, geladeiras, fogões e na construção civil. Em sete meses, os desembarques no país somaram 640 mil toneladas. Os dois produtos ficaram de fora das medidas da Camex.
As três siderúrgicas esperam que esse material seja incluídos em uma segunda lista da Camex até o fim do ano. Elas apontam que os importados zincados e a frio, que vêm principalmente da China, Coreia do Sul e Leste europeu, já alcançam participação de 20% a 22% no consumo aparente desse tipo de aço no país.
As importações de laminados a frio e de zincados (que incluem aço pré-pintado e galvalume, usados para coberturas e revestimentos na construção civil) tiveram aumento de 40% e 20%, respectivamente, no ano.
Outra esperança das siderúrgicas é que o governo adote medidas antidumping nas importações de aço galvanizado e zincado antes do fim do ano. Segundo fonte ouvida pelo Valor, o pedido foi levado alguns meses atrás e está em estudo na Camex, órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). De janeiro a julho, entraram no país, oriundas principalmente da Ásia, 337 mil toneladas de aços zincados e galvanizados.
CSN, Usiminas e ArcelorMittal produziram 2,6 milhões de toneladas desse tipo de aço no ano passado e comercializaram 2,18 milhões de toneladas no mercado brasileiro. A importação somou 500 mil toneladas, o correspondente a 19% do consumo interno.
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joaquimita
445 06/01/2012Parabéns ao ycki e aqueles que apoiaram a ideia desde o primeiro momento: bbb0607, robsondrocha, mtraderpn, leofnaves, vloebens, schabatura, e me desculpe se esqueci alguém.
É impressionante a diferença de clima e o desempenho do ativo, começo até a acreditar no tal do feng shui.
Abraços
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robsondrocha
3646 01/02/2012Parabéns a você também por nos apoiar e estar aqui colaborando.
Aliás, não só a você, mas a todos!
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ycki
2836 24/11/2007Possibilidade de ampliação do pacote de bondades (post 168 e 169 do bbb0607, está e continuará sendo precificada pelo mercado.
... sinais de novos tempos ... (ainda na correria, volto mais tarde)
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felipezero
4016 26/03/2007174 de 7417
ycki
2836 24/11/2007Meus posts às vezes são longos. Reclamem dos excessos ou, moderadores, podem moderar.
Minha análise:
1. ADRs +4,34% => é um suporte de importância ampliada pela sequência de altas, que reflete uma mudança de humor e de credibilidade com o papel.
2. Indicadores mantêm-se favoráveis à continuidade da alta: MACD em cruzamento de alta; IFR comporta mais alta;
3. Equação continua verdadeira: aumento de preço+aumento de volume = aumento de preço. Volume ficou acima da M15, novamente.
4. Candles quase na BB20 superior: seria sinal de atenção para correção, mas ao observar o 20º candle (seta/círculo rosa) podemos perceber que a BB20 vai embicar para cima nos próximos movimentos(amanhã ou depois - exceto se houver variação negativa significante).
5. Confirmou rompimento da LTB secundária e a tornou um suporte. Afastou-se com força da Fibo38. Próximo alvo: R$ 11,83.
6. Previsão/minha opinião: continuidade de alta para amanhã.
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ptroncoso
308 09/01/2007Minério de ferro passou dos US$ 100,00.
CSNA3 por R$ 10,00, nunca mais, só no caso de novas divisões.
Essa história de que Gap sempre fecha, me faz lembrar o de 30/01/2006, estava comprado e abriu um gap enorme, que ficou para trás para sempre, como o de ontem.
Bolsa subindo até maio/junho de 2013, graças aos estrangeiros. Quem ficar desconfiado, vai ficar de fora. quem vender, vai pagar aluguel, corretagem e recomprar mais caro. Tem que ler o momento da economia e o Euro vai resistir. O BCE vai garantir juros mais baixos e ai tudo se acalma. Disse isso há 2 meses. os estrangeiros estão de volta. Brasil é proporcionalmente o principal destino da grana.
Vendo as minhas nos R$ 20,00.
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ptroncoso
308 09/01/2007Depois de 11 de setembro, passa o medo do terrorismo e a bolsa sobe.
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bbb0607
4315 08/10/200711 de setembro de 2012 | 18h 05
Notícia
FERNANDA GUIMARÃES - Agencia Estado
SÃO PAULO - O pacote anunciado nesta terça-feira para o setor elétrico deverá trazer impactos positivos para o setor industrial e, com isso ajudar a competitividade, afirmou, em nota enviada à imprensa, o CEO da ArcelorMittal Aços Longos América do Sul, Augusto Espeschit de Almeida.
"Considero que a decisão do governo é histórica e foi um passo acertado num momento importante para a indústria brasileira", disse o executivo.
Segundo ele, a siderúrgica está aguardando o detalhamento das medidas para poder calcular os impactos na sua atividade. "Vamos aguardar os próximos passos, que incluem a renovação das concessões, sem esquecer uma política mais competitiva para o gás natural", concluiu.
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ycki
2836 24/11/2007Pois é, não comentei sobre isso. Gosto do assunto. Nem todo gap fecha e, conceitualmente, gap de fuga é para não ser fechado... porém, no mercado tudo é relativo, sempre.
Esse gap ao qual você se refere, talvez seja o de 30-31/01/2007, ficou aberto um bom tempo em R$ 10,91, só foi fechado em 21/11/2008.
Em relação à CSNA3, tem um gap ainda aberto de 25-26/01/2006, bem interessante, que eu achei que fosse fechar há duas semanas. Felizmente vai continuar aberto nos R$ 8,19.
O que temos agora, espero, é um gap de fuga. Só o futuro para confirmar.
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joaquimita
445 06/01/2012Positivando todos!
Abraços
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ycki
2836 24/11/2007Muita gente volta aqui para ler, mas não manifesta aprovação ao fórum ou aos comentários. Temos, em média, 100 diferentes visitas diárias e apenas 16 positivações. Isso nos deixa em dúvida se o que estamos fazendo e dizendo vale a pena compartilhar.
A criação do fórum foi, inegavelmente, acertada, pois o pequeno grupo que posta já mostrou que é bom. É certo que temos nos ajudado bastante com a informação e as perguntas trazidas por cada um. Se lá na frente não compensar compartilhá-las com uma grande maioria de só-leitores, paciência, deixamos o fórum e criamos uma lista de distribuição de emails.
Continua...