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Csn, A Nova Sadia/Aracruz (CSNA3)

ac0sta
  • Dono
  • 1493
  • 04/09/2006

14/11 20:27 LEIA (CMA) Nr. 1314500310
(GER,MEC,EMP,IND)
CSN: OPERAÇÕES COM SWAPS CAUSARAM PERDAS DE R$ 1,3 BI NO 3T08

Aguarde mais informações



14/11 20:22 LEIA (CMA) Nr. 1314500305
(GER,MEC,EMP,IND)
CSN: LUCRO LIQUIDO CAI 94,3% NO 3T08, PARA R$ 40 MI

Aguarde mais informações



A coisa vai feder...

Comentários

med1na

med1na

5929 07/05/2007
Citação: ac0staMarginal é torcedor de papel micado que está desesperado com a NABA!!!!
Fechamento da ADR: 7,87 x Dólar 2,39 = 18,80!!!!!!!!!!!!!!
SIFÚUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!! Quem é digno de pena nessa conjuntura é você, maluco...
Vai a 10 reais ainda esse ano!!! Trolha na ADR = trolha ainda maior no balanço!!!

FAZ O SEGUINTE,,,PEGUE TEUS TROQUINHOS DO DECIMO TERCEIRO SALARIO...SE SOBRAR,,,E COMPRE CSN,,AINDA DA TEMPO,,,!!!!
med1na

med1na

5929 07/05/2007
Citação: AndrebrokerO SWAP CAMBIAL DAQUI É O SUB PRIME DE LÁ...AMIGOS, QUEM TEM CSN INFELIZMENTE TERA PROBLEMAS. CSN QUE PAPELÃO (ARACRUZ) ERA UMA EMPRESA TÃO SADIA...DESCULPE O TROCADILHO COM AS 3 ENVOLVIDAS EM SWAP.

TREMENDO PALHAÇO!!! VA ESTUDAR...!!!
med1na

med1na

5929 07/05/2007
Citação: ac0staAbertura de segunda: R$ 18,00!!!!!
Fechamento: R$ 17,00.

CADE VC PALHAÇO!!!! vai ser sempre um pobre coitado!!!!!SEMPRE!!!!
DZ6

DZ6

127 07/11/2007
parece classe de adolecentes em escola pública,não acrecenta nada.
Papoquente

Papoquente

451 02/12/2008
07/01/2009 - 19h40
Crise volta a derrubar Wall Street

NOVA YORK, 7 Jan 2009 (AFP) - A Bolsa de Nova York fechou em forte baixa nesta quarta-feira, afetada por novas demonstrações da gravidade da crise que abala os Estados Unidos: o Dow Jones perdeu 2,72% e o Nasdaq, 3,23%.

O Dow Jones Industrial Average (DJIA) perdeu 245,40 pontos, fechando a 8.769,70 unidades, e o Nasdaq caiu 53,32 pontos, a 1.599,06 unidades, segundo os números definitivos do fechamento.

O índice ampliado Standard & Poor's 500 recuou 3% (28,05 pontos), fechando em 906,65 pontos.

"A explicação desta queda é fácil de achar, diante de todas as notícias ruins que vieram, tanto no âmbito da situação econômica como nas empresas", comentou Art Hogan, da Jefferies.

"A situação pode ser descrita em três palavras: sombria, sombria e sombria", lamentou Hugh Johnson, presidente da empresa de gestão de ativos Johnson Illington Advisors.

"O mercado tinha dado sinais de solidez desde o fim de novembro, não é supreendente que os investidores estejam começando a realizar lucros, principalmente quando as notícias estão tão ruins", explicou o analista.

De acordo com o estudo mensal do gabinete ADP, o setor privado americano destruiu 693.000 empregos em dezembro, um número muito superior às previsões.

O número foi recebido com grande nervosismo, dois dias antes da publicação das temidas estatísticas oficiais do desemprego.

O gigante do alumínio Alcoa, cuja ação perdeu 10,15%, ficando em 10,89 dólares, anunciou a supressão de 13.500 empregos no mundo, o que corresponde a um corte de 13% de seus efetivos.

A Intel, primeiro fabricante mundial de microprocessadores, cuja ação caiu 6,12% e ficou em 14,41 dólares, abaixou novamente suas previsões de faturamento para o quarto trimestre.

O mercado das obrigações subiu. O rendimento do bônus do Tesouro para 10 anos recuou para 2,494%, contra 2,505% na terça-feira, e o para 30 anos caiu para 3,066%, contra 3,069% na véspera.
PitBolsa

PitBolsa

729 02/12/2008
Domingo, 15 de Fevereiro de 2009 | Versão Impressa


Crise ''engole'' 30 milhões de carros

Montadoras devem fechar 35 fábricas e cortar 124 mil trabalhadores no mundo até 2010, a maior parte nos EUA

Cleide Silva
Quase 30 milhões de carros vão sobrar no mundo este ano. A indústria automobilística deve produzir 59,3 milhões de veículos, segundo estimativas, embora tenha capacidade instalada para fabricar 87,8 milhões. Com ociosidade acima de 30%, demissões de trabalhadores e fechamento de fábricas devem ocorrer por todos os continentes, muitas delas já anunciadas.

Até agora, as montadoras divulgaram planos - parte já efetivado - de cortar 124 mil vagas até 2010, a maioria nos Estados Unidos, onde em janeiro as vendas despencaram 37% e na Europa, que em igual período registrou queda de 27%, a maior em 20 anos. O número de fábricas a serem fechadas beira 35.

O setor automobilístico reúne uma cadeia imensa, que vai da mineradora que produz matéria-prima para o aço dos carros até a costureira que faz o uniforme do metalúrgico. Em todos os países, o setor tem importante participação no Produto Interno Bruto (PIB). Uma demissão na linha de montagem puxa dezenas de outras, o chamado efeito dominó.

"O que está ocorrendo neste momento é uma catástrofe global na indústria de veículos", declarou semana passada o diretor do grupo francês PSA Peugeot Citroën, Christian Streiff. Segundo ele, até mesmo os emergentes Brasil, Rússia e China, antes considerados "geradores de crescimento", interromperam o movimento de alta.

Estudo recém-concluído pela consultoria internacional PricewaterhouseCoopers mostra que, entre os 20 maiores fabricantes mundiais, 19 vão diminuir a produção de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2008. O único país que não terá saldo negativo, a China, vai registrar elevação de apenas 1,5%, após quatro anos seguidos de crescimento médio de 20% (ver mapa acima).

"Está sobrando capacidade e é difícil imaginar uma rápida recuperação nos próximos anos para usá-la", admite o presidente da General Motors do Brasil, Jaime Ardila. "O excesso custa muito dinheiro". Há dez anos, a indústria automobilística tinha capacidade de fabricar 70 milhões de veículos ao ano e já contabilizava excedente de 20 milhões de unidades.

Desde então, algumas fábricas foram fechadas nos Estados Unidos, mas várias outras foram inauguradas principalmente em países asiáticos, no Leste Europeu e no Brasil, que no ano passado tornou-se o sexto maior produtor de carros, duas posições à frente da que tinha em 2007.

NOVA PAISAGEM

O excesso de capacidade de 28,5 milhões de veículos que deixarão de ser feitos este ano equivale praticamente à produção prevista pelos quatro principais mercados mundiais: Japão, EUA, China e Alemanha, sem contar caminhão e ônibus.

Só de um ano para outro serão perdidos quase 7 milhões de carros. A produção global deve cair de 66,2 milhões de veículos em 2008 para 59,3 milhões este ano, o que representará uso de apenas 67,5% da capacidade produtiva das empresas.

Para o brasileiro Carlos Ghosn, presidente mundial do grupo Renault/Nissan, se o desempenho do primeiro mês do ano se mantiver, as vendas da indústria automobilística chegarão a no máximo 50 milhões de unidades. "A crise pode ser longa. Nos obriga a mudar os planos e vai alterar a paisagem do setor automobilístico mundial", disse na semana passada.

Entre os países, o Japão se mantém este ano como maior fabricante de veículos (9,6 milhões de unidades), mas o segundo colocado passa a ser a China (7,5 milhões), que vai desbancar os EUA (7,2 milhões). Os números não incluem caminhões e ônibus. Em 2012, a China completa sua virada e passa a ser a maior produtora mundial (com 10,9 milhões de unidades), deixando o Japão em segundo lugar (10,4 milhões) e os EUA em terceiro (9,8 milhões).

A Price calcula que a produção brasileira vai cair 13%, interrompendo uma sequência de alta média de 10% verificada a partir de 2003. "Mesmo incluindo caminhões e ônibus, o porcentual de queda deve ser o mesmo", diz Marcelo Cioffi, da Pricewaterhouse do Brasil. O número total deve ficar próximo a 2,8 milhões de veículos, ante 3,2 milhões em 2008. Ardila, da GM, trabalha com igual volume para este ano.

O Brasil, na opinião de Cioffi, volta a se recuperar a partir do próximo ano e chegará em 2012 com uma produção de 3,3 milhões de automóveis e comercias leves,mantendo-se assim no sexto lugar entre os maiores produtores, posição alcançada no ano passado. Até lá, porém, o País já terá capacidade produtiva próxima aos 5 milhões de veículos, caso os investimentos anunciados pelas empresas não sejam interrompidos.

A sobra de capacidade no mundo é geral, não só automotiva, afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider. Uma das consequências no ramo de veículos, diz ele, é regiões como Europa e América do Norte exportarem seus excedentes para mercados hoje abastecidos pelo Brasil. "Vamos enfrentar concorrência onde antes ela não existia."

PitBolsa

PitBolsa

729 02/12/2008
Domingo, 15 de Fevereiro de 2009 | Versão Impressa


Crise ''engole'' 30 milhões de carros

Montadoras devem fechar 35 fábricas e cortar 124 mil trabalhadores no mundo até 2010, a maior parte nos EUA

Cleide Silva
Quase 30 milhões de carros vão sobrar no mundo este ano. A indústria automobilística deve produzir 59,3 milhões de veículos, segundo estimativas, embora tenha capacidade instalada para fabricar 87,8 milhões. Com ociosidade acima de 30%, demissões de trabalhadores e fechamento de fábricas devem ocorrer por todos os continentes, muitas delas já anunciadas.

Até agora, as montadoras divulgaram planos - parte já efetivado - de cortar 124 mil vagas até 2010, a maioria nos Estados Unidos, onde em janeiro as vendas despencaram 37% e na Europa, que em igual período registrou queda de 27%, a maior em 20 anos. O número de fábricas a serem fechadas beira 35.

O setor automobilístico reúne uma cadeia imensa, que vai da mineradora que produz matéria-prima para o aço dos carros até a costureira que faz o uniforme do metalúrgico. Em todos os países, o setor tem importante participação no Produto Interno Bruto (PIB). Uma demissão na linha de montagem puxa dezenas de outras, o chamado efeito dominó.

"O que está ocorrendo neste momento é uma catástrofe global na indústria de veículos", declarou semana passada o diretor do grupo francês PSA Peugeot Citroën, Christian Streiff. Segundo ele, até mesmo os emergentes Brasil, Rússia e China, antes considerados "geradores de crescimento", interromperam o movimento de alta.

Estudo recém-concluído pela consultoria internacional PricewaterhouseCoopers mostra que, entre os 20 maiores fabricantes mundiais, 19 vão diminuir a produção de automóveis e comerciais leves neste ano em relação a 2008. O único país que não terá saldo negativo, a China, vai registrar elevação de apenas 1,5%, após quatro anos seguidos de crescimento médio de 20% (ver mapa acima).

"Está sobrando capacidade e é difícil imaginar uma rápida recuperação nos próximos anos para usá-la", admite o presidente da General Motors do Brasil, Jaime Ardila. "O excesso custa muito dinheiro". Há dez anos, a indústria automobilística tinha capacidade de fabricar 70 milhões de veículos ao ano e já contabilizava excedente de 20 milhões de unidades.

Desde então, algumas fábricas foram fechadas nos Estados Unidos, mas várias outras foram inauguradas principalmente em países asiáticos, no Leste Europeu e no Brasil, que no ano passado tornou-se o sexto maior produtor de carros, duas posições à frente da que tinha em 2007.

NOVA PAISAGEM

O excesso de capacidade de 28,5 milhões de veículos que deixarão de ser feitos este ano equivale praticamente à produção prevista pelos quatro principais mercados mundiais: Japão, EUA, China e Alemanha, sem contar caminhão e ônibus.

Só de um ano para outro serão perdidos quase 7 milhões de carros. A produção global deve cair de 66,2 milhões de veículos em 2008 para 59,3 milhões este ano, o que representará uso de apenas 67,5% da capacidade produtiva das empresas.

Para o brasileiro Carlos Ghosn, presidente mundial do grupo Renault/Nissan, se o desempenho do primeiro mês do ano se mantiver, as vendas da indústria automobilística chegarão a no máximo 50 milhões de unidades. "A crise pode ser longa. Nos obriga a mudar os planos e vai alterar a paisagem do setor automobilístico mundial", disse na semana passada.

Entre os países, o Japão se mantém este ano como maior fabricante de veículos (9,6 milhões de unidades), mas o segundo colocado passa a ser a China (7,5 milhões), que vai desbancar os EUA (7,2 milhões). Os números não incluem caminhões e ônibus. Em 2012, a China completa sua virada e passa a ser a maior produtora mundial (com 10,9 milhões de unidades), deixando o Japão em segundo lugar (10,4 milhões) e os EUA em terceiro (9,8 milhões).

A Price calcula que a produção brasileira vai cair 13%, interrompendo uma sequência de alta média de 10% verificada a partir de 2003. "Mesmo incluindo caminhões e ônibus, o porcentual de queda deve ser o mesmo", diz Marcelo Cioffi, da Pricewaterhouse do Brasil. O número total deve ficar próximo a 2,8 milhões de veículos, ante 3,2 milhões em 2008. Ardila, da GM, trabalha com igual volume para este ano.

O Brasil, na opinião de Cioffi, volta a se recuperar a partir do próximo ano e chegará em 2012 com uma produção de 3,3 milhões de automóveis e comercias leves,mantendo-se assim no sexto lugar entre os maiores produtores, posição alcançada no ano passado. Até lá, porém, o País já terá capacidade produtiva próxima aos 5 milhões de veículos, caso os investimentos anunciados pelas empresas não sejam interrompidos.

A sobra de capacidade no mundo é geral, não só automotiva, afirma o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider. Uma das consequências no ramo de veículos, diz ele, é regiões como Europa e América do Norte exportarem seus excedentes para mercados hoje abastecidos pelo Brasil. "Vamos enfrentar concorrência onde antes ela não existia."

mfrossi

mfrossi

220 28/07/2008
Senhores, pelos comentários acima, acabo de ajustar meu stop para 37,00 uma vez que estou comprado a 35,70, torço para que não tenham razão mas, por via das dúvidas estopei mais justo. Abraços
Jfrncjr

Jfrncjr

1106 23/09/2008
As perdas contábeis verificadas no 3T08 foram de R$ 1,3 bilhão.
Ainda assim, os ganhos acumulados pela Companhia com a operação de swap, mesmo após as perdas verificadas no 3T08, correspondem a aproximadamente R$ 1,8 bilhões.

Igual a Sadia e aracruz??? Não conheces nenhuma delas!
  • 16 Fev 2009, 11:23
  • 16 Fev 2009, 11:25
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prisbonfim

prisbonfim

275 20/08/2013
Quem comprou no cruzamento das medias ganhou!! O jeito agora é esperar o rompimento da resistencia R$9,00
0383_f571.png?c=f05d
Marquinho20

Marquinho20

6353 04/10/2010
Galera quem comprou CSNA3 quando estava abaixo dos 5 contos e segurou até essa semana não tem do que reclamar, 30% de lucro. Mas ao que parece chegou a hora da realização.
Schuhmacher537

Schuhmacher537

207 07/03/2015

Com Aval do Cade, CSN reúne ativos na Congonhas Minérios

http://globaltradersacademy.org/pt/magazine/com-aval-do-cade-csn-reune-ativos-na-congonhas-minerios/
ALEW1983

ALEW1983

10 02/07/2016
Hoje é ALTA!

Fonte: http://www.valor.com.br/empresas/4671927/bancos-veem-resultado-da-csn-em-alta

Bancos veem resultado da CSN em alta
15/08/2016 às 05h00

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) provavelmente terá o melhor desempenho dentre suas pares no balanço do segundo trimestre que será publicado hoje após o fechamento da bolsa. Para analistas consultados pelo Valor, tanto receita como Ebitda vão subir frente ao mesmo período do ano passado e também aos três primeiros meses deste ano.
marcio felipe

marcio felipe

12197 20/10/2006
  • Premium

Boa tarde,


CSNA3 indo normalmente segundo o gráfico de doi anos no semanl.


Sequindo comprado e comprando mais !!!!


CSNA3semanal599204c1d8b08.png


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