marcoafcastro
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Comentários
21 de 138
marecouto
41 28/03/200922 de 138
diogo21
1 23/03/200823 de 138
brunovedder
1222 01/02/200724 de 138
lanhoso
859 16/04/200725 de 138
aldo6
299 20/04/200726 de 138
pietroin
4780 26/01/2008OU VAI DAR UMA CORRIGIDA?
27 de 138
marecouto
41 28/03/200928 de 138
Balseiro
196 07/12/200829 de 138
Egon23
356 28/06/2007Vcs acham que quando anunciarem, eles darão um prazo para a ação se tornar ex?
Fiquem imaginando a correria, caso sai a notícia oficial,seria uma loucura,quem não quer quase 40% de remuneração no capital e principalmente sendo extra????
Quem acredita que vão pagar é melhor comprar, eu estou comprando as minhas....
Boa sorte aos comprados.
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acaciofcosta
284 07/01/200932 de 138
jrossari
373 14/03/2007Mas tem que ver em qual proporcao que serao pagos estes dividendos entre ON/PN...
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salllum1
6508 04/10/200634 de 138
ghost123
29 18/12/2008A PN paga mais que a ON, mas as duas recebem dividendos normalmente, como toda empresa que dá lucro. Mas preste atenção, pois a bolada de R$ 10 por ação somente será paga para as ações ON, pois referem-se a dividendos retidos nos anos 70.
Não adianta comprar ELET6 pos não receberá a bolada, somente o dividendo normal que a empresa sempre paga todo ano. Cuidado com informação de fórum. Não é lugar pra se certificar disso, tem muita gente que fala besteira.
Recomendo relatórios de research de sell side bom, tipo Deutsche, Credit Suisse e Itau, que cobrem a Eletrobras.
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rosso4446
758 04/10/2007Ok, mas tenham em mente o seguinte: vejam o exemplo da Cemig que pagou 1,90 de dividendos mais 25% do valor da ação como bonus.
Um dia anterior ao Ex, a ação estava em torno de 34,50. Quando virou Ex, amanheceu valendo 26,40 o que deu elas por elas. Depois disto a ação bateu nos 24,70... Quem não quis perder, teve que aguardar um bom tempo....
Só alerta....
36 de 138
xumpa
15635 09/11/200837 de 138
tittonel
2435 13/02/2007ve se nao avacalha aki tb hein!!!
bom rompendo 30,15 abre pivotr de alta e lanca papel proximo a 39
vale a pena,
VPA 76 Reais
boa sorte a todos
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schmitz
1377 19/05/200739 de 138
apoloft
2845 03/06/2007Eletrobrás quer dar fim neste ano à novela dos dividendos Seg, 22 de Junho de 2009 08:46
Caso, que pode virar queixa no regulador de mercado do EUA, ganhou relevância política e desfecho passa agora por aprovação do presidente Lula
Um foco mais político, o que significa menos influência do Tesouro nas discussões do governo, é o motivo do otimismo da diretoria da Eletrobrás para dar fim, em 2009, à longa polêmica dos R$ 9,7 bilhões em dividendos retidos. Considerando apenas os minoritários, o passivo é de aproximadamente R$ 2 bilhões, o que vem, há alguns anos, alimentando o desgaste da imagem da empresa no mercado de capitais. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já decidiu que é ilegal a retenção e vai apurar as responsabilidades de dirigentes e conselheiros da estatal. Além disso, a pressão dos minoritários pode aumentar. O fundo de investimento americano Brandes, gestor de 8% das ações ordinárias (ON, com direito a voto), está estudando se leva a queixa à SEC, a Securities and Exchange Commission, órgão regulador do mercado de ações nos EUA.
Astrogildo Quental, diretor financeiro e de relações com investidores da Eletrobrás, explica que está mais otimista porque o problema não está mais sendo tratado "tecnicamente" no Tesouro. Garante que, agora, passou a ter um "foco mais político" em outras áreas do governo, o que remete a decisão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Apesar da perspectiva mais positiva para encerrar os arranhões da Eletrobrás, a causa do desgaste no mercado de capitais, ele reconhece que uma saída tem de ser adotada neste ano. Quental sabe que, em 2010, ano de eleições, são mínimas as chances de sucesso porque o desfecho depende, necessariamente, do Congresso. "O pagamento dos dividendos é um tema tão importante quanto o dos investimentos da empresa. Confio na resolução do problema neste ano porque outras áreas do governo, além da Fazenda, estão mobilizadas", diz.
Na avaliação do diretor, BNDES e Tesouro estão mais convencidos da consistência do plano de investimentos da Eletrobrás e, portanto, podem concordar em elevar suas participações em uma futura chamada para aumento do capital da empresa. No universo das ações ordinárias, o Tesouro tem 53,99% e o BNDES, 14,75%. Os minoritários têm 21,8%. Quental revela que há um "forte trabalho" do Ministério de Minas e Energia (MME) para convencer o Tesouro das vantagens da capitalização da empresa.
A previsão de investimentos da Eletrobrás é de mais de R$ 30 bilhões até 2012, contando com parcerias, e o governo já deixou claro que pretende reforçar a musculatura da empresa. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, conhece profundamente o assunto dos dividendos retidos e sabe que a fonte de financiamento do mercado de capitais não pode ser desprezada. A favor da Eletrobrás também estão mobilizados os ministros Edison Lobão (Minas e Energia) e Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência).
Quental sabe que, para alcançar o objetivo de ter pelo menos 25% das ações negociadas em bolsa, a Eletrobrás tem de cumprir suas obrigações com os acionistas. Atualmente, o volume no mercado é de 21%.
Dos cerca de R$ 10 bilhões em caixa, R$ 2 bilhões estão comprometidos com um fundo de financiamento das 15 empresas controladas. Isso significa que não há um volume suficiente para liquidar o passivo de R$ 9,7 bilhões dos dividendos retidos. Os destaques do sistema Eletrobrás são Eletronorte, Chesf, Furnas, Cepel, Eletrosul, Eletronuclear, CGTEE e Itaipu.
A novela dos dividendos retidos da Eletrobrás não foi resolvida no ano passado porque, segundo Quental, a questão perdeu espaço para as demandas da área social na votação da lei orçamentária de 2009. Dessa maneira, ficou inviável reservar cerca de R$ 4 bilhões para a solução do impasse. Além disso, o diretor lamenta que o Ministério da Fazenda tenha insistido em receber o mesmo valor destinado aos minoritários. No momento, o diretor afirma que o quadro evoluiu e o governo, não apenas o Ministério da Fazenda, está mais mobilizado para resolver o problema.
Na sexta-feira, a cotação das ações ordinárias da Eletrobrás subiu 6,3%, para R$ 28,94, com a perspectiva do pagamento dos dividendos retidos. Foi a segunda maior alta do Índice Bovespa.
Em outubro de 2008, o colegiado da CVM decidiu, por unanimidade, seguir o voto do relator Marcos Barbosa Pinto e acatar os recursos apresentados pelos acionistas Eduardo Duvivier Neto e Brandes Investment Partners. A determinação foi para investigar eventuais irregularidades praticadas pelos administradores da Eletrobrás.
Segundo o relator, a Eletrobrás não pode manter a retenção alegando que disso dependem os investimentos. A prática é vedada pelo artigo 198, da Lei 6.404, de 1976. No voto, o diretor da CVM também argumenta que a União dispõe de diversos mecanismos jurídicos e financeiros para pagar dividendos sem comprometer investimentos. Uma dessas alternativas é capitalizar a companhia com sua parcela dos dividendos distribuídos e financiar o restante no mercado ou até com os acionistas.
Para a CVM, a Lei 6.385/76 não autoriza o órgão regulador a ordenar que a Eletrobrás distribua os dividendos obrigatórios retidos, mas pode apurar, mediante processo administrativo sancionador, a responsabilidade pessoal de dirigentes e conselheiros por eventuais infrações à Lei 6.404/76 e demais normas que regem o mercado de capitais.
O prolongamento da retenção dos dividendos já está causando desconforto entre os dirigentes e conselheiros da Eletrobrás. A CVM pode impor pesadas punições, de acordo com as normas da Lei 6.835 de 1976. As penas podem variar de meras advertências até multas que podem chegar a R$ 500 mil, além da proibição de ocupar cargos em companhias abertas. Apesar de a decisão ser do governo, os ocupantes de cargos na diretoria e no conselho de administração podem ser constrangidos a responder com seus patrimônios pessoais.
O Valor procurou ouvir os integrantes do conselho de administração, mas eles não quiseram comentar o assunto. Hoje, em Brasília, eles participam de uma reunião ordinária do conselho. A atual composição tem o ministro Luiz Dulci, a sub-chefe de Articulação e Monitoramento do Gabinete Civil da Presidência da República Miriam Belchior, o secretário executivo do MME Marcio Zimmermann (presidente), o chefe de gabinete do MME José Antonio Corrêa Coimbra, o diretor de Infra-Estrutura e Insumos Básicos do BNDES Wagner Bittencourt de Oliveira, o chefe de gabinete do Tesouro Lindemberg de Lima Bezerra, o economista e ex-diretor da Previ Arlindo Magno de Oliveira, o diplomata Carlos Alberto Leite Barbosa, e o presidente da Eletrobrás José Antonio Muniz Lopes.
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Egon23
356 28/06/2007Olá rosso4446,vc tem razão em alertar,é por aí mesmo,porém na minha opinião é possível não corrigir na mesma proporção dos dividendos pagos.
Além da Elet3 estar atrasada em relação aos seus pares,mtos fundos institucionais não entram justamente por esta pendência dos dividendos,leia a matéria acima,acredito que após o pagamento ela caia um pouco e volte a subir buscando equilibrar-se perante outras ações do setor.
Abraços.