RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
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osello
196 30/11/2007oportunidades nao faltarao my friend a volatilidade eh o bixo!!soh por curiosidade vc viu o fechamento de mmx?rs..num fiz má troca..falar do futuro da bixa eh foda nao sou nenhum guro, mas as possibilidades do papelzinho chegar a 6,8 conto em 1 semana de novo sao enormes...vamos aguardar pra ver..vou tentar me seguir nessa mare em mmx..mas meu stop eh curtissimo nao costumo durmir com o papel..rs
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trevis2
59 26/10/2007Por: Gabriel Ignatti Casonato
27/11/08 - 20h15
InfoMoney
SÃO PAULO - A Itaú Corretora divulgou relatório nesta quinta-feira (27) onde atualiza suas projeções para os mais variados setores brasileiros em seu universo de cobertura. E de um modo geral, as novas estimativas incorporam um cenário mais conservador para 2009, em conseqüência da esperada desaceleração da economia global no período.
Imobiliário e Construção
No segmento imobiliário, o Itaú atualizou seu valor justo para Gafisa, Cyrela e Rossi devido às projeções mais baixas de aumento de número de lançamentos e curvas menores de velocidade de vendas. Já no de construção, a Duratex teve suas estimativas revisadas incorporando um cenário mais conservador para a demanda por móveis no ano que vem.
Para a Gafisa, a atualização leva em conta premissas mais baixas de lançamentos para 2008 de R$ 3 bilhões e crescimento estável para 2009, além de curvas mais baixas de velocidade de vendas no ano que vem. Os casos de Cyrela e Rossi são semelhantes, somente alterando-se as estimativas para os lançamentos em 2008, de R$ 5,5 bilhões e de R$ 2,06 bilhões, respectivamente.
Com relação à Duratex, os analistas afirmam que as maiores taxas de juros irão reduzir a demanda por bens duráveis, inclusive móveis, e que suas novas projeções macroeconômicas devem afetar tanto o crescimento quanto as margens da empresa. Em adição, o adiamento da decisão sobre a nova fábrica de MDP (Painel de Partículas de Média Densidade) da companhia também foi lembrado.
Empresa Código Valor Justo Upside*
Gafisa GFSA3 R$ 34,40 257%
Cyrela CYRE3 R$ 26,90 237%
Rossi RSID3 R$ 11,80 272%
Duratex DURA4 R$ 27,50 98%
*Potencial de valorização para o final de 2009 com base nas cotações de 27 de novembro de 2008
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cfscanto
2384 14/01/20082504 de 6399
gilmour2
3127 14/12/2007Pelo valor projetado pela Itaú, a cotação da Cyrella vale 78% do valor da cotação da Gafisa.
É por aí mesmo?
2505 de 6399
malfer
467 13/07/2007Abs
2506 de 6399
malfer
467 13/07/2007O evento ocorrerá na seguinte data e local:
10 de Dezembro de 2008 às 14:00h
Sheraton São Paulo WTC Hotel
Avenida Nações Unidas, 12559
Brooklin Novo - São Paulo
Para saber como confirmar sua presença e para mais informações sobre o evento, clique aqui ou consulte o Departamento de RI.
Julia Freitas Forbes
Relações com Investidores
Tel.: (55 11) 3025-9305
Fax: (55 11) 3025-9348
ri@gafisa.com.br
2507 de 6399
brazooca
75 05/09/20082508 de 6399
junioor
35 03/12/2007Eu tambem gostaria de saber, mais uma coisa eu sei a gafisa é péssima no after, mas no pregão normal até que se segurou bem até ás 16 hs.
2509 de 6399
junioor
35 03/12/20072510 de 6399
junioor
35 03/12/20072511 de 6399
malfer
467 13/07/2007Preço R$ 8,02 $ 6.75
Variação -0,37% 4.81%
Aproveitem agora, que no final do dia vai ser como SEMPRE, uma boa ALTA!
Abs
2512 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Financiamento habitacional da Caixa supera R$ 20 bi em 11 meses e é recorde
SÃO PAULO - O volume de financiamentos habitacionais liberados pela Caixa Econômica Federal (CEF) até o último dia 28 alcançou o recorde de R$ 20,4 bilhões, montante que representa alta de 60% perante o mesmo período do ano passado, quando ficou em R$ 12,7 bilhões.
No ano passado todo, o total financiado foi de R$ 15,2 bilhões.
De acordo com dados divulgados há pouco, até o final deste ano a meta é financiar um total de R$ 22,8 bilhões, distribuídos em 500 mil financiamentos.
Os empréstimos feitos com recursos da caderneta de poupança (SBPE) cresceram 76% no período em análise e superaram a marca de R$ 9,3 bilhões, mais do que a meta, de R$ 9,2 bilhões, para 2008.
Até o final deste mês, a Caixa espera alcançar R$ 10 bilhões nessa modalidade de financiamento.
Pelas linhas que utilizam recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foram liberados R$ 10,2 bilhões, com expansão de 60% frente a mesmo intervalo de 2007.
O banco pretende fechar o ano com um total de R$ 11,7 bilhões por meio deste instrumento.
(Bianca Ribeiro | Valor Online)
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malfer
467 13/07/2007O Grupo do FGTS do governo, liberou mais R$ 3 BILHÕES para as construtoras para linha de crédito agora a noite. A notícia foi passada no Jornal Hoje da Rede Globo.
############### ATENÇÂO #######################################################
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ch3481
9297 11/09/2007Tomara JR, vc disse bem.... Tomara...
Andei lendo pelos foruns da vida as projeções dos anlistas pra DEZ/2008.
Vale a R$ 80,00 Agrenco a R$ 19,00. De morrer de rir...
e fica o alerta hein!!!
ECONOMISTA CHEFE DA corretora "X" falou....
Quer dizer nada hein!!! atenção. Vamos ler e nos infomar nós mesmos.
Tem "The economist", tem o market oracle, tem o telegraph.uk. Valor Economico e por aí vai.
Abssss
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9renato
94 16/08/2007O Grupo do FGTS do governo, liberou mais R$ 3 BILHÕES para as construtoras para linha de crédito agora a noite. A notícia foi passada no Jornal Hoje da Rede Globo.
############### ATENÇÂO #######################################################
confirmado, eu assisti!!!!!
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malfer
467 13/07/2007Por: Giulia Santos Camillo
03/12/08 - 10h45
InfoMoney
SÃO PAULO - Em meio a revisões de guidances corporativos, cortes em projeções de lucros e de crescimento econômico, o estrategista do UBS, David Bianco, se mostra otimista com o desempenho das bolsas mundiais no próximo ano.
Prevendo uma resistência dos mercados acionários frente à recessão, Bianco afirma que as bolsas irão subir - e muito. O que causará essa valorização? Segundo o estrategista, valuations baratos e medidas dos governos para restaurar a confiança no sistema financeiro.
"O consenso para 2009 é de um ano inteiro de escuridão. Nós acreditamos que 2009 irá trazer sinais de uma alvorada na confiança, com o primeiro traço de luz aparecendo mais cedo do que a maioria dos investidores espera", afirma Bianco, em relatório que traz as perspectivas para 2009, divulgado na última terça-feira (2).
Previsões
As projeções de David Bianco para o índice acionário norte-americano S&P 500 apontam para um preço-alvo de 1.300 pontos ao final de 2009, o que representa um rali recorde de 53% frente aos 848,81 pontos registrados no fechamento da última sessão. Cabe lembrar que o benchmark apresenta declínio de 42% neste ano, sendo que, há um ano, Bianco havia previsto uma alta de 16% do índice em 2008.
Segundo o estrategista, que recomenda os setores industriais, tecnológico e de energia, o declínio deste ano proporciona uma chance única aos investidores de comprarem os papéis com o maior histórico de crescimento do S&P 500 com fortes descontos.
Em outros relatórios, o UBS prevê forte recuperação também para o britânico FTSE 100 Index, que pode alcançar 5.800 pontos ao final do próximo ano, 41% acima do fechamento de terça-feira (2). Já as estimativas para o FTSEurofirst 300 Index são de uma possível valorização de 25% frente aos níveis atuais.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1451
2517 de 6399
malfer
467 13/07/2007Por: Karin Sato
03/12/08 - 13h19
InfoMoney
SÃO PAULO - A crise não parece estar assustando o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que, além de projetar crescimento de 4% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2009, também garantiu que os investimento nas áreas de habitação, saneamento e infra-estrutura serão mantidos, apesar da desaceleração econômica.
Segundo noticiado pela Agência Brasil, ele disse que a construção civil é importante, porque gera cerca de 8 milhões de empregos em todo o País. Em sua opinião, o setor tem a vantagem de não depender de bens importados, o que permite o crescimento, independentemente das dificuldades enfrentadas no exterior.
O governo, de acordo com o ministro, continuará apoiando o setor de habitação de baixa renda, bem como dará continuidade às obras de saneamento em todos os estados e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). "O setor vai continuar aquecido, gerando emprego, talvez um pouco menos do que antes, mas continua".
A declaração foi feita na última segunda-feira (1), na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), durante a abertura do 7º Seminário da Indústria Brasileira da Construção (Construbusiness). "O Governo não vai permitir queda ou suspensão de programas nessas áreas", ressaltou ele.
Bolha no mercado imobiliário
Para o ministro, a expansão do mercado imobiliário brasileiro não se compara à bolha americana, que deu início à crise financeira internacional. "No Brasil, essa expansão já vinha numa trajetória de crescimento, resultante de um conjunto de fatores estruturais", pontuou. Mantega acrescentou que o País apresenta um déficit habitacional de 7,8 milhões de moradias.
Monitoramento da crise
Segundo a Fiesp, o ministro tranqüilizou os 500 empresários presentes no evento, ao dizer que o monitoramento da crise internacional vem sendo bem-sucedido.
Entre os emergentes, disse ele, o Brasil é o país que menos deve sofrer com a crise, porque depende menos das exportações. "Além disso, temos um setor bancário sólido e com um nível menor de alavancagem, da ordem de 6%, inferior ao apresentado em outros países", observou.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1451
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amg2006
237 04/03/2008UOL BUSCA
Web|Notícias|Imagens|Vídeo|Preços
05/12/2008 - 17h27
Construção civil vê volta à normalidade após "estouro da bolha"
BRASÍLIA (Reuters) - Após dois meses de efetiva paralisação das vendas, o mercado de construção civil retomou certa normalidade e hoje opera em ritmo de dois anos atrás, afirmou a Câmara Brasileira da Indústria da Construção nesta sexta-feira.
Para 2009, a expectativa é que o setor possa crescer cerca de 5 por cento, após uma alta estimada de 8,5 por cento este ano. Em 2006, o crescimento foi de 4,6 por cento.
"Após o estouro da bolha, quando houve uma fuga quase total dos nossos stands de venda que durou cerca de 60 dias, hoje há normalidade do mercado imobiliário", afirmou o presidente da CBIC, Paulo Simão, a jornalistas.
Ele admite que a "euforia" vivida pelo setor nos meses anteriores ao agravamento da crise em outubro acabou, mas argumenta que isso não é negativo.
"Estávamos tendo alguns problemas por conta dessa euforia", afirmou, acrescentando que em cidades como São Paulo e Brasília houve excesso de oferta em alguns bairros.
Os prognósticos do executivo para o próximo ano contam com uma deslanchada de gastos públicos em infra-estrutura e também com a liberação, pelos bancos privados, de recursos da caderneta de poupança que o governo autorizou serem aplicados em capital de giro para empresas da construção habitacional.
Segundo Simão, dos 7 bilhões liberados dos bancos privados para esse fim, praticamente nada foi ofertado às construtoras até o momento.
Em relação ao emprego, Simão admitiu que o setor verá uma queda das contratações em 2009, mas não se comprometeu com estimativas. De janeiro a outubro de 2008, a construção civil criou um saldo de 303 mil vagas, número recorde. No período, houve a contratação de 1,6 milhão de trabalhadores e a demissão de 1,3 milhão.
"Esse ano as demissões sazonais de final de ano no setor foram agravadas pela crise financeira", afirmou Simão. "O saldo de 303 mil vagas vai cair."
(Reportagem de Isabel Versiani; Edição de Vanessa Stelzer)
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Construção civil vê volta à normalidade após
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amg2006
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bande
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