RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








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malfer
467 13/07/2007Publicidade
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Oportunidade: analistas técnicos listam dez papéis com bom potencial
Por: Rafael de Souza Ribeiro
11/12/08 - 11h08
InfoMoney
SÃO PAULO - Na última segunda-feira (8), o Ibovespa rompeu com um volume acima da média a congestão em forma de triângulo simétrico em seu gráfico diário e fechou o dia com forte valorização de 8,31%.
Ao ultrapassar esta barreira importante, já se cogita que o índice inicie uma trajetória de alta e finalmente arme um pivô de alta, dando força para um movimento de recuperação no curto prazo.
Neste sentido, Vinícius Vereza, analista técnico da Dojistar Four Gráficos, e Christian Cayre, analista do CHR Investor, garimparam entre as ações listadas na Bovespa dez papéis com boas oportunidades de ganhos, amparados pelo instrumental de análise técnica.
Ambev
As ações da Ambev, de acordo com o analista do CHR Investor, é uma das poucas do índice que já estão testando a média móvel de 200 períodos, um importante divisor de tendência, já que os investidores institucionais observam de perto ativos que conseguem trabalhar acima deste patamar.
Conseguindo este rompimento, o objetivo para o curto prazo, seguindo as expansões de Fibonacci, concentra-se na casa dos R$ 115,00.
BM&FBOVESPA
Com um suporte consistente na casa dos R$ 4,00, os papéis da BM&FBOVESPA, segundo Vereza, romperam sua LTB (Linha de Tendência de Baixa) de curto prazo e agora tentam passar pela LTB principal, próxima de R$ 6,00.
Ultrapassando a barreira, as ações encontram resistência na faixa de R$ 7,80, para logo após se defrontar com os R$ 9,00.
Bradesco
Ao fecharem o gap deixado na casa dos R$ 24,00, os papéis do banco, segundo Cayre, testam agora a LTB de toda a tendência de baixa, vinda desde o topo histórico em R$ 40,00. Pelo indicador Acumulação/Distribuição, o analista verifica que as ações estão em um processo de acumulação.
Acima da LTB, as ações encontram resistência na região dos R$ 29,00, para só assim almejar os R$ 30,00.
Gafisa
Próximas de romper o limite superior da congestão, os papéis da Gafisa seguem ao encontro com a LTB de curto prazo, avalia o analista da Doji, localizada na casa de R$ 11,00.
A partir deste patamar, as ações têm como resistência primária a casa dos R$ 13,00, com vista à LTB de longo prazo, próxima de R$ 16,00.
CSN
Os papéis da CSN necessitam confirmar o rompimento da congestão nos próximos pregões, para tentarem romper a LTB de longo prazo, que vem desde o topo histórico.
Ultrapassando as barreiras, as ações encontram próxima resistência em R$ 41,00, conforme análise de Vereza.
Gerdau
Com o rompimento da congestão em forma de triângulo, os papéis da Gerdau testaram na última sessão a LTB principal, que já dura mais de seis meses.
Com o rompimento desta zona importante, as ações seguem livre para fechar o gap em R$ 17,58, com principal objetivo na faixa entre R$ 22,00 e R$ 26,00.
Usiminas
Ao romper a cunha descendente na última segunda-feira, os papéis da siderúrgica engataram uma tendência de alta de curto prazo.
Mantendo sua trajetória, as ações, segundo Vereza, encontram resistência primária em R$ 33,00, para finalmente alcançar sua LTB de longo prazo, próxima de R$ 35,00.
SLC Agrícola
"Papel muito interessante", ressalta Cayre, que pede atenção para o indicador Acumulação/Distribuição. Com o rompimento dos R$ 13,00, os papéis confirmam o pivô de alta e seguem para a faixa entre R$ 17,00 e R$ 19,50.
Petrobras e Vale
Os dois principais papéis do Ibovespa, Petrobras e Vale, apresentam praticamente o mesmo setup gráfico. Ambos em congestão, as ações formaram, segundo Vereza, um bebê abandonado no fundo da congestão, uma figura de reversão com implicações de alta.
Mais do que o candlestick, os papéis da mineradora romperam com volume acima da média a LTB que durava desde maio deste ano, movimento que ainda deve ser confirmado nos próximos pregões.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1457
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judru
1178 26/10/2007Vocês alegram o meu dia. Acho que tem tudo pra continuar forte. Com DJ micando ela subiu, imagine se o DJ subir...
2543 de 6399
Papoquente
451 02/12/2008Por: Gabriel Ignatti Casonato
11/12/08 - 20h08
InfoMoney
SÃO PAULO - Na última terça-feira (9), um fato raro ocorrido com os Treasuries - notas do Tesouro norte-americano reconhecidas pela segurança que oferecem - chamou a atenção dos mercados. Diante da elevada procura, os títulos negociados em leilão de curto prazo chegaram a atingir rendimento negativo, evidenciando a forte aversão ao risco existente no mercado.
De acordo com informações veiculadas pela mídia internacional, foram colocados cerca de US$ 27 bilhões em notas com vencimento em três meses à disposição do mercado. Com a elevada procura, estes títulos atingiram retorno negativo de 0,2%, mesmo com operadores não confirmando se houve negócios a estas taxas.
Para o banco francês Société Générale, tal movimento pode ser explicado pela forte volatilidade que vem tomando conta dos mercados nos últimos meses, na medida em que tem ficado cada vez mais difícil convencer os investidores a alocarem seus recursos em aplicações consideradas de risco.
Um bom exemplo disso vem dos próprios norte-americanos, afirmam seus analistas. Isto porque, segundo eles, boa parte da quantia disponibilizada pelo Federal Reserve às instituições financeiras do país tem sido aplicada justamente nos títulos do Tesouro, contribuindo para aumentar a demanda e deixar o rendimento em território negativo.
Solução pode estar no Fed
Por outro lado, o Société Générale acredita que o episódio pode marcar uma virada na extrema aversão ao risco observada nos últimos dias, pois nem mesmo os títulos considerados uns dos mais seguros investimentos do mundo têm sido capazes de evitar prejuízos aos investidores. E isto, na opinião do banco, pode trazê-los de volta às aplicações mais arriscadas, como a renda variável.
Desta forma, o banco ressalta a importância da próxima decisão do Fomc (Federal Open Market Committee) relativa ao juro básico dos Estados Unidos. Na visão dos analistas, o mais provável é que seja efetuado um corte de 50 pontos-base, que levaria a Fed Funds Rate ao patamar de 0,50% ao ano.
Além disso, eles prevêem mais um corte de 25 pontos-base no decorrer de 2009, o que poderia aumentar de forma considerável a eficiência da política monetária norte-americana no combate à recessão na economia do país, além de contribuir para uma eventual recuperação dos mercados de risco.
Em suma, grande parte da solução para amenizar o risco extremo nos mercados deve estar mesmo nas instituições financeiras norte-americanas. E com um juro mais baixo, é bem provável que elas passem a utilizar o capital estatal para fornecer mais crédito à economia, aumentando assim o apetite por risco entre os investidores.
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Papoquente
451 02/12/2008Avalie esta Notícia
Berlusconi: UE chegou a acordo de plano de ? 200 bi
AE - Agencia Estado
BRUXELAS - Os líderes da União Européia (UE) alcançaram um acordo sobre um plano de estímulo de 200 bilhões de euros que tem como objetivo ajudar a tirar a região da recessão, afirmou o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi. "Estamos todos de acordo", disse ele, após jantar com outros líderes da UE, no primeiro dia do encontro de cúpula de dois dias em Bruxelas, na Bélgica. Questionado se o acordo era baseado na meta original de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) da UE, ou ? 200 bilhões, ele respondeu que sim. As informações são da Dow Jones.
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S0ROS
1438 22/01/20082546 de 6399
Papoquente
451 02/12/2008Coréia, China e Japão mostram unidade em encontro
AE-AP - Agencia Estado
FUKUOKA - Líderes do Japão, China e Coréia do Sul afirmaram, neste sábado (13), que a Ásia precisa ser o motor do crescimento econômico para conter a turbulência financeira global, enquanto representantes de Seul e Tóquio criticaram a Coréia do Norte por esquivar-se das negociações sobre o desmonte de sua estrutura nuclear. As nações asiáticas - que juntas respondem por 75% da economia do Leste do continente - realizaram seu primeiro encontro trilateral. Os primeiros-ministros do Japão, Taro Aso, e da China, Wen Jiabao, e o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, afirmaram que planejam transformar o encontro dos três países em um evento anual e que querem fortalecer as relações por meio da ampliação dos intercâmbios culturais e políticos.
A desaceleração econômica global foi o assunto principal da reunião. "A atual crise financeira continua se espalhando", declarou Wen, em uma entrevista coletiva conjunta. "Nós somos agentes econômicos importantes na Ásia e no mundo e devemos fazer grandes esforços para responder a essa crise secular." Em um comunicado conjunto, os líderes declararam que acreditam que a Ásia deve ser o centro do crescimento para conter o esfriamento econômico mundial e se comprometeram a não criar novas barreiras para investimentos ou o comércio nos próximos 12 meses. "Os três líderes compartilham a visão de que os esforços precisam se fortalecer para minimizar os impactos negativos que a atual instabilidade financeira podem trazer para a economia mundial", observou o texto do comunicado.
Em uma reunião preliminar, o premiê japonês e o líder sul-coreano saudaram um acordo fechado, na noite anterior, para ampliar os acordos de swap cambial entre os dois países no valor equivalente a US$ 20 bilhões. O Banco da Coréia também anunciou um acordo com o Banco Popular da China, o banco central do país, no valor aproximado de US$ 26 bilhões. Swaps cambiais permitem que bancos centrais emprestem moedas um do outro e ofereçam a quantia equivalente como garantias próprias. Seul tem visto suas reservas internacionais definharem e temia que, sem os acordos de swap, pudesse sofrer uma crise cambial devido às turbulências globais. O won, a moeda sul-coreana, já se depreciou em 32% neste ano, em virtude das vendas recordes de ações por estrangeiros na Bolsa de Valores sul-coreana.
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SrLucro
11811 24/10/2008http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb_id=11&id=2664882
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rodrigues3
2058 21/07/2007Governo prepara pacote para ampliar crédito habitacional
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da Folha Online
O governo Lula colocou na prancheta o projeto de ampliar em cerca de 50% o número de residências financiadas pela Caixa Econômica Federal e pelo setor bancário privado, informam os colunistas Guilherme Barros e Vinicius Torres Freire. A reportagem completa está na edição deste domingo da Folha, que já está nas bancas.
Neste ano, devem ser financiadas cerca de 600 mil moradias, tanto novas como usadas, no valor de aproximadamente R$ 30 bilhões. O projeto é ampliar esse número para 900 mil residências.
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BAC 1000
6742 29/06/2008Texto Anterior | Próximo Texto | Índice
Novo plano prevê aumento de 50% no crédito imobiliário
Governo divulga em janeiro projeto para elevar de 600 mil para 900 mil o número de moradias financiadas em 2009
Guido Mantega diz que arrecadação de impostos e volume de financiamentos para compra de carros novos cresceram em dezembro
VINICIUS TORRES FREIRE
GUILHERME BARROS
COLUNISTAS DA FOLHA
O governo Lula colocou na prancheta o projeto de aumentar para 900 mil, em 2009, o número de residências financiadas pela Caixa Econômica Federal e pelo setor privado. Neste ano, devem ser financiadas cerca de 600 mil moradias (entre novas e usadas), no valor de cerca de R$ 30 bilhões.
Até novembro, apenas a CEF havia fechado 446 mil contratos de financiamento, no valor de R$ 20,4 bilhões. O banco estatal estima chegar a 500 mil contratos no final do ano, somando um total de financiamento de R$ 22,8 bilhões.
O ministro Guido Mantega, da Fazenda, afirmou à Folha que pretende deslanchar o projeto em janeiro. Mantega conta ainda que, no início de 2009, o governo deve apresentar novidades para o setor de infra-estrutura. E, por fim, adianta que o BNDES terá R$ 110 bilhões para emprestar no ano que vem. O banco já teria fundos de R$ 50 bilhões e Mantega diz que o governo vai arrumar os outros R$ 60 bilhões "custe o que custar".
O ministro ainda não sabe dizer de onde virá um eventual dinheiro extra. Não especificou se haverá outro canais de crédito oficial além do FGTS (que já aumentou o volume de recursos para 2009), dos recursos da poupança ou de linhas para a habitação popular.
O projeto pretende atender dos consumidores mais pobres à classe média. A Fazenda estuda ainda se vai aumentar o subsídio para moradias populares, se aumenta o limite de preço para imóveis financiados pelo FGTS e se estende prazos de pagamento.
Na companhia do plano de expansão do crédito imobiliário, Mantega também pretende apresentar um projeto de obras para infra-estrutura. É um PAC 2? "Não tem nada de PAC 2, mas serão novidades importantes para o financiamento do setor", diz o ministro.
Impostos e juros
Apesar do ativismo governamental, Mantega afirma que tem recebido informações de que a situação do crédito e da arrecadação melhorou em novembro.
Segundo dados preliminares, a arrecadação federal de impostos teria aumentado 7% em novembro (em relação a novembro do ano passado, na rubrica "receita administrada pela Receita Federal do Brasil"). Se confirmado tal número, a arrecadação em 12 meses terá crescido ainda no ritmo de 10%, nível que tem se verificado desde agosto. Sobre a receita de impostos de dezembro, o ministro conta apenas que, nos primeiros dez dias do mês, a arrecadação se recuperou e ficou dentro da expectativa do governo -ou seja, "a arrecadação voltou ao normal".
Quanto ao crédito, Mantega diz ter sido informado de que a "situação geral melhorou". No caso de financiamento de veículos usados, a situação continua "ruim". Mas, em dezembro, o número de consultas para financiamento de veículos novos subiu, embora ainda abaixo dos níveis de novembro. As taxas de juros desses financiamentos também caíram, diz o ministro.
PIB e déficit externo
A situação do financiamento externo ainda é crítica, diz o ministro. Por isso, o governo anunciou na quinta-feira passada que vai auxiliar o refinanciamento da dívida externa de empresas que tenham pagamentos vencendo no último trimestre deste ano e em todo o ano de 2009.
O Banco Central vai emprestar a bancos brasileiros e estrangeiros dinheiro das reservas internacionais. Os bancos, por sua vez, apenas poderão emprestar a empresas que comprovem o vencimento do principal, de amortização ou de juros da dívida nesse período.
Alguns economistas, como o ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore, criticam o plano do governo de manter o crescimento da economia em torno de 4% no ano que vem. Os críticos consideram que, dados a provável redução do saldo da balança comercial, a contração do crédito e do investimento externos e o nível ainda alto dos gastos públicos, tal ritmo de crescimento do PIB poderia aumentar o déficit em conta corrente. Isto é, o Brasil consumiria mais do que produz, importaria demais e teria menos recursos para cobrir o déficit. Em tese, tal cenário pode provocar mais desvalorização cambial e/ou inflação.
O ministro, claro, rebate as críticas com críticas ao próprio Pastore. "Por acaso ele acertou as últimas previsões?" Mantega se refere a entrevistas concedidas por Pastore nas quais ele dizia, há dois anos, que o Brasil não tinha condições de crescer a taxas acima de 3,5% ao ano. O Brasil cresceu 5,7% em 2007, número que deve se repetir neste ano.
Superávit primário
Segundo Mantega, o superávit primário (poupança do governo, sem contar a despesa com juros) será o maior já registrado. Para o ano que vem, não é prevista mudança na meta de 3,8% de superávit. O investimento federal, que ficaria em 1% do PIB neste ano, subiria para 1,2% do PIB no ano que vem, na estimativa oficial.
Mantega descarta riscos de os estímulos governamentais induzirem um crescimento excessivo, que provoque um aumento do déficit.
"Vamos estimular em especial os setores econômicos que demandam menos importações, como habitação, construção civil, infra-estrutura. Isso não vai bater na conta corrente. Aliás, a maioria das previsões dos críticos para a conta corrente e para o PIB tem se revelado errada."
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Índice
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S0ROS
1438 22/01/20082551 de 6399
junioor
35 03/12/20072552 de 6399
amg2006
237 04/03/2008Pra ajudar não aparece ninguem................
2553 de 6399
rocha13
397 18/04/2008J P Morgan comprado 110k ao preço médio de $10,13.
Quem quiser ficar de fora, favor me avisar que eu compro!!!
Suporte declarado à R$9,95.
Resistência indefinida...
2554 de 6399
rocha13
397 18/04/20082555 de 6399
amg2006
237 04/03/20082556 de 6399
lartato
1312 18/12/20082557 de 6399
rocha13
397 18/04/2008Quem vai contestar?
2558 de 6399
augustoliveira
3217 30/03/20072559 de 6399
junioor
35 03/12/20072560 de 6399
augustoliveira
3217 30/03/2007Ontem e hoje 10%, e vem mais semana q vem.