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Gafisa: Gfsa3: Potencial De Val: 61,7% Top5 Itau (GFSA3)

RENA_FERA
  • Dono
  • 126
  • 24/05/2007

Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.

RelatorioTop5Mensal.pdf

Comentários

tomascorrea

tomascorrea

468 12/04/2007
O problema é que ficamos mal acostumado!!! Todo dia subindo 3%....agora tem muita gente realizando, e outros carregando mais....daqui a pouco ela deslancha de novo. Previsa de no minimo 38 p/ final do ano.
kron7

kron7

6029 29/05/2007
tranquilo, saiu dos 23 pra 30 em poucos dias, agora é normal uma realização.
pra dezembro é lucro garantido.

unabraço e boa sorte.
pezzente

pezzente

3253 28/02/2007
É verdade pessoal,afinal de contas foram mais de 30% só em setembro,mas ainda acho que este mês ainda teremos mais uns 10%,ela está muito defasada em relação à cyrela ,Rossi e Ibovespa,ela precisa chegar nos 33/34,para então rumo aos 41/45.Estou tranquilo nestas previsões.
rodrigues3

rodrigues3

2058 21/07/2007
Imobiliário e construção civil: avalie as melhores opções entre os papéis deste setor

Por: Juliana Pall Farias
10/10/07 - 10h40
InfoMoney


SÃO PAULO - Bons fundamentos macroeconômicos, corte nas taxas de juros, expansão da oferta de crédito, demanda aquecida. São diversos os fatores listados pelo mercado que justificam as boas premissas para o setor de imóveis e construção civil na bolsa.

Prova disso é o boom de companhias deste segmento que ingressaram no mercado acionário em 2007. Das 59 IPOs (Initial Public Offering, ou Oferta Pública Inicial) já anunciadas este ano, 13 são de empresas do setor de imóveis e construção civil, fora as duas novas ofertas também celebradas (Gafisa e PDG Realty).

Diante deste cenário marcado pelas boas premissas para o setor, cabe uma análise do desempenho das ações e das projeções do mercado para as empresas listadas na Bovespa. A análise se limita às empresas com acompanhamento de, no mínimo, três diferentes analistas consultados pela InfoMoney.

Empresa Código Oscilação 7 dias Oscilação 30 dias Oscilação 2007
Camargo Corrêa CCIM3 -4,98% -13,91% -
Brascan Residencial BISA3 +5,71% +21,21% -21,65%
Cyrela Realty CYRE3 +3,19% +32,88% +36,40%
Gafisa GFSA3 +0,10% +25,02% -6,95%
Klabin Segall KSSA3 +8,34% +7,75% +9,71%
Lopes Brasil LPSB3 -1,52% +14,60% +20,94%
São Carlos SCAR3 -2,09% 0,00% +13,11%
Rossi Residencial RSID3 +8,24% +21,32% +103,13%

IBOVESPA IBOVESPA +2,47% +16,46% +42,90%



As variações acima têm por base o fechamento do pregão da última terça-feira (9). Pode-se observar que, entre estes oitos papéis, apenas os da Rossi superam o Índice Bovespa no acumulado de 2007. Cabe destacar que, já que as ações da Camargo Corrêa estrearam na Bovespa este ano, não apresentam resultado acumulado no ano.

No acumulado dos 7 e 30 últimos dias, o desempenho é equilibrado, com metade dos papéis superando o Ibovespa e a outra metade com resultado inferior. Já que o otimismo que ronda o setor de imóveis e construção civil ainda não se materializou por completo nos preços das ações destas empresas, vale a pena uma melhor análise das projeções do mercado para tais papéis.

O que diz o MCI?
As ações ordinárias da Brascan Residencial receberam nota máxima. Os papéis de Camargo Corrêa, Klabin Segall e Rossi Residencial também se destacam pela boa avaliação que tiveram de acordo com o MCI. No outro extremo, os ativos da Cyrela Realty aparecem com o pior resultado.

Ativo MCI PVI Upside
CCIM3 4,58 R$ 20,73 +81,10%
BISA3 5,00 R$ 21,73 +54,50%
CYRE3 2,88 R$ 27,20 +12,2%
GFSA3 3,46 R$ 38,06 +28,5%
KSSA3 4,38 R$ 24,74 +26,1%
LPSB3 3,96 R$ 31,40 +10,50%
SCAR3 3,75 R$ 25,07 +13,90%
RSID3 4,55 R$ 53,76 -2,60%

A Rossi também se destaca por apresentar downside de acordo com o Potential Value Indicator (PVI), que busca trazer uma média dos preços alvos propostos pelos analistas consultados. Em outras palavras, a atual cotação desta ação ultrapassa o preço-alvo estimado.

Cabe lembrar que o MCI é calculado apenas para ações com ao menos três recomendações de analistas distintos. Os demais papéis do setor de imóveis e construção civil que não aparecem nesta lista não receberem número mínimo de avaliações.

Passando a bola para os analistas
O downside que o PVI marcou para a Rossi Residencial pode, em grande parte, ser explicado pelo bom desempenho destes papéis, que acumulam no ano valorização de 103,13%. O Santander acredita que, mesmo com esta forte alta, estas ações continuam como uma boa opção de investimento, destacando a boa performance de vendas ao longo do ano.

O banco também tem boas perspectivas para a Klabin Segall, vendo os papéis da empresa descontados em relação aos seus concorrentes. A SLW Corretora vê desconto nas ações ordinárias da Brascan, avaliando ainda que a cotação do ativo não reflete as recentes e favoráveis notícias.

O UBS vê que o atual cenário e fundamentos beneficiam as ações da Cyrela, que continua impressionando com suas operações, além de ter a administração bem avaliada pelo banco de investimentos.

O Banco Espírito Santo aposta que a Camargo Corrêa deverá apresentar números positivos nos próximos resultados, devido ao seu portfólio de investimentos direcionado às classes média e alta, além dos ganhos auferidos com a entrada no segmento econômico. Por fim, a Itaú Corretora acredita que o papel da Gafisa está próximo de seu potencial de valorização.
webloo

webloo

66695 26/06/2007
acho que pode cair mais um pouco entre 27,5-28,5.ou oscilar entre 29 e 30.deverá retomar a alta que poderá ser forte nas duas próximas semanas com resistencia a transpor definida pela reta que une os 3 ultimos topos,que é na minha opinião o ponto mais dificil de transpor.passado os 30-31 o caminho fica livre para algo em torno de 36 e ao final do ano 43.precisa ganhar força e diminuir o valor da resistencia para passar com maior facilidade.
  • 10 Out 2007, 23:11
  • 10 Out 2007, 23:39
  • Tweet
rodrigues3

rodrigues3

2058 21/07/2007
10/10/2007 - 21h19
Setor hipotecário dos EUA lança coalizão para conter inadimplência
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da Efe, em Washington

Os principais atores do setor hipotecário nos Estados Unidos --como bancos, intermediários imobiliários e administradores-- lançaram uma campanha para tentar conter a inadimplência no setor.

Esta iniciativa, batizada de "Hope Now" (Esperança Agora), foi apresentada nesta quarta-feira pelo secretário do Tesouro americano, Henry Paulson.

Segundo Paulson, esta coalizão representa uma tentativa de ajudar os clientes a enfrentar a reestruturação de suas hipotecas, de modo a evitar a execução dos créditos e permanecer em suas casas.

Participam da coalizão entidades financeiras como Bank of America, Citigroup, Countrywide Financial, Fannie Mae, First Horizon National, Freddie Mac, National City, Washington Mutual e Wells Fargo.

Além disso, foram incorporadas as instâncias da administração que zelam pela segurança neste setor, assim como intermediários e organizações sem fins lucrativos.

A campanha de ajuda aos clientes em dificuldades começará em novembro, com um envio seletivo de informações pelo correio, assim como com a implantação de novas práticas no setor financeiro.

Esta iniciativa representa uma nova tentativa de conter os efeitos da grave crise hipotecária sofrida pelos Estados Unidos, e que no mês de agosto provocou turbulências nas bolsas de valores do mundo inteiro.

Embora tenha sido desencadeada pelo aumento na inadimplência nas hipotecas de alto risco ("subprime"), outros fatores influenciaram a crise hipotecária, como a baixa nos preços das casas e a alta nas taxas de juros.




advrsb1

advrsb1

421 08/08/2007
atraves de minha analise chutometrica, acredito que a gfsa3 vai subir 4,31%, hoje!!
belardov

belardov

3321 14/05/2007
Muitos especialistas do setor comentando a respeito dela. Acredito em alta para curto prazo.
thiagom2

thiagom2

235 11/09/2007
belardov,

Começo a duvidar pelo menos do que os "especialistas" dizem a respeito da gafisa.
No final de agosto ela entrou como TOP5 na carteira do Itaú, era a primeira da lista. Se você participar do chat com o grafista ou estrategista do Itaú, tanto um, quanto o outro vão lhe orientar a relizar e partir para PETR ou Bradesco.
Sei que a petrobrás é muito forte mas ja subiu muito esse ano....

Fora que os dois dizem que ela já chegou no topo, não sobe mais do que isso!!!!

Acho que se segurar hoje no fechamento acima de 30,00, semana que vem teremos um bom gap na abertura e ai sim o caminho está livre pois essa barreira está difícil de passar..

No mais, eu ainda acredito no papel para o fim do ano.
alexsandroz

alexsandroz

27 20/09/2007
FIT Residencial cresce no rastro da Gafisa

São Paulo, 9 de Outubro de 2007 - Subsidiária usufrui de parcerias e insumos do grupo, mas quer terrenos e força de vendas próprios. O administrador Newman Brito deixou a diretoria da Schahin Desenvolvimento Imobiliário há pouco mais de dois meses para assumir o cargo de diretor superintendente da FIT Residencial, subsidiária da Gafisa voltada para o segmento residencial econômico. Sua missão é tornar a empresa, que ainda não completou um ano de existência, um dos principais players nacionais da baixa renda, seguindo os rastros da Gafisa para acelerar parcerias e negociações regionais. Entretanto, também visa dar independência à empresa com novas tecnologias construtivas e força de venda própria.
"Aproveitamos parcerias já estabelecidas pela Gafisa com empresa locais, como a OAS, em Salvador, que buscavam parceiros com expertise no segmento econômico", diz Brito. Essa parceria foi firmada no ano passado, através de joint-venture para todo o mercado baiano. "Além disso, aproveitamos o pool de empresas, que irá aumentar quando a operação da Bairro Novo tiver início, para negociar commodities como cimento e aço."
A Bairro Novo é uma terceira empresa da Gafisa, em parceria com a Odebrecht, para criação de "comunidades" com mais de mil unidades habitacionais - volume máximo para a FIT. Com atividade prevista para 2008, a Bairro Novo pode inclusive criar novos mercados para a FIT, já que traz infra-estrutura e desenvolvimento de novas áreas, que terão expansão futura. Enquanto a FIT foca lançamentos entre R$ 60 mil e R$ 130 mil, aproveitando não só a classe C como certa fatia da classe B, a média de lançamentos da Bairro Novo deve ser de R$ 50 mil, conforme já divulgado pelo grupo. A Gafisa detém ainda a Alphaville Urbanismo, adquirida no ano passado.
"Queremos aproveitar toda a sinergia que o grupo pode oferecer, o que nos dá uma certa vantagem para competir com líderes no segmento econômico", afirma Brito. Ele se refere ao modelo das mineiras MRV e Tenda e também de marcas dentro de grandes companhias, como a Living, da Cyrela Brazil Realty.
Brito também terá que enfrentar o rival que ajudou a preparar. A Schahin Desenvolvimento Imobiliário virá a mercado no próximo mês, deixando o perfil familiar para uma atuação nacional mais ousada - e já com novo executivo, Guilherme França, que deixou a diretoria comercial da Setin Empreendimentos Imobiliários.
O Grupo Schahin, que recebeu aporte no último mês de US$ 20 milhões do banco de desenvolvimento alemão DEG-Deutsche Investitions und Entwicklungsgesellschaft mbH e financiamento de US$ 40 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), através de seu braço financeiro Banco Schahin, não confirma a informação de mercado. A empresa afirma que "tem avaliado todas as alternativas estratégicas possíveis para se posicionar no mercado de maneira ainda mais competitiva. Porém, até o momento, não há nenhuma definição sobre o tema."
Na área de engenharia desde 1966, o grupo atua com incorporação residencial e comercial e com prestação de serviços na área de projetos e construção, com as marcas Schahin Engenharia e Mogno Construtora.
"Temos cerca de cinco fortes concorrentes nacionais, mas a estratégia da FIT é entrar em mercados ainda não tão disputados, como Belém no Pará", afirma Brito. A vocação para atuação nacional já se registra desde o primeiro ano: a empresa fez três lançamentos e tem outros sete agendados antes do ano terminar entre São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Salvador e Belém.
Em agosto deste ano, a Gafisa firmou parceria com a Franere no Maranhão, Planc na Paraíba e Rio Grande do Norte, e Bricks no Ceará e em Pernambuco, que podem vir a ser parceiros também da FIT, assegurando expansão no Nordeste. Para 2007, a previsão da subsidiária é somar lançamentos de 3 mil unidades com valor geral de vendas (VGV) de R$ 200 milhões, número que deve dobrar no próximo exercício, quando deve atuar também em Curitiba, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Se a empresa usufrui das benesses de pertencer a um grupo já consolidado, também busca firmar uma marca independente, com atuação diferenciada através de novas técnicas construtivas e uma força de vendas especializadas, como já faz a empresa "mãe" com o braço Gafisa Vendas. "Já planejamos a FIT Vendas, talvez para 2008, com força de vendas que represente 30% da necessidade total de corretagem. O restante continuará sendo feito por empresas terceirizadas", diz o executivo, que acredita que o modelo gera mais profissionalização e competição saudável no negócio.
A construção, hoje de alvenaria estrutural, também pode ser alterada com modelos que a empresa tem buscado no México, Colômbia e Estados Unidos. "Queremos reduzir o tempo da obra de 12 para 8 meses. O ganho de escala está totalmente atrelado à tecnologia", diz. Hoje são três pessoas no grupo de 60 da FIT focadas nessa necessidade, que ganhará um núcleo de inteligência específico em 2008.
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 8)(Maria Luíza Filgueiras)
rodrigues3

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2058 21/07/2007
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Diretores de incorporadoras debatem efeito do subprime norte-americano no setor

Por: Conrado Mazzoni Cruz
11/10/07 - 14h29
InfoMoney


SÃO PAULO - O impacto da crise das hipotecas de alto risco nos EUA dividiu a opinião de diretores de grandes empresas do setor imobiliário listadas na Bolsa de Valores de São Paulo em debate promovido pelo Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) nesta quinta-feira (11).

"O problema não está resolvido." "Ainda existe cautela." foram frases de Luiz Largman, diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Cyrela Realty, que espera, contudo, que o mercado de crédito norte-americano passe por um ajuste.

Já Paulo Mazzali da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário acredita que o mercado será afetado muito "suavemente" com a crise do subprime. "Se é que ela existe", ironizou o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da incorporadora.

Crise por tabela
A inadimplência decorrente das hipotecas para clientes com histórico duvidoso afetou os ativos de grandes bancos de investimento dos EUA. O resultado foi uma reprecificação de carteiras. Detonada no período de final de julho e agosto, a turbulência nas bolsas mundiais prejudicou especialmente os papéis do setor de imóveis no País.

"Fundos estrangeiros saíram do setor de Real State em todos os países, saindo de mercados emergentes", explica Mazzali. Com o aumento do grau de aversão ao risco, investidores optam por abandonar os investimentos em ações para ampliar posições em títulos do governo norte-americano.

A queda da taxa básica de juro norte-americana na era Greenspan, que chegou a 1% ao ano, propiciou um relaxamento das condições de financiamento do crédito. "E o que aconteceu? Uma hora isso tinha que dar problema", prossegue Largman, que destaca erros na metodologia de avaliação das agências de classificação de risco. Incapazes de antecipar os problemas.
ricfalcao

ricfalcao

11 06/09/2007
O que acham da Gafisa para esta semana? Será que conseguimos vencer essa resistência nos 30,00???
Sucesso a todos!!!
thiagom2

thiagom2

235 11/09/2007
O que está acontecendo com a Gafisa??? Não deixam o papel fluir de forma alguma.. quando pensa em subir, derrubam!!!
2jjc

2jjc

286 04/03/2007
Alguém sabe o motivo pela queda deste ativo?
alaor_brenner

alaor_brenner

48 05/09/2007
caindo por motivo de realizacao de lucros tendo em vista que ate 3 semanas atras era indicacao de compra da maioria das corretoras... desde inicio do mes com o nome fora das principais indicacoes perde forca principalmente por ter subido muito em tao puco tempo... apesar da queda continua em canal de alta
webloo

webloo

66695 26/06/2007
fiquem atentos para quando gfsa3 tocar a banda bollinger inferiorao(ao redor dos 27).provavelmente aí ela retomará sua tendencia de alta com mais força rumo aos 36.isso pode demorar mais alguns dias
p.php?pid=chartscreenshot&u=9c1sTldyqsrrRjcZhstzbmAtYpRpjCDC
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webloo

webloo

66695 26/06/2007
um gráfico atualizado.a barreira a transpor é a reta azul.quanto mais o grafico se arrastar para a direita menor será a força necessária para que ela faça isto.reparem que o banda bollinger superior já a ultrapassou.é só aguardar mais um pouco.
p.php?pid=chartscreenshot&u=3r3jPBYFTH0OGbGnljxTRwJ3S45wTkdx
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  • 15 Out 2007, 20:37
  • 15 Out 2007, 23:16
  • Tweet
luke2006

luke2006

3118 18/07/2007
amanhã tem tudo pra dar uma crescida pq o estócastico está mt baixo.

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Ativos Discutidos
BOV:GFSA3 1.02 0.0%
Gafisa SA
Gafisa SA
Gafisa SA
Índices Mundiais
Alemanha 0.0%
Austrália 1.2%
Brasil 0.7%
Canadá 0.9%
EUA (Dow Jones) 1.1%
EUA (NASDAQ) -1.5%
França 0.4%
Grécia 0.0%
Holanda 1.0%
Inglaterra 0.3%
Itália 0.8%
Portugal 1.4%
Maiores Altas (%)
BOV:GFSA12 0.17 30.8%
BOV:TOKY11 0.34 30.8%
BOV:TOKY3 0.37 23.3%
BOV:ONCO3 1.21 11.0%
BOV:PCAR3 2.63 10.0%
BOV:ABCB2 4.54 9.9%
BOV:OIBR3 0.12 9.1%
BOV:LUXM4 3.22 7.3%
BOV:AFLT3 7.52 7.3%
BOV:MXRF12 0.15 7.1%

Dado por: