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Gafisa: Gfsa3: Potencial De Val: 61,7% Top5 Itau (GFSA3)

RENA_FERA
  • Dono
  • 126
  • 24/05/2007

Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.

RelatorioTop5Mensal.pdf

Comentários

victorkopp

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38 14/08/2007
eu acho q ta em queda.
p.php?pid=chartscreenshot&u=JbLdL0BnuPPLorXGemThtOfWG7zh%2FBEN%2FhABBlONh4w%3D
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421 08/08/2007
Financiamento de imóveis cresce 137% em setembro sobre um ano antes

SÃO PAULO - As novas operações contratadas pelos agentes financeiros do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que operam com recursos das cadernetas de poupança, atingiram R$ 1,852 bilhão no nono mês do ano, o que significa um aumento de 3,14% sobre agosto.

De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (16) pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), na comparação com setembro do ano passado, a alta foi muito maior, de 136,89%.

Contratações acumuladas
Nos nove primeiros meses do ano, as contratações de financiamentos imobiliários realizadas pelos agentes do SBPE atingiram R$ 12,178 bilhões, o que representa um crescimento de 81,03% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo a Abecip, 18.170 unidades foram financiadas em setembro, 1,16% a menos do que no mês anterior e 105,89% superior ao montante verificado no nono mês de 2006.

Já no acumulado de janeiro a setembro deste ano, a Abecip contabiliza 135.363 unidades financiadas, o que significa um incremento de 64,99% sobre o mesmo período do ano passado.

Depósitos versus saques
Por fim, os novos depósitos efetuados nas contas poupança superaram os saques em R$ 3,429 bilhões em setembro, elevando a quase R$ 14,5 bilhões o montante total líquido captado nos primeiros nove meses do ano.

Para a entidade, com base nos números obtidos nos primeiros nove meses do ano e considerando que tradicionalmente o último trimestre é o que apresenta os melhores resultados em termos de captação líquida, é possível prever que 2007 será marcado pelos excelentes resultados nas contratações e na captação de recursos pelas contas de poupança.

fonte: http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/infomoney/2007/10/16/ult4040u7507.jh tm
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421 08/08/2007
Emprego na construção volta aos níveis de 1995

16-10-2007

O índice de emprego formal da construção civil brasileira acumula resultado positivo, nos oito primeiros meses do ano. Até agosto, as construtoras preencheram mais de 163 mil novas vagas, um aumento de 10,5% em 2007. O resultado permitiu ao setor acumular um estoque de 1,715 milhão de trabalhadores, voltando a registrar o nível de emprego ostentado em 1995, deixando definitivamente para trás o longo declínio da atividade sofrido até 2004.

Somente em agosto, o setor incorporou mais 29,5 mil empregados formais, provocando uma elevação de 1,75% no nível de emprego sobre o mês anterior, segundo levantamento do SindusCon-SP e da FGV Projetos, com base nos dados do Ministério do Trabalho. Os dados mantêm o otimismo do SindusCon-SP, que projeta um crescimento de 7,9% para o PIB da construção civil em 2007.

Nos últimos doze meses terminados em agosto, o emprego no setor acumulava crescimento de 8,34% (saldo de 132 mil empregados). Já na comparação do saldo acumulado deste ano com o do ano passado, o aumento é de 7,16%.

Em agosto, o nível de emprego na construção paulista praticamente repetiu o desempenho de julho. Foram contratadas mais 9.343 pessoas em agosto, elevando o emprego em 1,96%. Até aquele mês, o setor registrava aumento anual de 13,26% no nível de emprego (+56,8 mil vagas). Em 12 meses, a elevação foi de 14% (+56,7 mil empregos). No fim de agosto, o setor empregava 485,6 mil trabalhadores com registro no Estado de São Paulo.

Até agosto, a região de Bauru destaca-se no Estado, com um acréscimo de 25,45% no ano, o que representa a inclusão de 3.744 trabalhadores ao efetivo da região. Em Ribeirão Preto, o setor acumula crescimento de 15% no nível de emprego de janeiro a agosto (mais 3.485 operários). Em compensação, a região de Presidente Prudente acumulou modestos 105 novos empregos no ano, alta de 1,93%.

Juntamente com a região de Santos, Presidente Prudente registrou queda no nível de emprego em agosto. As vagas minguaram 0,42% e 0,11%, respectivamente.

O desempenho na Capital paulista manteve o bom ritmo de conbtratações, com a abertura de 4.617 vagas em agosto, ou 2,07% a mais. Os trabalhadores formais do setor na Capital totalizavam 227,9 mil naquele mês. No ano, a elevação atingia 16,8% na cidade de São Paulo e, em 12 meses, 17,9%.

– O nível de emprego na construção civil continua crescendo em todas as regiões do país, com destaque mais uma vez para o Norte, que registrou alta de 3,26% em agosto (+2.801 trabalhadores). No ano, a região já acumula crescimento de 22,6% no nível de emprego do setor.

A menor evolução aconteceu no Nordeste, onde o saldo foi de 1,39% no mês (+4.004 vagas). Na Região Sudeste, o crescimento foi de 1,69%, ou 16.124 postos a mais.
http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas07/161020074a.htm
dren

dren

154 04/10/2007
Esta é uma reprodução da mensagem que deixei no site da própria BISA3

Ola amigos,
Agora descobri porque a Bisa3 é consenso de mercado.
Dei uma olhada no VGV dela de 2006 e ele é de 400milhões. Seu VGV de 2007 segundo notícia já publicada foi de 700milhões (80% maior) SOMENTE NOS 9 PRIMEIROS MESES sendo que suas projeções para o final do ano são de 900milhões (120% maior). Considerando que a empresa não vende todo o seu VGV em um ano, apesar das vendas de seus últimos lançamentos terem sido extraordinariamente rápidas, seus estoque vão aumentar enormemente e ela realizando o seu VGV de 1,2milhão em 2008(3 T-R-E-S vezes maior que o de 2006) nem precisa dizer o que vai acontecer. Portanto o potencial citado para a BISA é só para 2007. Em 2008 as coisa vão continuar, muito, muito boas, para dizer o mínimo.Além disso, a recente alta da empresa foi apenas correspondente ao aumento do guidance, recentemente divulgado, de 27%, portanto seu potencial anterior entre 60 – 70% continua intacto e é aliás um dos maiores da bolsa considerando as recentes altas da Bematech e Gafisa. É açãocom potencial extraordinário não só para 2007 mas em 2008 o bicho vai pegar mais ainda. Aos colegas que costumam consultar a economática, notem que há alguns dados incorretos (o que aliás esta me deixando puto, pois embora a maioria dos bons investidores tenham percebido isso, pode confundir alguns investidores mais desatentos): o seu P/L considerando apenas o resultado dos 6 primeiros meses de 2007 é de 50. Em 2006 seu resultado foi menor principalmente por causa das despesas de IPO de 47 milhões. Seu resultado normal seria 100milhões o que daria um P/L de 25 (média do mercado) ISSO COM VGV DE 400MILHÕES. Aviso a todos. O resultado do terceiro trimestre vai surpreender muito. Não é a toa que é consenso de mercado. Quando o mercado descobrir porque ela é consenso de mercado, ai ela já podera´esatra em patamares bem mais altos. Estou com um apartamento inteiro investido nela. Não descarto aproveitar uma ou outra oportunidade de curto prazo se for muito muito boa, mas com certeza esse é o meu investimento base até o fim de 2008. È ação para investir muito e não tirar, pra curto e médio prazo. Outra coisa suas dívidas diminuíram em 2/3 com os recursos da IPO. De cerca de R$750milhões para R$250milhões.
Aos que quiserem entrar, os dados estão aí a disposição de todos, é fundamento, não opinião.

Depois não digam que eu não avisei.

11.02 - PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, MERCADOS E EXPORTAÇÃO
17/05/2007 09:51:40 Pág: 57
Em 2006, a Brascan lançou onze edifícios em dois projetos com Volume Geral de vendas (“VGV”) de
R$378,0 milhões.
O primeiro lançamento foi o Les Résidences de Monaco (RJ), no qual a Brascan tem um VGV de R$198
milhões. Monaco é composto por seis edifícios e possui apartamentos de quatro suítes, entre 280 e 794 metros
quadrados com um preço médio de vendas de R$9.500/m2. Desde outubro de 2006, foram assinados contratos
para venda de aproximadamente 30% das unidades. A Brascan possui 55% do empreendimento e é
responsável também pelo gerenciamento do projeto e construção. A conclusão do projeto está prevista para
outubro de 2008.
O segundo foi o Santa Mônica Jardins Condominium Club (RJ) com um VGV de R$180 milhões para a
primeira fase. Santa Mônica possui apartamentos de quatro suítes, entre 206 e 260 metros quadrados. A
primeira fase do projeto, que será concluída em maio de 2009, compreende cinco edifícios e uma área de lazer
de 55.000 metros quadrados, com um VGV de R$180 milhões. Unidades totalizando R$103 milhões (ou 57%
da primeira fase) já foram vendidas desde o seu pré-lançamento em 11 de outubro de 2006. A segunda fase ,
que completará o empreendimento, inclui mais quarto edifícios.
No quarto trimestre de 2006, as vendas contratadas subiram 72,8% totalizando R$155,8 milhões, e as
vendas contratadas em metros quadrados também cresceram 4,7% no mesmo período, apesar do decréscimo
de 28,9% do número de unidades vendidas. O maior volume das vendas foi resultado, principalmente, do
aumento do número de unidades vendidas da Classe Média Alta e Classe Alta. Isso mostra o resultado de uma
excelente performance das vendas dos projetos lançados recentemente, Les Résidence de Monaco e Santa
Mônica Jardins Condominium Club. A participação desses dois segmentos no total de vendas durante o
trimestre alcançaram 81,0%. Como consequência, o preço médio por unidade aumentou de R$300 mil no
quarto trimestre de 2005 para R$728 mil no quarto trimestre de 2006, um crescimento de 142,8%.
Em 2006, as vendas contratadas foram de R$365 milhões, um aumento de 68,5% quando comparado com
o 2005, impactado principalmente pela boa performance das vendas dos empreendimentos Santa Mônica
Jardins Condominium Club, Les Résidence de Monaco, Praia de Itaúna, Santa Mônica Jardins Casas e Lotes,
Reserva de Itaúna e Condominium Club East Side.
O total de unidades vendidas em 2006 inclui a venda de 81 unidades para investimento por R$30,2
milhões, equivalentes ao valor contábil. Excluídas essa venda das unidades para investimento, nossas vendas
contratadas foram de R$334,5 milhões em 2006, um aumento de 54,5% comparado com o mesmo período do
ano anterior.
No final do ano de 2005, nós havíamos lançado um total de 554 Unidades em três empreendimentos: Top
Towers Offices, Panoramic Alto de Pinheiros e Praia de Itaúna, comparadas com 628 Unidades lançadas em
2004 nos empreendimentos Santa Mônica Jardins – 1ª fase, Maisons Leblon – 2ª fase, Up Side Condominium
Club e Condominium Club East Side. Em 2005, nós completamos a construção de 322 Unidades e vendemos
525 Unidades das quais 250 Unidades estavam em construção resultando num aumento de 72 Unidades
vendidas e não entregues. Em 2004, concluímos a construção de 266 Unidades e vendemos 548 Unidades, das
quais 361 Unidades em construção, resultando em um crescimento das nossas vendas de Unidades não
performadas de 64%. Nossas vendas de unidades não performadas reduziram R$43,6 milhões durante o ano
de 2005, que reflete a entrega de 322 unidades. A redução nas unidades não performadas em reais versus o
aumento por unidades reflete as vendas em nossos empreendimentos, Up Side, East Side e Top Towers, os
quais estão focados em clientes de Classe Média.

Brascan Residential aumenta guidance de lançamentos para este ano

Por: Equipe InfoMoney
19/09/07 - 14h00
InfoMoney


SÃO PAULO - A Brascan Residential enviou comunicado na última terça-feira (18) no qual revisa seu guidance de lançamentos deste ano para a faixa de R$ 900 milhões a R$ 1 bilhão, um aumento de 27% em comparação ao inicialmente esperado.

Ainda em seu comunicado, a empresa anunciou que lançará a primeira fase do projeto em Alphaville e outra no bairro da Mooca, ambos empreendimentos localizados no estado de São Paulo.

Projetos
O projeto de Alphaville está voltado para os segmentos residenciais de classe média-alta e comercial de pequenos escritórios, com um VGV (Volume Geral de Vendas) de R$ 408 milhões, sendo que nesta primeira fase o VGV totaliza R$ 280 milhões. Já o empreendimento da Mooca está voltado para as classes média e média-alta e possui um VGV de R$ 53 milhões.

Com os lançamentos desses projetos, programados para segunda quinzena de setembro, o VGV nos três primeiros trimestres de 2007 atinge R$ 700 milhões.
advrsb1

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421 08/08/2007
as adrs em ny estao subindo 2,7% e aqui esta empacada!!Alguem tem alguma explicação?
mjvieira38

mjvieira38

1586 02/03/2007
INDU parece buscar mm200p no horário. Gfsa3 tá no mesmo ponto. Vide Natu3 idem. Vai reverter. Acho que quinta e sexta serão de alta!
agropisa

agropisa

316 20/04/2007
Acredito que já iniciamos a onda 3 dessa perna de alta!
pezzente

pezzente

3253 28/02/2007
Pessoal,aproveitem o momento para comprar ações do ramo imobiliário,que em breve não vai mais dar tempo:Tecnisa,Brascan,gafisa ,Abyara,Camargo corrêa ,Inpar,estão baratíssimas,ao meu ver os resultados devem surpreender conforme as notícias que vem sendo apresentadas continuamente nos últimos dias,inclusive hoje no Infomoney saiu algo muito interessante sobre a Cyrela


Entrevista: estaremos entre as primeiras na baixa renda até o fim de 2007, diz Cyrela

Por: Conrado Mazzoni Cruz
18/10/07 - 20h44
InfoMoney


SÃO PAULO - Considerada blue chip dentro das opções do setor imobiliário na Bolsa de Valores de São Paulo, a Cyrela Realty comemorou o sucesso em suas vendas até setembro com uma a revisão para cima de suas projeções para 2007. São esperados agora R$ 4,6 bilhões em lançamentos e R$ 3,4 bilhões em vendas contratadas.

A confiança demonstrada pelo diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Luis Largman, tem uma explicação: a expectativa da empresa estar entre as maiores no ramo mais promissor do setor no final do ano, o segmento econômico, que inclui famílias com renda mais baixa.

Presente em 12 estados brasileiros, a líder nacional de incorporação residencial conseguiu R$ 3,6 bilhões em lançamentos no ano passado. Em entrevista à InfoMoney concedida no início de outubro, Largman também falou sobre a cisão com a Cyrela Commercial Properties e os impactos da crise no setor imobiliário norte-americano.

InfoMoney - Qual foi o principal motivo para a decisão de realizar a cisão entre Cyrela Realty e CCP?

Luis Largman - O motivo da cisão basicamente é que você tem dois negócios com naturezas diferentes. Um é o desenvolvimento e incorporação residencial e o outro são imóveis feitos para renda. Então, a natureza do risco, a natureza do retorno e a natureza do uso de capital são diferentes.

Necessariamente um acionista da Cyrela poderia não querer os ativos de renda ou um acionista da CCP poderia não querer correr o risco dos ativos da Cyrela. Então, dentro da política de governança corporativa e, no sentido de deixar o mais transparente possível as atividades da empresa, resolvemos separá-las.

Um outro motivo é que normalmente o mercado voltado à renda paga um múltiplo maior do que o da incorporação residencial.

IM - A turbulência dos mercados financeiros em nível mundial atingiu em especial as empresas ligadas ao setor imobiliário. Como o sr. vê a onda de IPOs de incorporadoras na Bovespa?

Largman - O que houve foi volatilidade, mas fundamento está aí. Você não pode avaliar o mercado por um período curto de volatilidade. O preço da Cyrela em setembro com certeza recuperou as perdas de agosto. Então isso por si só já é positivo.

''Se o mercado está absorvendo esse número de empresas [que está entrando] é porque existe demanda para essas empresas''
O mercado mundial passou por um ciclo de expansão no setor de real state nos últimos 30 anos e o Brasil está começando a engatinhar no último ano e meio, então não tem correlação nenhuma. Aqui a relação de, por exemplo, empréstimo ampliado sobre o PIB (Produto Interno Bruto) fechou o ano passado a 2% e esse ano deve fechar a 3%. Enquanto em outros países esse número é infinitamente maior.

Falar que a crise no mercado imobiliário norte-americano possa afetar o mercado brasileiro, uma contaminação setorial não faz o mínimo sentido. O único sentido que faz é se uma crise mundial afetar a atividade econômica do mundo inteiro.

Em relação à quantidade de empresas que entrou, o mercado é soberano. Se o mercado está absorvendo esse número de empresas é porque existe demanda para essas empresas. Se são boas ou ruins, hoje o mercado é soberano em dizer que são todas boas, amanhã ele pode continuar falando isso, pode falar que são todas excelentes ou algumas são ótimas e outras são boas e assim por diante.

IM - As empresas de construção civil listadas na Bolsa possuem estimativas fortes de crescimento para este ano. E existe a expectativa de boa parte delas realizar grande parcela de seus lançamentos previstos neste semestre. O sr. teme excesso de imóveis no mercado?

Largman - Olha, até o momento não, tanto é que nós acabamos de revisar o guidance para cima tanto em lançamentos quanto vendas.

IM - A Cyrela tem buscado posicionamento dentro do segmento mais econômico. Quais são as projeções? Há a chance de pressão sobre as margens operacionais?

Largman - A gente deve lançar mais de 12 mil unidades esse ano, o que deve nos colocar entre as duas principais, ou a primeira ou a segunda maior empresa do setor de baixa renda no Brasil. Isso vai ser muito importante.

Não vai haver pressão sobre margens de jeito nenhum. Porque o crédito até agosto aumentou 75% e a poupança continua batendo recordes. Hoje em dia o camarada consegue comprar casa, na baixa renda, com prestação de celular, não é nem prestação de carro. Com R$ 250 você já compra uma casa, então, com uma demanda reprimida de mais de 30 anos. Então a gente está muito tranqüilo com a demanda.

''Hoje em dia o camarada consegue comprar casa, na baixa renda, com prestação de celular, não é nem prestação de carro''
IM - Recentemente, enquete feita pela InfoMoney mostrou que, ao lado de Gafisa, a Cyrela está bem posicionada em termos de confiança dos investidores no setor. E ambas as empresas anunciaram diversas parcerias neste ano. Esse é o caminho do sucesso no setor?

Largman - Nós temos 70 parcerias, então, óbvio, que acreditamos muito nisso. Aliás o mercado copia isso, porque nós somos pioneiros em parcerias. O caminho do sucesso da Cyrela é ser agressiva comercialmente e conservadora em termos de fluxo de caixa.

IM - Na sua opinião, o que mais tem contribuído para o expressivo crescimento do setor imobiliário brasileiro, e o que ainda falta, em termos de prioridade. Quando o sr. prevê o boom de imóveis no Brasil?

Largman - Eu acho que as pré-condições estão dadas. O mercado de empréstimo hipotecário tem que continuar se desenvolvendo. Já começou, mas tem que se desenvolver mais e as taxas de juros caírem, eu acho que são as duas principais pré-condições para acelerar o crescimento.

Sobre a expansão do setor, eu acho que está começando, está no início do ciclo. Difícil falar sobre boom, é um mercado com uma tendência positiva. A tendência é se o Brasil cresce X de PIB, o setor imobiliário deve crescer entre 1,5X, 2X o PIB normal.

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rafaelsg

rafaelsg

857 05/02/2007
O preço está ótimo para quem quiser entrar.
abrantes_RJ

abrantes_RJ

7459 31/08/2007
O gráfico deste papel é muito interessante!!!!

Negócio é entrar na hora certa,..é papel pra monitorar com o dedo no gatilho.
alaor_brenner

alaor_brenner

48 05/09/2007
Gafisa em outubro da dando um show!!!!

Nao para de ter alegrias com ela:
Se a bolsa cai, a gafisa cai mais...
Se a bolsa fica estavel, a gafisa cai...
Se a bolsa sobe, a gafisa cai...

Quando vai reverter isso?????
webloo

webloo

66695 26/06/2007
eu tinha postado que ~27 seria um bom ponto de compra.a oportunidade não costuma bater duas vezes na mesma porta.essa semana isso aconteceu com gfsa3.será que existirá uma 3 oportunidade?
abrantes_RJ

abrantes_RJ

7459 31/08/2007
Pode ser amigo mas estou esperando a confirmação.
Estou com o dedo no gatilho mas essa de tentar adivinhar o fundo não da não.
Tem que voltar a subir.
Ai eu entro
nereo

nereo

63 30/07/2007
Esse Fórum da ADVFN é uma gracinha mesmo.

Quando a ação tá subindo, aparece um monte de sabichões.

Quando a ação cai, eles se mandam.

Esta ação está em clara tendência de baixa.

Só não vê quem não quer.

Amanhã é o último suspiro, depois é ladeira abaixo.


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davibon

davibon

118 21/06/2007
Realmente esse forum é uma gracinha...
Até meu filho de 1 ano sabe que o q o grafico esta mostrando, mas enxerga elhor quem ve oportunidades aonde ninguem enxerga.
As perspectivas do setor são muito boas, e a empresa tem bons fundamentos.
alexsandroz

alexsandroz

27 20/09/2007
Para que acompanha o NYSE pode ver que Gafisa (NYSE:GFA) esta subindo ja a três dias.
Se forem ver o ranking de compras aqui na bovespa, Merrill Lynch e outras extrangeiras tão comprando muito.
Semana que vem volta a subir. E no começo de novembro, com os resultados positivos do 3o. trimestre dispara de vez.
Bons negócios.
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Ativos Discutidos
BOV:GFSA3 1.02 0.0%
Gafisa SA
Gafisa SA
Gafisa SA
Índices Mundiais
Alemanha 0.0%
Austrália 1.2%
Brasil 0.7%
Canadá 0.9%
EUA (Dow Jones) 1.1%
EUA (NASDAQ) -1.5%
França 0.4%
Grécia 0.0%
Holanda 1.0%
Inglaterra 0.3%
Itália 0.8%
Portugal 1.4%
Maiores Altas (%)
BOV:GFSA12 0.17 30.8%
BOV:TOKY11 0.34 30.8%
BOV:TOKY3 0.37 23.3%
BOV:ONCO3 1.21 11.0%
BOV:PCAR3 2.63 10.0%
BOV:ABCB2 4.54 9.9%
BOV:OIBR3 0.12 9.1%
BOV:LUXM4 3.22 7.3%
BOV:AFLT3 7.52 7.3%
BOV:MXRF12 0.15 7.1%

Dado por: