RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
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amreis
150 24/12/2006Fundo estrangeiro paga R$ 422 mi por torre de escritórios no Rio
21-01-2008
Um fundo de investimento internacional, cujo nome não foi revelado, comprometeu-se a adquirir a participação da empresa Projeto Rio na primeira torre do Ventura Corporate Towers, complexo de escritórios de alto padrão que está sendo construído na Avenida República do Chile, no Centro do Rio de Janeiro. A operação, no valor de R$ 422 milhões, é uma das maiores transações imobiliárias no estado nos últimos dez anos.
O negócio foi fechado com a assinatura de um contrato de Compromisso de Venda e Compra de parte da Fase 1 do empreendimento, que tem entrega prevista para junho deste ano. De acordo com o contrato, a Projeto Rio, empresa desenvolvedora do Ventura e controlada pela Tishman Speyer e Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI), se compromete a vender aos investidores internacionais sua participação da área privativa da primeira torre do empreendimento, correspondente a aproximadamente 42 mil metros quadrados, depois de cumpridas as obrigações com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), proprietária original do terreno. O restante da área do Edifício permanecerá com a UFRJ.
A segunda torre do Ventura, semelhante à que foi negociada, também está em construção e tem entrega prevista para 2010. Juntos, os dois edifícios totalizam 105 mil metros quadrados de área locável de escritórios e varejo. As negociações entre a Projeto Rio e os investidores tiveram início em novembro do ano passado. Em 21 de dezembro, foi assinada uma opção de compra.
A Tishman é uma das maiores desenvolvedoras imobiliárias do mundo. Com sede em Nova York e escritórios em outras 21 cidades, conta com um portifólio de 92,9
milhões de metros quadrados, avaliado em US$ 40 bilhões.
Há 12 anos no Brasil, a empresa desenvolveu a Torre Norte do Centro Empresarial Nações Unidas, o maior empreendimento comercial da América Latina. Atualmente, está investindo em projetos comerciais e residenciais em São Paulo e no Rio de Janeiro, totalizando recursos da ordem de R$ 1,5 bilhão.
Além do Ventura, a Tishman Speyer lidera o desenvolvimento de um outro projeto comercial de alto padrão em São Paulo, o Rochaverá Corporate Towers. Também lançou o Landmark Nações Unidas, outro edifício comercial projetado para médias empresas de São Paulo, situado na Rua Flórida com a Avenida das Nações Unidas.
A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário, ligada a um grupo que tem tradição e presença no setor da construção pesada e da infra-estrutura, é uma empresa relativamente nova no setor de incorporação. Ela iniciou suas atividades em 2003 e no ano passado abriu seu capital no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo.
Em seu primeiro ano como empresa aberta, lançou imóveis em valor superior a R$ 1,2 bilhão – 180% a mais do que no ano anterior. Com banco de terrenos de cerca de R$ 9,5 bilhões em volume potencial de lançamentos (VGV), a CCDI é uma das dez maiores companhias em incorporação de empreendimentos residenciais e comerciais de alta qualidade do país.
Atua em todos os segmentos de mercado nos estados de São Paulo (capital e interior), Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Espírito Santo. Possui áreas para desenvolvimento na região metropolitana e no interior de São Paulo, incluindo um terreno de 5,2 milhões de metros quadrados em Caieiras. A companhia adquiriu, em agosto de 2007, participação de controle na HM Engenharia e Construções, para desenvolver empreendimentos no segmento de “primeiro imóvel”, com unidades de até R$ 100 mil.
O grupo Camargo Corrêa é um dos maiores conglomerados privados do Brasil e atua nas áreas de engenharia e construção, indústria de cimentos, de calçados e de tecidos, na siderurgia e no setor de concessões de energia e transportes. O grupo emprega 48 mil pessoas e, em 2007, obteve receita líquida estimada de R$ 10,4 bilhões.
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General Shopping adquire shopping em Campinas
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fgcb
31181 04/09/2007RESISTÊNCIA TÉCNICAS:
1) 27.68
2) 28.59
3) 29.68
SUPORTES TÉCNICOS:
1) 25.68
2) 24.59
3) 23.68
APENAS UMA COLABORAÇÃO!
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JOARP
367 23/07/2007porque a gafisa estaria querendo comprar a sultepa?
Gigante paulista quer entrar nos pampas. 27/01/2008
Caso a negociação de compra da Contrutora sultepa pela Gafisa se conclua até meados de fevereiro de 2008,deveremos ver uma gigante paulista invadindo o sul do pais.É uma saida encontrada pela gafisa para penetrar no RS,através de uma contrutora de tradição na região.Devemos acompanhar de perto.
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andressricardo
5679 25/10/2007Plantão | Publicada em 27/01/2008 às 13h50m
Reuters/Brasil Online
LONDRES (Reuters) - A Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, está prestes a revelar a proposta de aquisição da anglo-suíça Xstrata avaliada em mais de 80 bilhões de dólares, afirmou um jornal no domingo.
O Observer afirmou, sem citar fontes, que um acordo pode ser anunciado ainda nesta semana e que a Vale daria metade do capital em dinheiro e o restante em ações preferenciais.
Em outra reportagem, o Sunday Times afirmou que a Vale conseguiu um pacote de financiamento de 50 bilhões de dólares junto a um grupo de bancos globais depois que seu chefe financeiro, Fabio Barbosa, reuniu-se com 12 bancos na semana passada em Londres.
O HSBC está liderando um consórcio que incluiria Santander, BNP Paribas, Lehman Brothers, Credit Suisse e Citigroup, de acordo com a reportagem.
A Vale confirmou na semana passada que estava em negociações com a Xstrata sobre uma aquisição, mas alertou que a turbulência atualmente nos mercados financeiros globais apresentavam um obstáculo significativo.
(Por Miyoung Kim)
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dayafter
972 12/09/20071546 de 6399
fgcb
31181 04/09/2007SUPORTES TÉCNICOS:
1) 27.68
2) 26.63
3) 26.12
RESISTÊNCIAS TÉCNICAS:
') 29.24
2) 29.95
3) 30.80
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fgcb
31181 04/09/2007FECHAMENTO = 31.17 = 5.69%
RESISTÈNCIAS TÉCNICAS:
1) 31.91
2) 32.65
3) 34.05
SUPORTES TÉCNICOS:
1) 29.77
2) 28.37
3) 27.63
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Helder6
3 21/01/2008Construtoras devem lançar 140 mil imóveis econômicos
As dez maiores construtoras e incorporadoras brasileiras devem lançar cerca de 140 mil unidades habitacionais do segmento econômico em 2008 e nos próximos anos, estimou hoje o diretor-executivo do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi), Celso Petrucci, que apresentou palestra na Câmara Americana de Comércio (Amcham) de Porto Alegre (RS). Conforme o dirigente, a maior parte dos lançamentos será feita este ano.
Segundo dados da entidade, o crédito imobiliário apresentou um salto de 578% no período de 2002 a 2007. No ano passado, os financiamentos somaram R$ 18,3 bilhões.
As unidades habitacionais financiadas, que eram 29 mil em 2002, pularam para 196 mil em 2007. O crédito imobiliário deve chegar a R$ 21 bilhões este ano, com 230 mil unidades habitacionais financiadas.
Sandra Hahn
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rafaelcezar
6 17/10/20071550 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Crédito para imóveis crescerá no País mesmo com crise
O ciclo de expansão do crédito imobiliário no Brasil deve seguir em ritmo acelerado este ano, apesar das preocupações sobre uma recessão nos Estados Unidos e risco de contaminação mundial. Nas projeções dos bancos, não há espaço para pessimismo. A expectativa "conservadora" para este ano é emprestar, apenas com recursos da poupança, cerca de R$ 23 bilhões para a tão sonhada compra ou construção da casa própria - um aumento de 26% em relação aos R$ 18,3 bilhões do ano passado. Com os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), linha de financiamento que só no fim do ano passado começou a ser operada também pelos bancos privados, esses valores devem aumentar ainda mais.
Uma das explicações para o elevado otimismo é a ainda baixa relação entre os financiamentos e o Produto Interno Bruto (PIB). Segundo dados do Banco Central (BC), o crédito imobiliário representa hoje apenas 1,7% do PIB. No Chile, esse número é de 15%; no México, de 11%; e, na Espanha, de 44%.
Junta-se a isso o fato de o Brasil ter um déficit habitacional estimado em 8 milhões de unidades, segundo o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz Antonio Nogueira de França. Segundo ele, com a expansão prevista para este ano, o crédito imobiliário deve atingir 2,3% do PIB e, no ano que vem, 3,6%. Essa relação só chegaria a 10% do PIB em 2015 - ou seja, o espaço para crescimento ainda é enorme, garantem os especialistas.
"O crédito imobiliário no Brasil está no começo. No mundo, a modalidade representa 70% do volume de crédito para pessoa física. Por aqui, não passa de 20%", diz o superintendente de crédito imobiliário do Citibank, João Rigobello. Segundo ele, para atingir índices internacionais, o País terá de começar a destinar cerca de R$ 30 bilhões por ano para o setor.
De acordo com os bancos, a faixa de financiamento que crescerá mais a partir deste ano é aquela voltada para a classe média, entre R$ 100 mil e R$ 120 mil. "Esse valor médio vai reduzir a cada ano. Antes, a alta taxa de juros e os prazos reduzidos excluíam boa parte da população, pois a parcela não cabia no bolso dos consumidores", explica o vice-presidente do Bradesco, Norberto Barbedo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
AE
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RobertoZoom
500 02/07/2007algum motivo fundamentalista para GFSA estar levando este tombo hoje ??
1552 de 6399
malfer
467 13/07/2007Alguém sabe mais alguma coisa ?
1553 de 6399
RobertoZoom
500 02/07/2007oi malfer ,
estes gringos não entendem nada de mercado imobiliáriao no Brasil , é bem possível que seja só medo mesmo . O pior é que afetou até cyrela e outras ,
1554 de 6399
malfer
467 13/07/20071555 de 6399
Trevo08
271 09/01/20081556 de 6399
fgcb
31181 04/09/2007RESISTÊNCIAS TÉCNICAS:
1) 29.27
2) 30.64
3) 31.41
SUPORTES TÉCNICOS:
1) 27.13
2) 26.36
3) 24.99
1557 de 6399
Chinbica
2393 27/07/20071558 de 6399
Criniti
771 25/08/20071559 de 6399
JOARP
367 23/07/20071560 de 6399
fgcb
31181 04/09/2007GFSA3 - FECHAMENTO = 26.61 ( - 4.65%)
SUPORTES TÉCNICOS:
1) 26.12
2) 25.63
3) 24.64
RESISTÊNCIAS TÉCNICAS:
1) 27.60
2) 28.59
3) 29.08
IFR...........36.5 (intraday = 34.2)
ESTOCÁSTICO ...45.74
VOL............ 8.94 % menor que a média.
BONS NEGÓCIOS!