RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
1581 de 6399
andriwmarques
52 10/01/20081582 de 6399
andriwmarques
52 10/01/20081583 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Gostaria de te ajudar mas também recebi da Agora senior, uma lista é não consta a data de divulgação do resultado.
Agora te pergundo, será que ela busca 35 no curto prazo.
1584 de 6399
andriwmarques
52 10/01/2008Hoje o mercado promete, mas agora fiquei na dúvida quanto a valorização desse papel, eu contava com a divulgação do resultado pois o ano passado fui muito bom para ela...
1585 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/20071586 de 6399
Barra 2000
3832 09/02/2008Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
1587 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007CEF prevê R$ 5,7 bi para habitação em SP este ano
A Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou hoje orçamento para habitação no Estado de São Paulo em 2008 de R$ 5,7 bilhões, valor 11,76% maior que o desembolso do ano passado. Em 2007, foi contratado o valor recorde de R$ 5,1 bilhões para habitação na Caixa, cifra 41,34% superior aos recursos aplicados em 2006.
O orçamento inicial da Caixa para habitação no Estado de São Paulo no ano passado era de R$ 3,5 bilhões, mas o desembolso chegou a R$ 5,1 bilhões com as suplementações de recursos feitas ao longo do ano. Para 2008, o superintendente Regional da Caixa, Augusto Bandeira Vargas, prevê que também haja suplementações.
"Esperamos superar o crescimento de 41% dos recursos para habitação registrado em 2007", disse Vargas. Segundo ele, a melhora das condições de financiamento, com taxas de juros mais baixas e prazos mais longos que nos últimos anos, estimula que haja novos pedidos de suplementação de recursos para a habitação pela Caixa este ano.
Na aplicação dos R$ 5,7 bilhões inicialmente previstos, a Caixa vai utilizar as taxas de juros reduzidas recentemente com os recursos da poupança e, as em vigor desde o começo de janeiro, com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A redução dos juros resulta, segundo o superintendente, de repasse aos clientes da queda das taxas de inadimplência.
Convênios
Desde janeiro, a Caixa está ampliando o número de convênios com empresas para oferecer taxas de juros mais baixas para os funcionários. "Também temos cerca de dez convênios com construtoras e incorporadoras", disse Vargas.
Dos R$ 5,1 bilhões destinados à habitação pela Caixa em 2007 no Estado, R$ 2,37 bilhões tiveram origem no FGTS, R$ 1,6 bilhão na poupança e R$ 1,12 bilhão em outros recursos. Do total, R$ 2,8 bilhões vieram do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Outros R$ 2 bilhões de recursos do PAC foram aplicados em saneamento e infra-estrutura.
O total aplicado em habitação pela Caixa em São Paulo no ano passado financiou 204,706 mil unidades, o que representou crescimento de 97,14% em relação ao ano anterior. Na Grande São Paulo, foram 32 mil financiamentos habitacionais, no montante de R$ 2 bilhões.
Cerca de 75% das contratações do Estado foram feitas por famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos, faixa em que está concentrado o déficit habitacional. Para 2008, Vargas espera crescimento dos desembolsos em todos os segmentos, mantendo a proporção de 75% para a baixa renda.
Chiara Quintão
1588 de 6399
defrancolopes
36 09/05/2007www.gafisa.com.br/ri
1589 de 6399
rbbarrospfn
62 10/07/20071590 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Financiamento habitacional da CEF cresce 49%, é recorde em 2007
BRASÍLIA (Reuters) - As concessões de financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal somaram o valor recorde de 21 bilhões de reais em 2007, com crescimento de 49 por cento em relação ao ano anterior. Para este ano, a meta da instituição é elevar a cifra em mais 30 por cento.
"Já temos garantida a oferta de 20,3 bilhões de reais em empréstimos, mas a expectativa é de que vamos superar a projeção de crescimento do mercado para esse segmento, de 25 por cento", afirmou a jornalistas o vice-presidente de Finanças e Mercado de Capitais da Caixa, Márcio Percival.
O crédito comercial da CEF somou 53,7 bilhões de reais no ano passado, elevação de 14,5 por cento frente a 2006.
A instituição registrou no ano passado lucro líquido de 2,5 bilhões de reais, aumento de 5,2 por cento em relação a 2006. O resultado foi garantido em parte pela ativação de créditos tributários no valor de 1,4 bilhão de reais no quarto trimestre.
Ao ser questionada sobre a discrepância entre os resultados da CEF e dos principais bancos do país, que tiveram crescimento bem maior do lucro em 2007, a presidente da instituição, Maria Fernanda Coelho, afirmou que o lucro reflete o "foco" da Caixa.
"São papéis diferentes... Precisamos ter rentabilidade e menor risco, mas também temos políticas públicas", afirmou.
Ela acrescentou que, do total de lucro apurado, a Caixa já antecipou o repasse de 500 milhões de reais ao Tesouro Nacional no ano passado. Os recursos restantes serão repassados ao longo deste ano em datas a serem determinadas pelo Tesouro.
1592 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007País precisa de 27,7 mi de moradias até 2020
Publicidade
da Folha Online
O Brasil vai precisar de 27,7 milhões de novas moradias até 2020 para dar conta de atender o crescimento das famílias, zerar o atual déficit habitacional e acabar com cortiços e favelas, afirma reportagem de Fátima Fernandes e Cláudia Rolli publicada nesta segunda-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Segundo um estudo da FGV Projetos elaborado para o SindusCon SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil paulista), em 2020, o país terá 21,1 milhões de novas famílias. Além disso, o documento prevê eliminar as 2,431 milhões de moradias habitadas por duas ou mais famílias e as 3,548 milhões de moradias inadequadas, como as favelas.
Para o Ministério das Cidades, cerca de 40% dos recursos necessários para isso têm de vir dos cofres públicos, mesma estimativa do SindusCon.
1593 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/20071594 de 6399
malfer
467 13/07/20071595 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Hoje a ADR já subiu 4,8%, só falta buscar estes percentuais na bovespa.
1596 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Por: Conrado Mazzoni Cruz
26/02/08 - 19h37
InfoMoney
SÃO PAULO - Para os analistas do JPMorgan, quem está interessado nas opções de exposição ao setor imobiliário na Bovespa não deve perder de vista uma variável: nível de capitalização das incorporadoras de imóveis.
Isso porque, diante do ciclo amplamente favorável de crescimento, um nível elevado de recursos será necessário para sustentar a quantidade expressiva de lançamentos. Além disso, selecionar as empresas mais bem capitalizadas ganha cada vez mais relevância, se condiderado o potencial de consolidação do segmento.
"Abyara, Klabin Segall e Company estão entre as empresas em posição mais desconfortável em uma base relativa", afirma o banco de investimentos. Para traçar uma medida de "caixa disponível" das companhias para projetos nos próximos dois anos, o JPMorgan contemplou também o capital oriundo de unidades já finalizadas e os investimentos em terrenos.
Confira o levantamento:
Empresa Caixa Disponível
R$ Milhões
Cyrela R$ 2.000
PDG Realty R$ 1.212
Brascan Residencial R$ 1.137
MRV Empreendimentos R$ 1.048
Rossi Residencial R$ 804
Gafisa R$ 771
Tenda R$ 726
Agra R$ 707
EzTec R$ 639
Inpar R$ 577
Tecnisa R$ 535
Even R$ 509
Rodobens R$ 474
Helbor R$ 452
Camargo Corrêa R$ 388
Trisul R$ 382
CR2 Empreendimentos R$ 329
JHSF R$ 306
Abyara R$ 261
Company R$ 199
Klabin Segall R$ 196
Sem dívidas
O banco não tem dúvidas em afirmar que, enquanto algumas empresas possuem caixa suficiente para suportar os guidances previstos para 2008 e 2009, outras provavelmente deverão se empenhar em levantar capital.
Para o JPMorgan, uma alternativa relevante das componentes do setor de construção civil em 2008 será a emissão de dívida no mercado. Para ilustrar o argumento, cerca de R$ 650 milhões foram obtidos dessa forma no início do ano, o equivalente a 37% de todo o ano passado.
Mas o cenário não é desesperador. "Com o recente volume de dinheiro arrecadado nos últimos dois anos, a balança de pagamentos das incorporadoras não se encontra criticamente endividada", interpreta a equipe da instituição financeira.
1597 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007SÃO PAULO - Os financiamentos concedidos ao setor habitacional somaram R$ 46,3 bilhões em janeiro, de acordo com a Nota de Política Monetária e Operações de Crédito, divulgada nesta terça-feira (26), pelo Banco Central.
O número mostra um incremento de 1,1% sobre o mês de dezembro e de 26,4% com relação a janeiro de 2007.
De acordo com o BC, os números são referentes às operações realizadas por pessoas físicas e cooperativas habitacionais, sem considerar as operações destinadas a empreendimentos imobiliários.
Operações com recursos livres
O volume das operações para pessoas físicas* somou R$ 246,5 bilhões, com alta de 2,5% no mês. Esse desempenho refletiu, principalmente, a demanda relacionada a despesas das famílias nos primeiros meses do ano, assinalando-se, nesse sentido, expansão de 8,3% no saldo de cheque especial e de 3% em cartão de crédito.
A expansão de 2,3% na carteira de crédito pessoal refletiu, em particular, a oferta de linhas de crédito vinculadas à antecipação do décimo terceiro salário, ao passo que os créditos consignados apresentaram crescimento menos expressivo, de 1,4% no mês. Por sua vez, os financiamentos para aquisição de veículos aumentaram 1,9% no período.
Os financiamentos imobiliários mantiveram trajetória de crescimento, registrando acréscimos de 2,9% no mês e de 81,5% no ano.
(*) Crédito destinado às pessoas físicas engloba as seguintes modalidades: cheque especial, crédito pessoal, financiamento imobiliário, aquisição de bens (inclusive veículos), cartão de crédito e outros.
1598 de 6399
Chinbica
2393 27/07/20071599 de 6399
rprompt
24 02/01/2008Caro chimbica analisando o gráfico atribuo esta subida ao volume e ao suporte.
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
1600 de 6399
Sardinha2
432 03/09/2007