RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
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Barra 2000
3832 09/02/2008EU QUERO MAIS !!!
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Barra 2000
3832 09/02/2008Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
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rpereiraguerra
320 21/11/2007SE POSSÍVEL GOSTARIA DE SABER QUAIS SÃO AS ESPECTATIVAS DE ABERTURA PRA SEGUNDA FEIRA. SE HÁ TENDÊNCIA DE ALTA OU BAIXA?
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coitado
4028 14/08/20071645 de 6399
Barra 2000
3832 09/02/20081646 de 6399
Barra 2000
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1647 de 6399
andersonbt
113 11/04/2007Mas o que aconteceu com o cruzamento das médias móveis?
1648 de 6399
fgcb
31181 04/09/2007FECHAMENTO........30.27
VARIAÇÃO......... -5.38%
VOLUME........... 15% MENOR QUE A MÉDIA
ESTOCÁSTICO...... 58.5
IFR.............. 44.5......I= 35.1
DIA 28/3..........MÍN= 30.27; MÁXIMA= 32.22
2008/J/F/M.......MÍN= 23.87; MÁX= 35.90
RESISTÊNCIAS: 31.57/ 32.87/ 33.52
SUPORTES : 29.62/ 28.97/ 27.67
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Sardinha2
432 03/09/20071650 de 6399
lenizemaria
2301 06/09/2007Grata
1651 de 6399
coitado
4028 14/08/20071652 de 6399
Sardinha2
432 03/09/20071653 de 6399
coitado
4028 14/08/20071654 de 6399
Sardinha2
432 03/09/20071655 de 6399
Flaviosil
5 24/04/2007O percentual é, de longe, o maior entre os setores da indústria de transformação pesquisados, que englobam ainda bens de consumo, bens de capital e bens intermediários --todos em torno de 30%.
Ainda assim, as taxas médias de expansão da capacidade produtiva em materiais de construção --5% em 2007 e previsão de 9% em 2008- são as menores dentro da indústria. Já para o triênio 2008-2010, a perspectiva se inverte e o percentual (28%) é o maior.
"A preocupação [com o desabastecimento] existe, mas, se todo mundo se planejar, é possível ter isso sob controle", avalia João Claudio Robusti, presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil) do Estado de São Paulo. As empresas de médio porte, diz, são as que inspiram mais cuidado, pois as grandes estão fazendo contratos de longo prazo para evitar problemas no andamento das obras, que duram, em média, 18 meses.
Por meio de nota, a Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) disse que 'os investimentos no aumento da capacidade de produção se mantêm superiores ao crescimento do PIB [Produto Interno Bruto]'. Pesquisa da entidade mostrou que 61% das empresas consultadas pretendem fazer investimentos relevantes nos próximos 12 meses.
Ano crítico
Para Ana Maria Castelo, consultora da FGV Projetos que apresentou palestra sobre o tema ontem na sede do sindicato, "o ano de 2008 será o mais crítico" porque os investimentos feitos pela indústria quando a demanda começou a ficar aquecida ainda não estarão plenamente disponíveis, com o necessário aumento na capacidade de produção. O PIB da construção civil caiu 7,3% de 2001 a 2003 e cresceu 21,7% entre 2004 e 2007.
Por isso, afirma, é fundamental que haja maior planejamento das construtoras para evitar atrasos nas obras. "Numa perspectiva de curto prazo, pode haver gargalos localizados", alerta, citando como exemplo a falta de cimento que ocorreu no Centro-Oeste no segundo semestre do ano passado.
Nos últimos 12 meses, foi justamente o cimento que teve a maior variação nominal (25,88%) entre os insumos comprados pelas construtoras no Estado de São Paulo, seguido de concreto (14,88%), brita (13,24%) e areia (10,36%).
No mesmo período, o CUB (Custo Unitário Básico) registrou alta de 7,58%, puxado pelos materiais (7,95%). Já o INCC (Índice Nacional da Construção Civil), também medido pela FGV, subiu 6,18%.
Ana Maria cita como um dado positivo o fato de que o nível de utilização da capacidade instalada é menor nas indústrias de material de base (83%) -cimento, aço, tubos e conexões- do que nas de material de acabamento (86%).
Outro entrave apontado pela pesquisadora é a mão-de-obra, pois faltam trabalhadores qualificados, o que valoriza os salários dos que estão no mercado.
Li esta reportagem na folha on-line.
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coitado
4028 14/08/20071657 de 6399
cosmesapp
2024 10/11/20071658 de 6399
PNoliveira
8446 29/01/2008Hoje a Pactual não deixou o papel subir. Parece que estava tentando empurrá-lo para baixo e conseguiu.
Outra corretora que estava vendendo era a Fator.
Percebi que a Morgan comprou bastante o papel. Parece um bom sinal.
No after fechou a 29,27, chegando a 29,30. Também parece um bom sinal.
Toamra que suba pelo menos a 31 até sexta.
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Sardinha2
432 03/09/20071660 de 6399
lenizemaria
2301 06/09/2007