RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
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Barra 2000
3832 09/02/2008SUPORTE EM 29,00...
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rodrigues3
2058 21/07/2007Setor de material de construção cresce 8,5% no primeiro trimestre deste ano
Por: Roberta de Matos Vilas Boas
02/04/08 - 16h43
InfoMoney
SÃO PAULO - O setor de material de construção apresentou crescimento acumulado de 8,5% no primeiro trimestre de 2008, na comparação com o mesmo período do ano anterior, graças ao cenário econômico favorável, aos incentivos recebidos pelo governo federal e ao aumento de crédito para a habitação, segundo a Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).
A expectativa para todo o ano de 2008 é de que a expansão fique entre 8,5% e 10%. De acordo com o presidente da entidade, Cláudio Conz, os fatores que contribuíram para o crescimento são os mais diversos, como a queda dos juros, o aumento de financiamentos do setor e a mudança de classe social de mais de 20 milhões de brasileiros que passaram para a classe C.
"Isto fez com que o gasto familiar com habitação, em todas as classes, subisse 13,4% no bolso do consumidor. Nesse contexto, os gastos com material de construção cresceram 19% na comparação com 2006", afirma Conz.
Materiais
No período, as vendas de materiais básicos cresceram 11%, seguidas pelos materiais hidráulicos, com alta de 9,5%, elétricos, com 8,8%, e de acabamento, com aumento de 7%.
No estado de São Paulo, o crescimento foi um pouco menor: o setor teve alta de 8,3%, na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, sendo que cerca de 65% das vendas aconteceram nas cidades do interior do estado. Somente nesses locais, houve um crescimento de 9%. Considerando somente a capital e a Grande São Paulo, a alta registrada foi de 7%.
Para Conz, a diferença registrada entre o varejo e a indústria, que tem índices de crescimento muito maiores, se deve à ampliação dos estoques das lojas. "A tendência do comércio, desde o final do ano passado, é de aumentar os estoques, acreditando em melhores vendas. Além disso, esse aumento verificado pela indústria também ocorre em função das vendas para a construção civil, que não são realizadas pelas lojas de material de construção", afirma o presidente da instituição.
Logística
Porém, a Anamaco prevê problemas com logística, devido ao aumento do setor de Construção Civil e da produção. "O aumento de vendas não corresponde ao aumento de frota de caminhões para transporte e as escolha dos fretes pelo caminhoneiro será natural", diz Conz.
Por outro lado, a falta de profissionais capacitados para o trabalho nessa área está sendo, aos poucos, superado. "Os canteiros de obra de todo o país estão desenvolvendo um brutal programa de qualificação, transformando o espaço em verdadeiras salas de aula, nas quais o aluno tem aulas teóricas e práticas já em condição normal de trabalho", afirma o presidente da instituição.
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PNoliveira
8446 29/01/2008Penso em talvez entrar nela novamente. Só que amanhã e na sexta sairão indicadores de peso no EUA. Então achei melhor sair com um bom lucro e esperar para ver.
Sou do lema que dindin bom é no bolso e não na bolsa. É melhor deixar de ganhar do que perder. Por isso saí hoje.
Hoje percebi que a UBS Pactual comprou bastante o papel - ainda não pesquisei a quantidade exata. Mais o volume foi fraco e por isso ele caiu.
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rodrigues3
2058 21/07/2007SÃO PAULO - As ações das empresas brasileiras do setor imobiliário ficaram baratas após as recentes quedas ocasionadas por uma preocupação " exagerada " de que uma eventual elevação na taxa básica de juros (Selic) poderia esfriar a demanda por moradias. A opinião é do banco suíço UBS.
Segundo a instituição, a venda em massa dessas ações tem sido excessiva, já que os financiamentos imobiliários não estão diretamente ligados à taxa Selic. Além disso, as melhorias nas condições desse tipo de parcelamento, bem como a extensão dos prazos, irão compensar o juro mais alto, disseram em relatório os analistas Gordon Lee e Guilherme Vilazante.
Durante o primeiro trimestre deste ano, as ações das empresas do setor amargaram queda de 15%, enquanto que o Índice Bovespa (Ibovespa) recuou 4,6%.
Na avaliação do UBS, o Banco Central brasileiro poderá aumentar a Selic em dois pontos percentuais até o final do ano, com o objetivo de conter as pressões inflacionárias.
Em seu relatório, os dois analistas recomendam os papéis de construtoras que focam o mercado de baixa renda, como a PDG Realty, a MRV Engenharia e a Rossi Residencial.
Às 15h08, as ações da Rossi tinham alta de 5,96%, negociadas a R$ 16. Os papéis da PDG Realty subiam 2,32%, a R$ 22, enquanto as ações da MRV Engenharia avançavam 2,16%, cotadas a R$ 32,54. No mesmo instante, o Ibovespa subia 1,5%, aos 63.717 pontos.
(Murillo Camarotto | Valor Online, com agências internacionais)
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Aguia3
98 07/12/20071686 de 6399
Barra 2000
3832 09/02/2008FECHAMOS COM UM CANDLE DE ALTA (ENGOLFO DE ALTA)
VÁRIOS INDICADORES INDICANDO COMPRA...
ESTAMOS NUM MOMENTO DECISIVO...
OU VAI OU RACHA...
ALIÁS, TUDO ESTÁ NUM MOMENTO DECISIVO...
IBOVESPA...
DOW JONES...
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cosmesapp
2024 10/11/20071688 de 6399
Barra 2000
3832 09/02/2008AGORA É SÓ ESPERAR ELA REALIZAR UMA CATOTA...
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cosmesapp
2024 10/11/20071690 de 6399
Barra 2000
3832 09/02/2008PARABÉNS AMIGO...
AGORA EU ACHO QUE ELA REALIZA UM POUCO E VC ???
UM ABRAÇO...
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cosmesapp
2024 10/11/20071692 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/20071693 de 6399
Barra 2000
3832 09/02/20081694 de 6399
cosmesapp
2024 10/11/20071695 de 6399
Barra 2000
3832 09/02/2008OU AINDA ESTÁ COMPRADO ???
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rpereiraguerra
320 21/11/20071697 de 6399
lenizemaria
2301 06/09/20071698 de 6399
malfer
467 13/07/2007Como estão os suportes ainda ? R$ 29,00 ? Será que melhora amanhã ?
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malfer
467 13/07/2007Por: Conrado Mazzoni Cruz
09/04/08 - 12h45
InfoMoney
SÃO PAULO - A turbulência dos mercados financeiros, as incertezas sobre o nível de capitalização das incorporadoras e construtoras de imóveis e o medo sobre um aumento na taxa Selic transformaram o desempenho das ações do setor imobiliário na Bovespa num festival de desvalorizações de dois dígitos em 2008.
Para os analistas do JPMorgan, nem tudo está perdido. Traçando projeções para este ano, a equipe do banco de investimentos mostra confiança com os fundamentos da construção civil brasileira e interpreta a derrocada como um interessante ponto de entrada para investidores empenhados na performance de longo prazo.
O banco lembra que, no ano passado, 14 novas empresas do ramo imobiliário ingressaram na bolsa, captando R$ 7,9 bilhões. A cifra explodiu o número de lançamentos realizados no ano anterior - aumento de 180%, para R$ 26,2 bilhões e com R$ 15 bilhões em vendas contratadas.
"O guidance previsto pelas empresas indica um potencial de 63% de crescimento em lançamentos em 2008, mas com uma distribuição mais homogênea ao longo do ano", salienta a instituição financeira. Em 2007, 52% dos empreendimentos lançados foram apresentados no último trimestre.
Projeções
No entanto, ainda que a estimativa seja de encher os olhos, os analistas alertam que o foco dos investidores interessados no setor imobiliário deve ser pautado pelo ritmo das vendas contratadas e a evolução das margens operacionais, em detrimento ao incremento da quantidade de lançamentos.
"As vendas contratadas irão sinalizar a capacidade de execução das companhias e a habilidade delas em selecionar os melhores projetos, em termos de localização e produto, frente a um ambiente mais agressivo de competição", explicam.
"Algumas companhias devem requerer um capital adicional neste ano", acrescenta JPMorgan, de olho na manutenção de uma plataforma de operações mais ampla. As incorporadoras que desfrutam de um fluxo de caixa mais confortável poderão expandir a meta de lançamentos, sem comprometer sua alavancagem.
Além disso, as projeções já incorporam a possibilidade de pressão nas margens proveniente da maior exposição ao segmento de classes de renda mais baixa por parte das companhias. Unidades com preços abaixo de R$ 200 mil, por exemplo, tendem a ocupar grande fatia dos lançamentos de Cyrela (CYRE3), Gafisa (GFSA3) e Rossi (RSID3).
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Barra 2000
3832 09/02/2008PARECE QUE FEZ FUNDO NO INTRADAY...
TEREMOS UMA SEMANA PERIGOSA PELA FRENTE...
MAS ESTOU CONFIANTE...
SE CAÍR COMPRO MAIS...
SE SUBIR COMPRO MAIS...
UM ABRAÇO...