costela20
- Dono
- 399
- 10/04/2007
Análise Banco Pine (PINE4)costela20
Alguém poderia analisar esta trajetória ridícula do Banco Pine em seu início na Bolsa?
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Comentários
761 de 2481
ruymg
3795 05/09/2006762 de 2481
ARRIBA28
879 11/06/2008763 de 2481
WK2007
3134 02/06/2007Minhas colocações, assim como as suas, também não são profissionais. Acredito que são dois bancos bem geridos que estão "relativamente" baratos, acho que devido ao fato de que grande parte dos investidores que adquiriram suas ações por ocasião do IPO são estrangeiros, e saíram vendendo para compensar os prejuídos que apresentaram nos seus países de origem.
Acho que a diferença entre os mencionados bancos são duas: o Pine atua principalmente em crédito a médias empresas e crédito consignado, enquanto o ABC em crédito para grandes empresas. Observa-se que até agora, o nicho de atuação do Pine foi mais rentável, mas e a partir de agora, em face do aumento da competição?
A segunda diferença importante é que o ABC, devido a seu controlador (Arabic Bank), tem custos de captação menores do que o Pine, e talvez esse aspecto seja relevante para a composição das margens e da rentabilidade futuras. Além disso, o ABC também iniciou um programa de recompra de ações.
Não estou convencido de que o ABC é melhor opção do que o Pine, apenas estou fazendo o contraponto, para conhecer os argumentos dos colegas do fórum e, assim, investirmos melhor nosso pouco dinheiro.
764 de 2481
Gottardi
1914 28/07/2007765 de 2481
Gottardi
1914 28/07/2007766 de 2481
pioneto
22587 22/01/2008767 de 2481
pioneto
22587 22/01/2008768 de 2481
nisc
3297 02/01/2007769 de 2481
WK2007
3134 02/06/2007Se os dados fundamentalistas de pine ficarem em linha com a média do setor financeiro, já estou satisfeito.
770 de 2481
small caps
13703 21/02/2007Mercado "maluco" batendo em papéis que nada tem a ver com crise bancária... dos EUA...
Abraços,
Small caps.
771 de 2481
pioneto
22587 22/01/2008772 de 2481
manoellobato
717 18/06/200728/07/08 - 20h10
InfoMoney
O mercado acionário brasileiro tem tido quedas expressivas nos últimos meses que não se justificam quando olhamos para os fundamentos da economia e para o resultado das empresas nacionais. O que temos que analisar são os fatos que estão movimentando os mercados em direção oposta ao que esperaríamos em função da micro analise de resultados. O principal deles, diríamos, são os agentes de mercado.
Hoje ainda 32% dos negócios em Bolsa são realizados por investidores estrangeiros. Estes têm realizado perdas grandes em seus países de origem o que os leva a vender ações em países onde ainda têm ganhos, na tentativa de minimizar a má performance de seus fundos. Outro participante importante dos mercados acionários são os fundos de pensão, com 25% dos negócios.
Estes estavam aumentando suas participações em função da queda dos juros. Uma vez que a grande maioria tem como obrigação atuarial a correção pelo IGP-M mais uma taxa anual de 6%, a queda na taxa básica de juros levou a um aumento na compra de ações na tentativa de recuperar parte das perdas com os juros menores. Como o Banco Central passou a novamente elevar o juros, isso possibilitou aos fundos de pensão garantir a rentabilidade mínima exigida sem ter que aumentar o risco da carteira através da exposição ao mercado acionário.
"Deve ocorrer uma diferenciação entre o mercado brasileiro e o de outros países"
Portanto, os fatores que estão levando as bolsas brasileiras para baixo têm muito pouco a ver com resultados das empresas. Um bom exemplo é o que se passa com ações de bancos brasileiros, que tiveram quedas acima do Bovespa durante 2008. O motivo é apenas a percepção externa sobre bancos em geral e não contempla em nada os resultados dos bancos brasileiros.
Como o investimento em bancos foi um mal negocio no exterior, em função dos empréstimos não garantidos dados ao longo dos anos, a aversão ao risco foi generalizado sem a devida análise dos resultados dos bancos brasileiros que não tinham nenhum tipo de exposição ao risco que levou aos prejuízos homéricos dos grandes bancos internacionais.
De fato, os bancos brasileiros continuaram a apresentar resultados crescentes e a alta de juros promovida pelo Banco Central deve beneficiá-los ainda mais uma vez que têm compulsórios sobre 45% dos seus depósitos remunerados pela taxa básica.
Portanto, acreditamos que o continuado bom desempenho das empresas brasileiras e a solidez da economia devem levar a uma diferenciação no longo prazo entre o mercado acionário brasileiro e de outros países, sem se esquecer de uma análise fundamentalista profunda dos resultados de cada setor, antes do final do ano.
Catarina Pedrosa é chefe do departamento de análise para a América Latina do Grupo Banif e escreve mensalmente na InfoMoney, às segundas-feiras.
773 de 2481
chedi12
433 12/07/2007EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
Apesar do aumento dos juros para pessoa física, o volume de crédito na economia brasileira voltou a registrar taxas de crescimento mais altas em junho.
O volume de financiamentos cresceu 2,1% no mês, para o valor recorde de R$ 1,067 trilhão, e acumula alta de 33,4% em 12 meses, de acordo com o Banco Central. No mês anterior, o crescimento em 12 meses estava em 32,4%.
O governo já manifestou o desejo de que o crédito desacelerasse e crescesse a taxas abaixo de 30%, para ajudar no controle da inflação. Várias medidas já foram tomadas para que isso ocorra, como aumento de impostos e juros, mas essa desaceleração ainda não ocorreu.
O valor de R$ 1,067 trilhão corresponde a 36,5% do PIB (Produto Interno Bruto). A expectativa do BC é que o percentual termine o ano em 40% do PIB, acima do nível recorde de janeiro de 1995, quando estava em 36,8%.
O aumento do crédito vem sendo puxado pelas empresas. O crédito para pessoa jurídica com recursos livres subiu 3% no mês de junho e 41,3% nos últimos 12 meses. Para pessoa física, o aumento registrado foi de 1,6% e 32,4% nas mesmas comparações.
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Royall
1 10/12/2007775 de 2481
Gottardi
1914 28/07/2007776 de 2481
angelo01
105 27/01/2008777 de 2481
conservador22
365 04/09/2007PINE era 5% da minha carteira, depois que vendi TBLE, ROMI, RAPT e ITSA, e comprar tudo de PINE, agora PINE tem uns 60%.
Os outros 40% estão divididos em DURA4, BEMA3 e um pouco de EZTC3.
Acho que são 4 empresas que vão apresentar resultados robustos no médio prazo independente se os EUA vão desaparecer do mapa, ou não.
(embora a BEMA seja mais uma aposta especulativa, sem base em efetivo desempenho da empresa).
778 de 2481
DBINVEST
389 02/05/2008blog atualizado : http://dbinvestment.blogspot.com/
ACESSEM !!! VALE A PENA !!!
http://dbinvestment.blogspot.com/
http://dbinvestment.blogspot.com/
779 de 2481
conservador22
365 04/09/2007780 de 2481
leodepaula2002
40 27/02/2008Alguem já realizou um estudo comparativo dos fundamentos destes bancos?
Acredito que somente olhar para o P/VPA não seja o mais adequado mas gostaria da opinião dos colegas. Saudações!