Maltarollo
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Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
117061 de 200491
hdft
432 23/12/2007Mercado de trabalho
Assédio moral prejudica a 'saúde' profissional, física e mental do funcionário
Publicada em 14/03/2008 às 09h23m
Ione Luques - O Globo Online
RIO - Assédio moral no trabalho, também conhecido como violência moral ou terror psicológico, não é nenhuma novidade no meio profissional. É tão antigo quanto o próprio trabalho. Normalmente confundido com o assédio sexual, o assédio moral é a exposição dos trabalhadores a situações humilhantes, constrangedoras e vexatórias, que podem se tornar repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções do empregado. Especialistas consultados pelo O GLOBO ONLINE afirmam que é mais comum em relações hierárquicas autoritárias, em que predominam condutas negativas, desumanas e, muitas vezes, sem ética, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinados.
(Quer ler outras notícias que mexem com seu bolso, clique aqui )
Normalmente, a atitude desestabiliza a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a empresa, podendo forçá-la a desistir do emprego. O assédio moral , na avaliação dos especialistas, é um comportamento deselegante, impróprio em qualquer situação. Para Fátima Sanchez, gerente de Desenvolvimento Pessoal da Personal Service, demonstra falta de senso moral, além de demonstrar falta dos princípios básicos da liderança e da educação.
Saiba o que fazer em caso de ser assediado moralmente
"
É um ato desrespeitoso, completamente equivocado e, principalmente, que evidencia fraqueza e covardia por parte do autor
"
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- É um ato desrespeitoso, completamente equivocado e, principalmente, que evidencia fraqueza e covardia por parte do autor - completa André Moraes, da Talento e Profissão.
Conheça as estratégias de quem utiliza o assédio moral para agredir.
Este tipo de assédio, diz Fátima Sanchez, é caracterizado pela formação cultural de um chefe ou de um colega que se julga superior ou com poder de direito e não de fato. Ela acrescenta que o líder de fato não precisa utilizar este artifício para liderar.
- É muito utilizado por chefes que desconhecem o assunto ou psicologicamente se acham inferiores. São pessoas frustradas, que têm situações pessoais não resolvidas fora da empresa e pegam um subordinado como bode expiatório para descarregar sua frustração ou ira.
Clique aqui e descubra o perfil de um agressor.
Efeito devastador
Os especialistas apontam que a humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do funcionário de modo direto. Segundo a consultora Luisa Chomuni Alves, seu poder de destruição vai além da sua prática, acarretando prejuízos práticos emocionais para o funcionário e a empresa, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental, que podem evoluir para a incapacidade de trabalhar, desemprego ou até mesmo a morte. Uma pessoa que é assediada moralmente pode apresentar sintomas de stress, ser cabisbaixo, quieto, calado, triste, ter pressão alta e, até diabetes, ressalta Fátima Sanchez.
"
Materializam-se outros problemas que podem ser diretamente associados à questão: alcoolismo, drogas e, em caso extremo, suicídio
"
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- Alguns 'sintomas' podem caracterizar o assediado moralmente, como senso de injustiça, revolta, perda de auto-estima e desânimo - acrescenta André Moraes, lembrando que, conseqüentemente, o desempenho profissional cai, o que ajuda a piorar a situação.
Segundo ele, poucos são aqueles que sabem lidar com este tipo de situação. Certamente, a saúde pode ser afetada, pelo próprio moral abalado.
- Por vezes, materializam-se outros problemas que podem ser diretamente associados à questão: alcoolismo, drogas e, em caso extremo, suicídio.
117062 de 200491
andreasm
3903 04/11/2007117063 de 200491
agarrett
4859 31/05/2007BOA OU RUIM ???
©Jayme Ghitnick
16 de março de 2008
Boato 1: O Instituto Brasileiro de Siderurgia teria estimado um crescimento de 1% para a indústria neste ano, apesar do aumento dos custos e da "crise"...
Boato 2: A ação das autoridades brasileiras para conter a queda do dólar estaria sincronizada com intervenções semelhantes a serem feitas em outros países de grande economia.
Boato 3: A proposta de compra do controle da Xstrata pela Vale poderia estar na dependência de uma alta mínima de 15% na cotação das ações da vale a serem oferecidas em troca, compondo pelo menos metade do negócio.
BONS NEGÓCIOS!!!
link fonte
117064 de 200491
michaelmail
144 11/01/2008Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
117065 de 200491
tonussi2000
5401 06/07/2007117066 de 200491
joaquimcesario
4899 30/04/2007Vc não tem, evidentemente, que fazer os que os outros fazem, apenas tente, na medidaa do que lhe for possível, aprender ouvindo os outros, bem como com seus próprios erros.
Não lhe faço aqui este comentário no intuito de lhe agredir ou de lhe menosprezar, mas no intuito de proporcionar outras opções de manejo em um mercado sabidamente de renda variável. E é na variabilidade do mercado e dos preços que reside nossas maiores chances de no final sairmos mais vitoriosos.
Considere-me um companheiro de viagem e aprendendo juntos façamos bons negócios.
Manda notícias, se quiser, inclusive de suas estratégias tanto com Vale5 como com ITSA4. Vamos, pois, trocar idéias, técnicas, experiências, sucessos e frustrações. Aguardo sua opnião a respeito.
Um abraço e até mais tarde...
117067 de 200491
lamequebulhoes
3110 04/08/2007Como voce mesmo tenta colocar na cabeça do pessoal da ETER3, vamos SUFAR, ganhar neste canal que a VALE5 está a bastante tempo, se a VALE5 somente subisse você nunca poderia bendê-las pois nunca mais poderia recomprá-las por um preço menor.
Sucesso.
117068 de 200491
lamequebulhoes
3110 04/08/2007117069 de 200491
AndorinhaFGBC
640 25/11/2007Assédio moral prejudica a 'saúde' profissional, física e mental do funcionário
Publicada em 14/03/2008 às 09h23m
Ione Luques - O Globo Online
RIO - Assédio moral no trabalho, também conhecido como violência moral ou terror psicológico, não é nenhuma novidade no meio profissional. É tão antigo quanto o próprio trabalho. Normalmente confundido com o assédio sexual, o assédio moral é a exposição dos trabalhadores a situações humilhantes, constrangedoras e vexatórias, que podem se tornar repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções do empregado. Especialistas consultados pelo O GLOBO ONLINE afirmam que é mais comum em relações hierárquicas autoritárias, em que predominam condutas negativas, desumanas e, muitas vezes, sem ética, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinados.
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Saiba o que fazer em caso de ser assediado moralmente
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É um ato desrespeitoso, completamente equivocado e, principalmente, que evidencia fraqueza e covardia por parte do autor
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- É um ato desrespeitoso, completamente equivocado e, principalmente, que evidencia fraqueza e covardia por parte do autor - completa André Moraes, da Talento e Profissão.
Conheça as estratégias de quem utiliza o assédio moral para agredir.
Este tipo de assédio, diz Fátima Sanchez, é caracterizado pela formação cultural de um chefe ou de um colega que se julga superior ou com poder de direito e não de fato. Ela acrescenta que o líder de fato não precisa utilizar este artifício para liderar.
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Efeito devastador
Os especialistas apontam que a humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do funcionário de modo direto. Segundo a consultora Luisa Chomuni Alves, seu poder de destruição vai além da sua prática, acarretando prejuízos práticos emocionais para o funcionário e a empresa, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental, que podem evoluir para a incapacidade de trabalhar, desemprego ou até mesmo a morte. Uma pessoa que é assediada moralmente pode apresentar sintomas de stress, ser cabisbaixo, quieto, calado, triste, ter pressão alta e, até diabetes, ressalta Fátima Sanchez.
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Materializam-se outros problemas que podem ser diretamente associados à questão: alcoolismo, drogas e, em caso extremo, suicídio
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- Alguns 'sintomas' podem caracterizar o assediado moralmente, como senso de injustiça, revolta, perda de auto-estima e desânimo - acrescenta André Moraes, lembrando que, conseqüentemente, o desempenho profissional cai, o que ajuda a piorar a situação.
Segundo ele, poucos são aqueles que sabem lidar com este tipo de situação. Certamente, a saúde pode ser afetada, pelo próprio moral abalado.
- Por vezes, materializam-se outros problemas que podem ser diretamente associados à questão: alcoolismo, drogas e, em caso extremo, suicídio.
117070 de 200491
AndorinhaFGBC
640 25/11/2007Assédio moral prejudica a 'saúde' profissional, física e mental do funcionário
Publicada em 14/03/2008 às 09h23m
Ione Luques - O Globo Online
RIO - Assédio moral no trabalho, também conhecido como violência moral ou terror psicológico, não é nenhuma novidade no meio profissional. É tão antigo quanto o próprio trabalho. Normalmente confundido com o assédio sexual, o assédio moral é a exposição dos trabalhadores a situações humilhantes, constrangedoras e vexatórias, que podem se tornar repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções do empregado. Especialistas consultados pelo O GLOBO ONLINE afirmam que é mais comum em relações hierárquicas autoritárias, em que predominam condutas negativas, desumanas e, muitas vezes, sem ética, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinados.
(Quer ler outras notícias que mexem com seu bolso, clique aqui )
Normalmente, a atitude desestabiliza a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a empresa, podendo forçá-la a desistir do emprego. O assédio moral , na avaliação dos especialistas, é um comportamento deselegante, impróprio em qualquer situação. Para Fátima Sanchez, gerente de Desenvolvimento Pessoal da Personal Service, demonstra falta de senso moral, além de demonstrar falta dos princípios básicos da liderança e da educação.
Saiba o que fazer em caso de ser assediado moralmente
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É um ato desrespeitoso, completamente equivocado e, principalmente, que evidencia fraqueza e covardia por parte do autor
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- É um ato desrespeitoso, completamente equivocado e, principalmente, que evidencia fraqueza e covardia por parte do autor - completa André Moraes, da Talento e Profissão.
Conheça as estratégias de quem utiliza o assédio moral para agredir.
Este tipo de assédio, diz Fátima Sanchez, é caracterizado pela formação cultural de um chefe ou de um colega que se julga superior ou com poder de direito e não de fato. Ela acrescenta que o líder de fato não precisa utilizar este artifício para liderar.
- É muito utilizado por chefes que desconhecem o assunto ou psicologicamente se acham inferiores. São pessoas frustradas, que têm situações pessoais não resolvidas fora da empresa e pegam um subordinado como bode expiatório para descarregar sua frustração ou ira.
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Os especialistas apontam que a humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do funcionário de modo direto. Segundo a consultora Luisa Chomuni Alves, seu poder de destruição vai além da sua prática, acarretando prejuízos práticos emocionais para o funcionário e a empresa, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental, que podem evoluir para a incapacidade de trabalhar, desemprego ou até mesmo a morte. Uma pessoa que é assediada moralmente pode apresentar sintomas de stress, ser cabisbaixo, quieto, calado, triste, ter pressão alta e, até diabetes, ressalta Fátima Sanchez.
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Materializam-se outros problemas que podem ser diretamente associados à questão: alcoolismo, drogas e, em caso extremo, suicídio
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- Alguns 'sintomas' podem caracterizar o assediado moralmente, como senso de injustiça, revolta, perda de auto-estima e desânimo - acrescenta André Moraes, lembrando que, conseqüentemente, o desempenho profissional cai, o que ajuda a piorar a situação.
Segundo ele, poucos são aqueles que sabem lidar com este tipo de situação. Certamente, a saúde pode ser afetada, pelo próprio moral abalado.
- Por vezes, materializam-se outros problemas que podem ser diretamente associados à questão: alcoolismo, drogas e, em caso extremo, suicídio.
117071 de 200491
AndorinhaFGBC
640 25/11/2007Assédio moral prejudica a 'saúde' profissional, física e mental do funcionário
Publicada em 14/03/2008 às 09h23m
Ione Luques - O Globo Online
RIO - Assédio moral no trabalho, também conhecido como violência moral ou terror psicológico, não é nenhuma novidade no meio profissional. É tão antigo quanto o próprio trabalho. Normalmente confundido com o assédio sexual, o assédio moral é a exposição dos trabalhadores a situações humilhantes, constrangedoras e vexatórias, que podem se tornar repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções do empregado. Especialistas consultados pelo O GLOBO ONLINE afirmam que é mais comum em relações hierárquicas autoritárias, em que predominam condutas negativas, desumanas e, muitas vezes, sem ética, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinados.
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Saiba o que fazer em caso de ser assediado moralmente
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Os especialistas apontam que a humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do funcionário de modo direto. Segundo a consultora Luisa Chomuni Alves, seu poder de destruição vai além da sua prática, acarretando prejuízos práticos emocionais para o funcionário e a empresa, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental, que podem evoluir para a incapacidade de trabalhar, desemprego ou até mesmo a morte. Uma pessoa que é assediada moralmente pode apresentar sintomas de stress, ser cabisbaixo, quieto, calado, triste, ter pressão alta e, até diabetes, ressalta Fátima Sanchez.
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- Por vezes, materializam-se outros problemas que podem ser diretamente associados à questão: alcoolismo, drogas e, em caso extremo, suicídio.
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AndorinhaFGBC
640 25/11/2007Assédio moral prejudica a 'saúde' profissional, física e mental do funcionário
Publicada em 14/03/2008 às 09h23m
Ione Luques - O Globo Online
RIO - Assédio moral no trabalho, também conhecido como violência moral ou terror psicológico, não é nenhuma novidade no meio profissional. É tão antigo quanto o próprio trabalho. Normalmente confundido com o assédio sexual, o assédio moral é a exposição dos trabalhadores a situações humilhantes, constrangedoras e vexatórias, que podem se tornar repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções do empregado. Especialistas consultados pelo O GLOBO ONLINE afirmam que é mais comum em relações hierárquicas autoritárias, em que predominam condutas negativas, desumanas e, muitas vezes, sem ética, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinados.
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Normalmente, a atitude desestabiliza a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a empresa, podendo forçá-la a desistir do emprego. O assédio moral , na avaliação dos especialistas, é um comportamento deselegante, impróprio em qualquer situação. Para Fátima Sanchez, gerente de Desenvolvimento Pessoal da Personal Service, demonstra falta de senso moral, além de demonstrar falta dos princípios básicos da liderança e da educação.
Saiba o que fazer em caso de ser assediado moralmente
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É um ato desrespeitoso, completamente equivocado e, principalmente, que evidencia fraqueza e covardia por parte do autor
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- É um ato desrespeitoso, completamente equivocado e, principalmente, que evidencia fraqueza e covardia por parte do autor - completa André Moraes, da Talento e Profissão.
Conheça as estratégias de quem utiliza o assédio moral para agredir.
Este tipo de assédio, diz Fátima Sanchez, é caracterizado pela formação cultural de um chefe ou de um colega que se julga superior ou com poder de direito e não de fato. Ela acrescenta que o líder de fato não precisa utilizar este artifício para liderar.
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Materializam-se outros problemas que podem ser diretamente associados à questão: alcoolismo, drogas e, em caso extremo, suicídio
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Publicada em 14/03/2008 às 09h23m
Ione Luques - O Globo Online
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Saiba o que fazer em caso de ser assediado moralmente
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É um ato desrespeitoso, completamente equivocado e, principalmente, que evidencia fraqueza e covardia por parte do autor
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Este tipo de assédio, diz Fátima Sanchez, é caracterizado pela formação cultural de um chefe ou de um colega que se julga superior ou com poder de direito e não de fato. Ela acrescenta que o líder de fato não precisa utilizar este artifício para liderar.
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Materializam-se outros problemas que podem ser diretamente associados à questão: alcoolismo, drogas e, em caso extremo, suicídio
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Segundo ele, poucos são aqueles que sabem lidar com este tipo de situação. Certamente, a saúde pode ser afetada, pelo próprio moral abalado.
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117073 de 200491
AndorinhaFGBC
640 25/11/2007117074 de 200491
joaquimcesario
4899 30/04/2007Tudo bem andorinha, mas deixe então colocar de novo meu posicionamento frente a tonussi, pois assim ele pode lê-lo e gostaria muito de sua resposta/conversa.
PS: um abraço lamequebulhoes.
117075 de 200491
yasmim
460 05/10/2007Apego-me à teoria de que embora os pensamentos criem e exerçam controle muito além de qualquer limite conhecido pelo homem, criam apenas segunda a sua intensidade, qualidade emocional, profundidade de sentimento no campo vibratório. Noutras palavras, comparáveis aos comprimento da onda e a ciclagem de uma estação de rádio, os pensamentos tem uma força criadora ou controladora na exata proporçãoo de sua constância, intensidade e poder. Bjs
117076 de 200491
andrade2
3424 27/11/2006Minério de ferro deve render 61% mais
Publicidade
GITÂNIO FORTES
da Folha de S.Paulo
A perspectiva de mais um período de demanda aquecida desenha 2008 como um novo ano de quebra de recordes das commodities minerais, um mercado de oferta contida e estoques historicamente baixos.
As exportações devem disparar 40% em relação ao ano passado, para US$ 24,457 bilhões. As importações prometem aumentar 33,6%, para US$ 12,750 bilhões. Com isso, o saldo da balança comercial das commodities minerais deve fechar 2008 com US$ 11,707 bilhões, crescimento de 47,3% em relação ao ano passado.
Essas são as conclusões de levantamento feito a pedido da Folha a especialistas e analistas de mercado. As projeções não incluíram dados pormenorizados sobre a entrada em produção de novos projetos minerais no país.
As exportações são puxadas pelo minério de ferro, responsável por 70% dos embarques de commodities minerais do país. Projeções conservadoras apontam para receita de US$ 17 bilhões no ano, 61% mais que o obtido em 2007. O volume deve crescer apenas 11%, para algo em torno de 300 milhões de toneladas. O aumento da receita vem do preço em alta. As mineradoras têm obtido reajustes na faixa de 65% a 70% para este ano na comparação com as cotações praticadas em 2007. Para o próximo ano, as primeiras previsões apontam novas elevações, de 15% a 30%, no reajuste do minério.
O apetite das siderúrgicas explica também parte do crescimento das importações projetadas para este ano. As empresas brasileiras devem importar 15% mais carvão mineral no ano, chegando a 21,1 milhões de toneladas.
Os gastos tendem a "explodir" até US$ 3 bilhões, alta de 63% em relação ao ano passado. O preço deve ser reajustado de 80% a 100% até a metade do ano, em linha com a oferta mais modesta, a começar da China. O frio intenso no começo de 2008 prejudicou a logística de extração nas principais minas do país.
A outra parte das importações maiores se deve ao campo. A exemplo do carvão mineral, o Brasil é importador dos insumos para a produção de fertilizantes. A balança comercial dos compostos químicos de fosfatos tende a ser deficitária em US$ 2,430 bilhões, aumento de 35% em relação a 2007. Com potássio, os gastos devem bater em US$ 2,3 bilhões, 52% mais. Com enxofre, US$ 286 milhões, 66% mais.
Esses impactos nos custos devem ser compensados pelos resultados das cadeias da agricultura e do aço, que repassam os reajustes desses insumos.
Para os especialistas, os aumentos do ferro e do carvão serão assimilados pelo aquecimento que se prevê para a construção civil e a indústria automobilística.
O cobre lidera as importações minerais do país. Os gastos tendem a chegar a US$ 3,250 bilhões em 2008, em material semi-elaborado e refinado. O Brasil também exporta o produto, mas na forma de concentrados. Neste ano os embarques devem chegar à receita de US$ 2,1 bilhões. O déficit de US$ 1,150 bilhão praticamente repete o desempenho de 2007. "A expectativa é que, até 2010-2012, essa conta esteja zerada, com a extração nas novas minas da Vale", diz Mathias Heider, especialista em recursos minerais do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) do Ministério de Minas e Energia.
Extração maior
O Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração) também aguarda aumentos expressivos na extração de zinco e níquel, o que deve deixar o Brasil em situação mais confortável nesses produtos. Para este ano, o déficit de zinco deve chegar a US$ 250 milhões, praticamente o mesmo valor de 2007.
Para o níquel, a previsão é superávit de US$ 420 milhões. No ano passado, o Brasil teve 3% de participação no mercado mundial de níquel. Para 2018, a expectativa é que fique com 11%, atrás apenas da Austrália (14%) e da Rússia (12%).
O mercado internacional neste mês prosseguiu cravando novas cotações recordes. Em Londres, a tonelada do cobre ensaia superar os US$ 9.000 a tonelada métrica. Pela primeira vez, o preço do ouro passou os US$ 1.000 a onça (31,1 gramas) em Nova York. O preço do alumínio ultrapassou US$ 3.200 a tonelada métrica, com problemas na extração da África do Sul e da China.
Os exemplos de preços elevados se multiplicam: chumbo rumo a US$ 3.000 a tonelada; níquel a US$ 30 mil --depois de alcançar o recorde de US$ 55 mil no ano passado--; estanho a US$ 18 mil e zinco também mirando R$ 3.000.
Levantamento do DNPM, do Ministério de Minas e Energia, divulgado no começo do mês, mostra que a tonelada dos metais custava, em média, apenas US$ 1.000 em 2002. Seis anos mais tarde, esse valor passou a US$ 4.000.
Ação dos fundos
O boom mineral deve se estender ao menos até 2010. Mesmo reconhecendo que os fundos de investimento desempenham papel primordial para as cotações em alta, analistas consideram ser remota a chance de esse movimento ser apenas mais uma "bolha" financeira. O mercado estima que esses fundos movimentem cerca de US$ 2 trilhões em negócios com petróleo, minerais e alimentos. Prova disso são os negócios à vista, que também registram sucessivos recordes.
Sustenta o preço das commodities minerais a demanda mundial aquecida a um ponto muito além da possibilidade de expansão da indústria. Do começo da década até fevereiro passado a cotação do ferro subiu 374%; do cobre, 440%; do níquel, 372%; do chumbo, 480%; e do zinco, 178%.
Ao divulgar os resultados do ano passado, a Vale, principal empresa na extração de minérios do país, avaliou que "o dinamismo das maiores economias emergentes, como China e Índia, concorra para compensar parcialmente o efeito da contração do crescimento das economias desenvolvidas" --EUA, Europa e Japão. A expectativa de mercado doméstico firme no Brasil também contribui para a sustentabilidade das empresas com base no país.
A demanda chinesa calça a análise da Vale. No ano passado, a China respondeu por 49% do consumo mundial de minério de ferro, 33% do de alumínio, 26% do de cobre e 24% do de níquel
117077 de 200491
yasmim
460 05/10/2007Muito obrigado.
117078 de 200491
gutoz
1443 20/10/2007117079 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007chutômetro?????????????visões????????????????
Fundamentos???????????notícias??????????????
como pode afirmar???????????????????????????
Poste pelo menos algo convincente.
gutoz - 16/Mar/2008 10:52 - 117078 de 117078 citação denúncia/ofensivo
Atenção, notícia forte! Vale baterá 53,00 ainda semana que vem! Fiquem de olho.
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AriZao2
11 06/11/2007Sei que muitos dos colegas vivem de aplicar em Ações, e é exatamente nesse mercado que pretendo iniciar. Portanto, gostaria que se alguém tem material (apostilas, livros, artigos) que pode me auxiliar nesse início de carreira, favor me enviar palo mail ariovaldo.nogueira@gmail.com.
Atualmente estou investindo pela Caixa E Federal que, para resgatar demora D+4 e para aplicar D+2...
Abraços a todos
AriZao