Maltarollo
- Dono
- 1043
- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
121301 de 200491
eplopes
15070 09/04/2007O cobre melhorou
121302 de 200491
quikc
5479 23/11/2007http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u384480.shtml
121312 de 200491
ils11
619 16/02/2007Enquanto isso nao acontece, vou digitando F5 e clicando 'Proxima Pagina>>'.
Obs.: Eu moro na Alemanha. Venha fazer uma visita. (desculpem-me amigos, eu sempre tenho que meter mais lenha na fogueira)
Abracos!
121313 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007TheStar.com | Business | Meet the king of booming Vale
Meet the king of booming Vale
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Agnelli doesn't let a broken foot get in the way in masterminding the metamorphosis of his fiefdom
Mar 20, 2008 04:30 AM
Andrei Khalip
reuters news agency
RIO DE JANEIRO–When Roger Agnelli was structuring merger and acquisition deals in the 1990s as a young Brazilian investment banker, few would have imagined he would end up steering one of the world's top mining companies from one international takeover to another.
It was hard to picture Brazil's Companhia Vale do Rio Doce, then a bloated state-run enterprise, embarking on a global expansion drive, which chief executive officer Agnelli has masterminded since 2001.
Friends and rivals alike say a nose for great deals, vast experience with capital markets, charisma and perseverance – mixed with aggressiveness and a management style some call authoritarian – are key in what Agnelli brought to Vale, helping to turn it into a global powerhouse.
The youthful-looking, 48-year-old athletic executive with curly black hair has come to symbolize the new Vale, which is embarking on a seemingly unstoppable expansion cycle and diversifying from its core business of iron ore into other metals.
With 14 acquisitions already made under Agnelli, including the $18 billion (U.S.) purchase of Canadian nickel producer Inco in 2006, Vale is now in complex negotiations to acquire Swiss-based rival Xstrata in what could become one of the world's biggest takeovers, valued at more than $90 billion.
"He did a fantastic job taking advantage of the timing and realizing that a company like Vale had to expand abroad," said Eike Batista, a billionaire Brazilian mining entrepreneur who in 2005 sold his big stake in Canada's Canico to Vale, giving it the large Onca Puma nickel deposit in Brazil.
"The timing of the Canico acquisition was excellent. Inco was even better, just a few months before prices tripled. He's the right person at the right place at the right time," said Batista, whose father was Vale's president when it was still in state hands.
Vale, the full name of which means Valley of the Sweet River, was privatized in 1997 for $3 billion.
In the last five years alone, Vale's market value soared 16 times.
A successful Xstrata deal would make Vale, now the world's top iron-ore producer, the planet's No. 2 diversified miner after BHP-Billiton and the No. 1 nickel producer.
Some analysts say the timing of the Xstrata talks may be off, considering recent market jitters. Others see Vale's huge iron-ore price hike of 65 to 71 per cent, hammered out with clients last month, as a more important financial element reinforcing the proposed deal.
The main sticking point in the talks is the question of marketing rights for Xstrata products that major shareholder Glencore does not want to give up, Vale said.
Agnelli has drawn the line on marketing rights, saying Vale prefers to deal with its customers on its own. People who know Agnelli say that, despite his audacity, he can walk away from a seemingly good deal if its conditions exceed his notion of prudence.
"If he said he will not give up certain things, he will not," said a long-time Agnelli colleague who did not want to be named, reflecting Vale's policy not to communicate outside of official channels, part of Agnelli's command style. "It's not part of a game. He is not two-faced. He is a brilliant negotiator who knows how to achieve what he wants, but he knows where to stop."
That was the case with aluminum producer Alcan, which Rio Tinto carried away last year for $38 billion. Agnelli said then Vale was interested but would not raise the stakes beyond what it considered a fair price.
Agnelli also is seen benefiting from his good relationship with President Luiz Inacio Lula da Silva, with whom he shares a penchant for emotional speeches on creating new jobs and making Brazil grow. Agnelli often brings young Vale workers along to media events to speak about their bright plans for the future.
Vale took Inco, the biggest acquisition so far, from under the nose of suitors Phelps Dodge and Teck Cominco by offering cash, which Agnelli quickly raised from a group of banks.
Agnelli is known as a workaholic who spends 16 hours a day in the office. To learn English, which he has been studying for the past two years, he lodged a teacher at his home so that they could have lessons over breakfast or before bed, Vale sources said.
His hobbies include motor boating in the resort area of Angra dos Reis near Rio, where he has a country home, and an occasional weekend game of soccer with friends.
He broke his foot playing soccer earlier this month, according to Vale sources, but travelled to Brasilia the next day for a meeting with government officials anyway. He checked into a hospital on his return.
121314 de 200491
hdft
432 23/12/2007as pessoas que estavam aqui e conseguiam alcançar seu nivel já abandonaram o forum á muito,só ficou,aprendis de feiticeiro.
isto aqui só serve para lermos as besteiras dessas""feras"",para sabermos o que não fazer.
boa pascoa para vc
121315 de 200491
rmsa
1917 30/06/2007ils11,
o que os alemães estão achando desse novo monumento inaugurado ao lado do Portão de Brademburgo em Berlin?
121316 de 200491
maspimentel
9832 05/06/2007Apenas um colunista da grande imprensa comentou, na quinta-feira, as pesadas vendas que têm sido realizadas pela corretora Morgan Stanley, na Bovespa.
Entretanto, desde meados do ano passado, esta corretora, sempre entre as principais do ranking, se destaca como vendedora ostensiva e permanente em nosso mercado. Sempre um assunto obrigatório nas rodas do mercado, o assunto tem sido ignorado pela mídia, estranhamente.
São privilegiadas outras explicações tidas como mais fáceis e que demandam menor trabalho jornalístico, como atribuir tudo que acontece aos eventos do mercado externo, especialmente o americano. Ninguém informa que o S&P500 subiu 4% em 2007 e o Ibovespa 72% (em dólar), nem busca as causas reais do descolamento. Aliás, o noticiário é dominado pelo que acontece na cena americana, com doutos personagens discorrendo gravemente a seu respeito...
Em 2008, como mostra o quadro (nos dias que faltam, a corretora teve presença irrelevante), as vendas da Morgan somam quase R$ 5 bilhões, 63% do total de vendas dos estrangeiros. Em 2007, as vendas líquidas dos estrangeiros totalizaram R$ 4,2 bilhões, com enorme carga no segundo semestre, quando a Morgan começou a se destacar.
O diagnóstico inicial foi de que, com a crise financeira americana, teria ficado negativo o fluxo dos Fundos e carteiras geridos pelos grandes bancos internacionais; como a maioria deles está recheada dos papéis de lançamentos, que absorveram em média cerca de 75% do
total, a preços sempre altíssimos, a liquidez para resgates teve que ser buscada principalmente nos principais papéis do mercado.
Como as vendas chegam a valores muito altos, tornando pouco viável a existência de carteiras desse porte a serem liquidadas, foi ficando claro que se tratava de um giro especulativo, alimentado por compras feitas através de outras corretoras, por papel alugado e por compras em New York (ADRs). O aluguel diminuiu dramaticamente nos últimos meses (subiu um pouco nesta semana...) e não há informação segura sobre os ADRs e sobre as parcerias de um eventual esquema.
Não há dúvida de que essa operação da Morgan Stanley, mesmo que não prevaleça por muito tempo, influi sempre no dia a dia da Bovespa, como foi o caso desta semana, pelos volumes envolvidos e pela técnica empregada, de derrubada ostensiva nesta quarta-feira, por exemplo.
O mais ridículo é atribuir quedas como as da quarta-feira, generalizadas e pesadas, às quedas das comodities naquele dia (sobem muito há anos...): a Vale anunciou naquele mesmo dia, um reajuste de 86% nas pelotas que exporta, depois dos mega reajustes do minério e a Petrobrás, que tem sido forçada a não reajustar preços internos, lucra com a queda do petróleo e, assim, não haveria esse motivo para ambas caírem cerca de 7%...
LEIAM TUDO NO LINK ABAIXO:
http://ghitnick.com/analise.html
121317 de 200491
tonussi2000
5401 06/07/2007121318 de 200491
PHYRATA
1719 09/10/2007121319 de 200491
nano1977
1005 09/07/2007me empolguei com a queda....
enbtrei em PETR4, CSNA3 e UBBR11 ...
mas já dmito que fiz cagada... acredito que semana que vem a tendencia de queda se confirmará...IBOv deve bater perto dos 53 mil de novo!
121320 de 200491
davibon
118 21/06/2007