Resumo do dia: Saiba o que aconteceu na política nacional

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Veja o que movimentou a política nacional hoje.

Denúncia contra Temer

Câmara dos Deputados passou o dia discutindo e votando a denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha Moreira Franco. Os deputados votaram pelo arquivamento da denúncia.

A oposição tentou evitar que o Plenário atingisse o quórum necessário, para adiar a votação, mas isso não foi possível. Eles chegaram a montar um plenário simbólico no Salão Verde da Câmara, afirmando que a Ordem do Dia deles era a “dignidade”.

Temer internado

No começo da tarde, após se sentir mal, Temer foi internado no Hospital Militar de Base de Área para a realização de um procedimento cirúrgico, por causa de uma obstrução urinária. Apesar do susto, o presidente já passou pelo tratamento e já recebeu alta.

Lula 2018

Em caravana por Minas Gerais, o ex-presidente Lula reformou o discurso de que irá ser eleito como presidente em 2018, caso não seja impedido pela Lei da Ficha Limpa. “Eu vou brigar até as últimas consequências para ser candidato, se for candidato eu vou ganhar, e quando eu ganhar esse País vai voltar a sorrir”, afirmou. Lula também voltou a defender a sua inocência e criticou a imprensa e as políticas do novo governo.

CPMI da JBS

O delegado Josélio Azevedo e a delegada Denisse Dias Ribeiro para auxiliar os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS. Eles poderão ser consultados sobre documentos e depoimentos admitidos pela Comissão.

Denúncia contra Lula

O desembargador Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) adiou um depoimento de Lula no caso em que ele é acusado de tráfico de influência na escolha da empresa fornecedora de 36 caças para a Aeronáutica. Ele, o filho Luis Claudio e os lobistas Mauro Marcondes e Cristina Mautoni são acusados desde dezembro de tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Presidência do PSDB

O Senador Aécio Neves informou ao presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati, que não irá renunciar  à presidência do partido, mesmo que se mantenha licenciado. Aécio havia se licenciado da presidência após o STF determinar o afastamento do seu mandato parlamentar.

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