Bom dia, Investidor! 10 de maio de 2019

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Esse é o Bom dia, Investidor! Com tudo o que você precisa saber antes da Bolsa abrir!

Para saber o que aconteceu ontem, após o fechamento dos mercados, confira o Momento do Investidor.

Destaques corporativos

Azul: O presidente-executivo da Azul (AZUL4afirmou nesta quinta-feira que suas duas maiores rivais impediram a empresa de ter um serviço competitivo na lucrativa ponte aérea Rio-São Paulo.

Rumo Logística: A redução dos custos financeiros levou a Rumo (RAIL3) do prejuízo para o lucro no primeiro trimestre, uma vez que a melhora dos resultados operacionais da companhia de logística da Cosan foi compensada por aumento de despesas. A Rumo anunciou nesta quinta-feira que teve lucro líquido de R$ 27 milhões no primeiro trimestre, após prejuízo de R$ 59 milhões um ano antes.

Carrefour:Carrefour Brasil (CRFB3) teve crescimento de dois dígitos no lucro líquido ajustado do primeiro trimestre, impulsionado mais uma vez por sua divisão de atacarejo Atacadão e controle de custos.

Sabesp: A Sabesp (SBSP3) teve lucro líquido de R$ 647,3 milhões no primeiro trimestre, expansão de 11,5% sobre o mesmo período do ano passado, informou a companhia de água e saneamento do Estado de São Paulo nesta quinta-feira, após o fechamento dos mercados.

Cyrela: A Cyrela (CYRE3) reverteu seu prejuízo líquido de R$ 51 milhões no primeiro trimestre do ano passado e teve lucro líquido de R$ 48,4 milhões de janeiro a março deste ano. O resultado foi impactado, positivamente, por R$ 12 milhões referente à participação de 50% na Cury e, negativamente, por R$ 16,5 milhões de contingências judiciais.

Uber: A polêmica empresa de tecnologia e aplicativos de transporte Uber definiu hoje os valores de sua oferta pública inicial (IPO na sigla em inglês) no mercado americano. O preço da ação foi definido em US$ 45, o que significa que a empresa deverá levantar cerca de US$ 8 bilhões com o IPO, segundo agências internacionais.

Vale: Vale (VALE3) anunciou hoje um prejuízo líquido de R$ 6,422 bilhões no primeiro trimestre por conta das perdas causadas pela tragédia do rompimento da barragem da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, no dia 25 de janeiro. No mesmo trimestre do ano passado, a empresa registrou um lucro de R$ 5,122 bilhões.

B3: A bolsa B3 (B3SA3) registrou no primeiro trimestre deste ano um lucro líquido recorrente (sem eventos especiais) de R$ 736,5 milhões, com um crescimento de 64,3% sobre o mesmo período do ano passado.

Suzano: A Suzano Papel e Celulose (SUZB3) apresentou resultado financeiro referente ao primeiro trimestre de 2019. A companhia, uma das maiores produtoras de celulose e integradas de papel do mundo, apresentou resultado financeiro líquido negativo em R$ 1,936 bilhões no 1T19, comparado ao resultado positivo de R$ 1,679 bilhões no 4T18 e ao resultado negativo de R$ 427 milhões no 1T18.

Recomendação de ativos

Azul (AZUL4): A equipe da Bradesco Corretora elevou o preço-alvo da Azul de R$ 43 para R$ 47 após os resultados do primeiro trimestre de 2019.

Pão de Açúcar (PCAR4): A Brasil Plural reiterou a recomendação de overweight para o Grupo Pão de Açúcar, com preço-alvo de R$ 103 ao fim do ano.

Marcopolo (POMO4): O Bradesco BBI cortou o preço-alvo para as ações da Marcopolo de R$ 5 para R$ 4,50 após a empresa publicar o balanço do primeiro trimestre de 2019,

Itaú BBA: O Itaú BBA elegeu as ações da Petrobras (PETR4) para compor a sua carteira recomendada Top 5, mostra um relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (8). Os papéis da Unidas (LCAM3) deixam o portfólio.

Notícias

EUA X China: A China fez um apelo aos Estados Unidos para encontrarem um meio-termo e consigam fechar um acordo que possa encerrar a guerra comercial entre os dois países, enquanto seu principal negociador chega a Washington para dois dias de negociações na esperança de evitar os aumentos de tarifas dos EUA a partir de sexta-feira (9).

Os dois lados pareciam estar convergindo para um acordo até o último fim de semana, quando o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou sua intenção de aumentar as tarifas após seus negociadores dizerem que a China estava recuando em compromissos anteriores.

Agenda econômica

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