Gol: Cinco novos destinos a partir de Congonhas

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A companhia aérea Gol (BOV:GOLL4) anunciou que a partir de outubro passa a oferecer voos para cinco novos destinos a partir do aeroporto de Congonhas, em São Paulo(SP).

Os destinos são Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Navegantes (SC) e o Galeão, no Rio.

O Aeroporto de São Paulo/Congonhas – Deputado Freitas Nobre, ou simplesmente Aeroporto de Congonhas, é um aeroporto doméstico no município de São Paulo, o segundo mais movimentado do Brasil. O aeródromo fica na zona sul da cidade, no bairro de Vila Congonhas, distrito do Campo Belo, e parte do distrito do Jabaquara.

O comunicado foi feito nesta quinta-feira (01), após o fechamento do mercado.

A Gol também segue operando a partir da capital paulista destinos como Brasília (DF), Salvador (BA) e a famosa ponte aérea com o Rio pelo aeroporto Santos Dumont.

Em setembro, a companhia já havia retomado os voos para Curitiba (PR), Belo Horizonte/Confins (MG), Porto Alegre (RS) e Recife (PE).

Visão do mercado

O Goldman Sachs elevou a recomendação das ações da Gol Linhas Aéreas de neutra para compra e o preço-alvo de R$ 17 para R$ 26,80, incorporando as medidas de redução de custos da companha, como licenças voluntárias, adiamento de pagamentos de leasing e mudanças de contratos que reduziram o risco de liquidez da empresa.

“Vemos a empresa bem posicionada em um ambiente de demanda doméstica em recuperação com ganhos potenciais de participação de mercado de seus concorrentes enfraquecidos. Além disso, como a demanda por viagens aéreas se recupera no Brasil, e acreditamos que a Gol pode ter aumentado o poder de precificação, visto que a capacidade de companhias aéreas em processo de reestruturação como a Latam Airlines poderá demorar mais para retornar ao mercado”, diz o relatório.

O banco aumentou as estimativas de Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) em 18%, mantendo as estimativas de dívida líquida.

Além disso, as estimativas de capacidade foram ajustadas para 2020, 2021 e 2022 em -8%, -8% e -2%, respectivamente. As receitas totais em +5%, -10% e +4%, e os custos totais em +16%, -3% e 0%, implicando em uma variação do Ebitda de -31%, -21% e +16%.

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