Havan está sendo aconselhada a adiar sua oferta pública inicial de ações

LinkedIn

A Havan Lojas de Departamentos está sendo aconselhada pelos assessores financeiros a adiar sua oferta pública inicial de ações dada recente turbulência do mercado, de acordo com pessoas familiarizadas com as conversas.

A empresa, sediada em Brusque, em Santa Catarina, havia entrado no final de agosto com documentos preliminares para um IPO, mas os bancos envolvidos na transação estão dizendo à empresa para adiá-la, disseram as pessoas, pedindo para não serem identificadas porque as discussões são privadas. A Havan não precisa de dinheiro imediato e pode esperar até que os mercados melhorem, de acordo com as pessoas.

Procurada, a Havan não comenta.

A transação, uma das mais esperadas na safra recente de IPOs do Brasil, está sendo conduzida por Banco Itaú BBA, XP Investimentos, BTG Pactual, Morgan Stanley, Bank of America, Bradesco BBI, Banco Safra e Banco Santander Brasil. A varejista esperava ser avaliada entre R$ 100 bilhões e R$ 70 bilhões de reais, disse uma das pessoas.

A Havan, do empresário Luciano Hang, tem cerca de 149 lojas em 112 municípios e registrou uma receita líquida ajustada de cerca de R$ 756 milhões em 2019, segundo dados do prospecto preliminar e de seu site.

Hang emergiu como um dos mais ferrenhos defensores do presidente Jair Bolsonaro na eleição de 2018 e costuma colocar réplicas da Estátua da Liberdade na frente de suas lojas.

Deixe um comentário