A Azul divulga os resultados preliminares de tráfego do mês de fevereiro

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A Azul divulgou os resultados preliminares de tráfego do mês de fevereiro. O tráfego de passageiros doméstico aumentou 4,6% em relação a fevereiro de 2019, frente a um aumento de 9,3% na capacidade doméstica , resultando em uma taxa de ocupação de 78,6%.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:AZUL4), nesta segunda-feira (08).

“Começamos 2021 com um posicionamento sólido, confirmado pelos nossos resultados de tráfego. Os próximos meses serão desafiadores, com sazonalidade fraca e a segunda onda da pandemia”, disse John Rodgerson, CEO da Azul. “Portanto, estamos ajustando nossa oferta de voos e vamos continuar monitorando a situação com cuidado. O Brasil está avançando em seus esforços de vacinação, e estamos confiantes de que veremos melhoras graduais na condição sanitária do país como estamos vendo em outras regiões do mundo”.

Na comparação com fevereiro de 2020, a queda da taxa de ocupação foi de 2,9 pontos percentuais (81,5% para 78,6%) nos voos domésticos; e queda de 14,2 pontos percentuais nos internacionais (de 79,9% para 65,7%).

VISÃO DO MERCADO

Goldman Sachs

O banco americano Goldman Sachs comentou os dados preliminares da Azul Linhas Aéreas, com a desaceleração do tráfego em fevereiro na comparação com janeiro, e afirmou que apesar dessa queda, continua com uma avaliação positiva com a empresa.

“Acreditamos que as medidas tomadas reduziram seu risco de liquidez e vemos a empresa bem posicionada no cenário de recuperação da demanda doméstica com potenciais ganhos de participação de mercado ante os concorrentes enfraquecidos”, diz o relatório.

O Goldman Sachs mantém a recomendação de compra com preço-alvo de R$ 39,10. A ação da companhia está sendo negociada hoje a R$ 35,59 na B3, uma alta de 0,23%.

Pandemia resulta em prejuízo líquido de R$ 10,8 bilhões em 2020, quatro vezes mais que 2019

Por conta da pandemia do coronavírus, a companhia aérea Azul teve prejuízo líquido de 10,83 bilhões em 2020, quatro vezes maior que os R$ 2,40 bilhões de 2019.

No acumulado do ano o recuo da receita foi de 49,4% quando comparado com 2019, passando de R$ 11,44 bilhões para R$ 5,79 bilhões.

O Ebitda de 2020 ficou em R$ 264,8 milhões, uma queda de 92,7% sobre os R$ 3,62 bilhões do ano anterior.

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