Ânima e Laureate esperam aval do Cade para finalização da compra dos ativos em meados de abril

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O grupo Ânima Educação está na expectativa de receber em abril o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a finalização da compra dos ativos da norte-americana Laureate no Brasil em meados de abril. As informações são do Estadão/Broadcast.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:ANIM3), nesta terça-feira (16).

A perspectiva é que o Cade aprove a negociação sem a exigência de grandes empecilhos. Ou seja, abrindo o caminho para a fase da integração dos negócios, após acirrada disputa no mercado de educação local.

A Ânima adquiriu os ativos da Laureate por R$ 4,4 bilhões. Assim, foi criado um grupo de 338 mil alunos, posicionando-a como a terceira maior empresa de educação no país listada em bolsa, atrás de Cogna e Yduqs.

Após vencer a batalha pelo negócio, a Ânima sinalizou que esperava o aval do Cade em até quatro meses. Esse prazo se esgota agora em março e a expectativa, segundo fontes do Broadcast, é de que o órgão se posicione no início de abril.

Enquanto aguardam o aval do Cade, executivos da Ânima buscam compradores para os ativos de menor compatibilidade com a empresa. Mas algumas unidades educacionais, porém, podem ser mantidas, como a UniRitter, por exemplo.

As informações são do Estadão/Broadcast

A Ânima pretende divulgar os resultados do 4T20 e referente ao ano de 2020 no dia 17 de março. 

→ Fundada em 2003, a Ânima é um grupo empresarial educacional, sendo uma das maiores organizações educacionais privadas de ensino superior do Brasil. Confira a análise completa da empresa com informações exclusivas.

Lucro líquido de R$ 1,8 milhão no 3T20

Será que Anima o resultado do terceiro trimestre da Ânima? De acordo com o balanço da empresa, o lucro líquido foi R$ 1,8 milhão, revertendo levemente o prejuízo de R$ 2,5 milhões do mesmo trimestre de 2019. O lucro líquido ajustado foi de R$ 20,1 milhões, contra R$ 11,5 milhões no 3T19.

No total acumulado do ano, em 2020 a companhia registra uma perda líquida de R$ 8 milhões, contra um lucro líquido de R$ 18,7 milhões obtidos no mesmo período do ano passado. No entanto, o lucro líquido ajustado saiu de R$ 40,8 milhões nos primeiros nove meses de 2019 para R$ 77,1 milhões na mesma comparação deste ano, uma alta de 88,8%.

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