BRF assina contrato com Banco do Brasil para financiar instalação de energia solar em granjas

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A BRF comunica que foram assinados os primeiros contratos do convênio entre a Companhia e o Banco do Brasil (BB), com o intuito de financiar a instalação de painéis de energia solar nas granjas e adequações ambientais nas propriedades dos produtores integrados da Companhia.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:BRFS3) nesta quinta-feira (11).

O referido convênio prevê a disponibilização de até R$ 200 milhões para produtores integrados investirem em eficiência energética, em conformidade com o plano de Sustentabilidade da BRF.

O convênio representa uma das iniciativas integrantes da estratégia de longo prazo da BRF, que prevê a continuidade do compromisso da Companhia com a sustentabilidade de forma transversal e permeando todo o seu negócio. A BRF estabeleceu como meta ampliar em 50% a autoprodução de energia elétrica provenientes de fontes limpas ou renováveis nos próximos 10 anos e a assinatura do convênio representa mais um passo nesta direção.

Os resultados da BRF S/A (BOV:BRFS3) referentes suas operações do quarto trimestre de 2020 foram divulgados no dia 25/02/2021. Confira o Press Release completo!

⇒ Confira a agenda completa da divulgação dos resultados do 4T20 e referente ao ano de 2020. Confira a cobertura completa de todos os balanços referente ao ano de 2020 das empresas negociadas na B3.

Lucro líquido de R$ 1,39 bilhão em 2020, alta de 14,6%

A BRF registrou lucro líquido de R$ 1,39 bilhão, elevação de 14,6% em relação a 2019, quando faturou R$ 1,21 bilhão.

A receita líquida cresceu 18% em 2020, para R$ 39,47 bilhões, ante R$ 33,44 bilhões em 2019. O ebitda recuou 2,5% na mesma comparação, para R$ 5,18 bilhões.

4T20

A processadora de carnes BRF teve lucro líquido de R$ 902 milhões no quarto trimestre, acima da média das expectativas dos analistas de R$ 572 milhões, com impulso da forte demanda da China e no Brasil. A alta foi de 30,8% em relação aos R$ 690 milhões em igual período de 2019.

O Ebtida – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – foi de R$ 1,496 bilhão, excluindo efeitos fiscais, o que veio em linha com a previsão dos analistas.

A receita líquida teve alta de 23,5%, para R$ 11, 47 bilhões. No Brasil, a companhia aumentou a receita líquida em 25,8%, para R$ 6,39 bilhões. O ebitda ajustado aumentou 30,9%, para R$ 1,1 bilhão, enquanto a margem aumentou 0,7 ponto percentual ante ao trimestre anterior, para 17,2%.

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