Confira os Indicadores Econômicos desta segunda-feira (15/03/2021)

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Confira os principais indicadores econômicos de hoje, em destaque o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) da instituição, considerado uma “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), teve alta de 1,04% em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado. O número foi calculado após ajuste sazonal, uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes.

Brasil

  • IBC-Br tem alta de 1,04% em janeiro, ficando acima do esperado

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) da instituição, considerado uma “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), teve alta de 1,04% em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado. O número foi calculado após ajuste sazonal, uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes.

Na comparação com janeiro de 2020, porém, o indicador registrou uma contração de 0,46%, informou o Banco Central.

Com o crescimento registrado em janeiro, o IBC-Br atingiu 140,30 pontos no mês retrasado e, com isso, superou o patamar registrado em fevereiro de 2020 (140,02 pontos), ou seja, de antes do início da pandemia da Covid-19.

  • Boletim Focus: IPCA para 2021 passa de 3,98% para 4,60%

Os economistas do mercado financeiro elevaram suas projeções para a Selic (a taxa básica da economia) no fim de 2021 de 4,00% para 4,50% ao ano, segundo o Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira (15). Há um mês, estava em 3,75%. o caso de 2022, a projeção seguiu em 5,50%, ante 5,00% de um mês antes. Para 2023, seguiu em 6,00%, mesmo patamar de quatro semanas atrás. Para 2024, permaneceu em 6,00%, igual a um mês atrás.

Em janeiro, ao manter a Selic em 2,00% ao ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central preparou o terreno para possível elevação dos juros em 2021. Isso porque a instituição deu fim ao chamado “forward guidance” (ou prescrição futura, na tradução do inglês).

Adotado em agosto de 2020, o “forward guidance” era uma indicação técnica do BC de que não pretendia elevar os juros se a inflação seguisse sob controle e o risco fiscal não se alterasse. O problema é que, nos últimos meses, a inflação ao consumidor está mais salgada, puxada por aumentos de preços em itens como alimentos e gasolina.

  • Balança comercial registrou superávit comercial de US$ 719,2 milhões na segunda semana de março

balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 719,2 milhões na segunda semana de março. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 15, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, o valor foi alcançado com exportações de US$ 5,367 bilhões e importações de US$ 4,648 bilhões.

No acumulado do mês, o saldo comercial é positivo em US$ 207,6 milhões. Já no saldo do ano, a balança está superavitária em US$ 373,9 milhões.

Embora positivo, o resultado no acumulado do ano é bem menor que em igual período do ano passado, quando o superávit acumulado era de R$ 4,47 bilhões.

Estados Unidos

  • Índice Empire State de atividade industrial subiu para 17,4 em março

O índice Empire State de atividade industrial na região de Nova York subiu de 12,1 em fevereiro para 17,4 em março, atingindo o maior nível desde julho do ano passado, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 15, pela distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) de Nova York.

O resultado veio consideravelmente acima da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam alta do indicador a 15 neste mês.

Ásia

  • Produção industrial chinesa cresceu 35,1% no 1° bimestre de 2021

A produção industrial chinesa do primeiro bimestre de 2021 cresceu 35,1% em relação a igual período de 2020, informou o Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês) do país neste domingo, 14 (pelo horário de Brasília). O resultado superou a expectativa de economistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam alta de 30,5%.

Na comparação com o primeiro bimestre de 2019, a produção industrial avançou 16,9%. Na margem, em fevereiro, o indicador avançou 0,69%. As vendas do varejo da China avançaram 33,8% no primeiro bimestre do ano em relação ao mesmo período de 2020, segundo o NBS. O setor também superou as previsões de economistas, que esperavam um crescimento de 31,3% das vendas. Na comparação com os dois primeiros meses de 2019, o resultado equivale a uma alta de 6,4%.

  • Preço médio de novas moradias nas 70 maiores cidades da China subiu 4,06% na comparação anual de fevereiro

O preço médio de novas moradias nas 70 maiores cidades da China subiu 4,06% na comparação anual de fevereiro, segundo dados divulgados pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, pela sigla em inglês) do país. O avanço mostra aceleração frente ao aumento anual de 3,70% registrado em janeiro. Em relação ao mês anterior, os preços de novas moradias chinesas registraram alta média de 0,36% em fevereiro. Em janeiro, o ganho mensal havia sido de 0,28%.

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