Grupo Pão de Açúcar: Rappi fecha acordo com empresa para voltar a oferecer entregas da gigante do varejo

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O Rappi anunciou um acordo com a GPA para voltar a oferecer entregas da gigante do varejo alimentar em seu aplicativo. Com uma parceria colaborativa, as empresas esperam ter crescimento no faturamento, se aproveitando da digitalização do setor e com consumidores brasileiros cada vez mais inclinados às compras de alimentos online.

“Com o retorno, melhoramos ainda mais nossa oferta no aplicativo nas principais cidades brasileiras onde o GPA (BOV:PCAR3) atua”, explica Ana Bogus, diretora global de Supermercados, Farmácias e Bebidas do unicórnio colombiano, em nota. “Os diferentes formatos de varejo que o GPA tem, como hipermercado, supermercados e lojas de proximidade, vão trazer mais diversidade de produtos e agilidade para que os produtos cheguem cada vez mais rápido ao cliente final.”

Para o GPA, a parceria atende à crescente demanda dos consumidores e da aceleração exponencial do e-commerce alimentar diante do cenário de pandemia.

“A ampliação de nossas parcerias vai dar mais robustez e fortalecer nossa posição de liderança no e-commerce alimentar no País, com um leque maior de delivery de última milha”, diz Rodrigo Pimentel, diretor de e-commerce do GPA.

Lucro dos controladores alcança 2,178 bilhões, alta de 174,9%

O GPA divulgou lucro dos acionistas controladores, base para pagamento de dividendos, alcançando R$ 2,178 bilhões em 2020, alta de 174,9% na comparação com 2019.

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4T20

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) teve lucro de R$ 1,59 bilhão no quarto trimestre, ante lucro de R$ 94 milhões em igual período de 2019.

A forte alta do resultado é, dentre outros fatores, pelo ganho de uma ação para a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins, além da melhora do resultado financeiro líquido e maior resultado da equivalência patrimonial.

Segundo o GPA, o efeito do ganho judicial na receita líquida e no lucro bruto da companhia chegou a R$ 834 milhões, descontando uma baixa de créditos fiscais referentes à MP do Bem, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

A receita do grupo varejista somou R$ 14,77 bilhões, montante 58,5% maior que o apurado no quarto trimestre de 2019. O faturamento bruto chegou a R$ 15,4 bilhões, alta de 51,4%.

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