Facebook (FB, FBOK34) esmaga as expectativas de receitas no 1º trimestre, com crescimento de 48%

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O preço das ações do Facebook (NASDAQ:FB) subiu mais de 6% nas negociações após o fechamento de quarta-feira (28), depois que a empresa divulgou seus lucros do primeiro trimestre, superando as expectativas de Wall Street para lucros e receitas.

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O Facebook também é negociado na B3 através da BDR (BOV:FBOK34).

Veja os resultados:

  • Lucro: US$ 3,30 por ação vs. US$ 2,37 por ação previsto
  • Receita: US$ 26,17 bilhões contra US$ 23,67 bilhões esperados
  • Usuários ativos diários (DAUs): 1,88 bilhão contra 1,89 bilhão previsto pelo FactSet
  • Usuários ativos mensais (MAUs): 2,85 bilhões contra 2,86 bilhões previstos pelo FactSet
  • Receita média por usuário (ARPU): US$ 9,27 contra US$ 8,40 previstos pela FactSet

A empresa registrou receita de US$ 26,17 bilhões no trimestre, um aumento de 48% em comparação com o ano anterior. O lucro líquido do Facebook cresceu 94%, para US$ 9,5 bilhões, de US$ 4,9 bilhões um ano antes.

O Facebook atribuiu o aumento significativo na receita a um aumento de 30% ano a ano no preço médio por anúncio e a um aumento de 12% no número de anúncios entregues.

A empresa também disse que espera que seus gastos de capital em 2021 fiquem na faixa de US$ 19-21 bilhões, o que representa uma queda em relação à estimativa anterior de US$ 21-23 bilhões que havia fornecido.

Nos Estados Unidos e Canadá, a base de usuários do Facebook permaneceu estável em 195 milhões de usuários ativos diários pelo segundo trimestre consecutivo. Sua base de usuários na Europa aumentou para 309 milhões de usuários ativos diários, ante 308 milhões no quarto trimestre.

Os resultados dos ganhos vêm um dia depois que o Facebook – junto com o Twitter (TWTR, TWTR34) e o Alphabet (GOOGL, GOGL34) – foram interrogados em uma audiência no Senado sobre como suas plataformas compartilham e disseminam conteúdo que pode ser interpretado como falso ou enganoso. A plataforma tem estado no centro de um debate turbulento sobre como os algoritmos de mídia social estão contribuindo para um ambiente politicamente carregado e polarizador.

Enquanto isso, uma rivalidade cada vez mais acirrada entre o Facebook e a Apple (AAPL, AAPL34) deu outro rumo, já que a última revelou recentemente uma nova tecnologia que força os aplicativos a pedir permissão aos usuários para usar seus dados. A luta agora entrou nos tribunais, com o Facebook se juntando a outras empresas na busca por ações antitruste contra a fabricante do iPhone.

Fontes: CNBC, FX empire, FX Street, Wall Street, Reuters

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