Linx (LINX3): prejuízo líquido de R$ 6,87 milhões no 1T21, queda de 24%

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A Linx teve prejuízo líquido de R$ 6,87 milhões no primeiro trimestre de 2021, queda de 24% em relação ao prejuízo em igual período de 2020.

A receita líquida nos três primeiros meses de 2021, por sua vez, teve alta de 10,6% no comparativo anual, a R$ 230,6 milhões.

O ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – foi de R$ 46,3 milhões, alta de 24% na comparação anual.

A empresa apontou que a Linx Digital alcançou participação de 14,7% na receita recorrente trimestral. O Linx Pay chegou a 13,1% de participação. Já a Linx Core avançou para 14,6%.

A companhia afirma ainda que o trimestre “foi muito difícil” no país em razão do avanço da pandemia. “Diante dessa situação, o e-commerce continuou sendo a principal alternativa para os varejistas continuarem operando com segurança, viabilizando a continuidade e até mesmo a expansão dos seus negócios”, afirma.

As despesas operacionais cresceram 15,2%, para R$ 155,1 milhões. Já as despesas gerais e administrativas somaram R$ 72,3 milhões, avanço de 10,3% entre os trimestres.

Os resultados da Linx (BOV:LINX3) referente suas operações do primeiro trimestre de 2021 foram divulgados no dia 17/05/2021. Confira o Press Release completo!

Teleconferência

Enquanto o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) avalia um recurso apresentado sobre a operação, a Linx, continua trabalhando de forma independente da credenciadora de cartões Stone, informou o executivo da empresa, Alberto Menache, em teleconferência com analistas.

A aquisição da Linx pela Stone, foi aprovada pelo Cade em 19 de março, sem restrições por R$ 6,8 bilhões. No entanto, em 7 de abril, o parecer foi objeto de recurso, que está em análise pelo Tribunal Administrativo do Cade.

“A Linx manterá os acionistas informados sobre o andamento do processo”, disse Menache. “Até que a aprovação ocorra, Linx e Stone continuarão operando de forma independente.”

VISÃO DO MERCADO

Eleven Financial 

A Linx teve um crescimento de 10,6% na receita líquida e de 26,4% de Ebtida, ambos em linhas com nossas estimativas, demonstrando tanto sua resiliência quanto a qualidade da base de clientes, somado a ganhos de alavancagem operacional. Destacamos que em 19 de março o CADE emitiu parecer técnico favorável à aquisição pela Stone, sem restrições, sendo que posteriormente, em 7 de abril, esta aprovação foi objeto de recurso e desde então o processo está sendo analisado pelo Tribunal do órgão. Com relação às operações da empresa, mais uma vez o Linx Digital se destaca, com crescimento de 56% a/a de sua receita recorrente, impulsionado principalmente pelo avanço de 109% da receita recorrente do Linx Commerce, que segue beneficiado pela tendência de digitalização do varejo.

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