ADVFN Logo ADVFN

Não encontramos resultados para:
Verifique se escreveu corretamente ou tente ampliar sua busca.

Tendências Agora

Rankings

Parece que você não está logado.
Clique no botão abaixo para fazer login e ver seu histórico recente.

Hot Features

Registration Strip Icon for pro Negocie como um profissional: Aproveite discussões em tempo real e ideias que movimentam o mercado para superar a concorrência.

Magalu (MGLU3): lucro líquido ajustado de R$ 81,5 milhões no 1T21, revertendo prejuízo

LinkedIn

O Magazine Luiza reverteu o prejuízo visto no primeiro trimestre de 2020 e registrou lucro líquido ajustado de R$ 81,5 milhões no primeiro trimestre de 2021.

Magalu apresentou lucro líquido de R$ 258,6 milhões no primeiro trimestre de 2021, alta de 739,7% ante o mesmo período de 2020. O número, porém, foi beneficiado por receitas e despesas não recorrentes, incluindo ganhos relacionados à reversão de provisões tributárias.

A receita líquida nos três primeiros meses do ano teve avanço de 57,7% na mesma comparação, somando R$ 8,525 bilhões.

O ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – ajustado do período foi de R$ 427,2 milhões, alta de 56% em base de comparação anual.

As vendas totais, que incluem vendas nas lojas físicas, e-commerce e marketplace, totalizaram R$ 12,472 bilhões nos primeiros tres meses do ano, um avanço de 62,8% frente ao mesmo período do ano anterior.

As vendas no conceito mesmas lojas físicas ficaram negativas em 0,5% no trimestre, uma melhora frente a queda de 4,5% vistas no mesmo período do ano anterior. As vendas totais em lojas físicas tiveram crescimento de 3,7%, enquanto as vendas totais pela internet registraram crescimento de 114,4% no período, frente a um crescimento de 72,6% no mesmo intervalo de 2020 .

Os resultados da Magazine Luiza (BOV:MGLU3) referente suas operações do primeiro trimestre de 2021 foram divulgados no dia 13/05/2021. Confira o Press Release completo!

VISÃO DO MERCADO

Credit Suisse

O Credit Suisse afirmou que o Magazine Luiza apresentou bons resultados ontem, referentes ao primeiro trimestre, combinando forte crescimento e com uma dinâmica saudável de margem Ebitda.

As vendas brutas totais (GMV) reportadas e a receita líquida aumentaram 63% e 58% ao ano, respectivamente, números que já eram esperados pelo mercado, segundo o banco. Do ponto de vista da lucratividade, a margem bruta mais fraca, em 25,1% (queda de 2 pontos percentuais) devido à maior participação do comércio eletrônico de venda direta no mix de vendas — foi quase totalmente compensada pela diluição dos custos, levando para uma margem Ebitda ajustada de 5,2%.

O lucro líquido foi de R$ 81 milhões acima do Credit Suisse, que projetava R$ 61 milhões. Embora forte, o banco espera que a ação da Magalu tenha uma reação neutra no pregão de hoje, uma vez que as expectativas foram altas.

Segundo o banco, a rede logística do Magazine Luiza melhorou significativamente nos últimos trimestres, apesar dos desafios impostos pela pandemia da Covid-19. No primeiro tri, 51% dos pedidos de venda direta foram entregues em 24 horas e 70% em 48 horas. O principal objetivo de 2021 é aumentar o uso da logística da própria Magalu no segmento de mercado.

“Os números já são animadores, considerando que 40% dos pedidos de marketplace já são coletados e despachados pela Magalu. Se a empresa provar ser capaz de escalar este serviço, isso pode ser uma virada de jogo para melhorar as taxas de conversão de vendas, provavelmente suportando um crescimento mais forte”, aponta.

Para o Credit Suisse, as ações das empresas de comércio eletrônico foram as estrelas que brilharam em 2020, mas perderam força em 2021, conforme as carteiras foram ajustadas para empresas com mais potencial de valorização, como commodities, e com alguns investidores acreditando que há desafios para continuar crescendo nos próximos trimestres, tendo em vista o desempenho estelar dos últimos ano.

Neste estágio, o banco acredita que as vendas mesmas lojas podem ser mais difíceis daqui para frente e parecem já estar precificadas.

“Portanto, a partir dessa perspectiva, não deve ser suficiente para desencadear uma nova redução da recomendação das ações de comércio eletrônico. Os fundamentos de longo prazo permanecem intactos, o que nos faz acreditar que os níveis atuais podem ser um ponto de entrada interessante para os investidores com um horizonte de investimento de longo prazo. Nesse sentido, o Magazine Luiza é um bom veículo para surfar essa tendência”, completa.

Credit Suisse tem recomendação neutra com preço-alvo em R$ 24,97.

Deixe um comentário