Hapvida recebe autorização da ANS para combinação de negócios com a Notre Dame

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A Hapvida recebeu, ofício da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com o deferimento do pedido de autorização para a assunção do controle societário indireto das operadoras de planos de assistência à saúde que compõem o Grupo Notre Dame Intermédica (BOV:GNDI3).

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:HAPV3) nesta sexta-feira (18). Saiba mais…

A Companhia informa, ainda, que protocolou ato de concentração ordinário em 16 de junho de 2021 junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A conclusão da operação de combinação de negócios com a GNDI está sujeita à apreciação e aprovação pelo Cade.

VISÃO DO MERCADO

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Apesar incorporação que a Notre Dame Intermédica fará na Hapvida ser considerado um dos mais significativos do setor, que é ainda bastante pulverizado. Todas as atenções estão voltadas para a decisão do Cade.

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Os analistas Vitor Pini e Matheus Soares acreditam que as duas operadoras de saúde devem continuar consolidando o mercado e devem ter normalização nas margens em 2022. Eles também destacam que a fusão entre as companhias deve gerar sinergias em R$ 1,2 bilhão, o que deixa o preço dos papéis atrativo.

“A sinistralidade de NotreDame deve atingir 74% em 2021 e Hapvida 61% (até +4,7 ponto percentual ano a ano). No entanto, à medida que o processo de vacinação evolui e a demanda reprimida por procedimentos eletivos diminui, acreditamos que a sinistralidade comece a diminuir em 2022”, diz o relatório.

Na projeção da casa de investimentos, os beneficiários da NotreDame devem crescer 16,3% em 2021, enquanto os de Hapvida vão aumentar 15,8%, devido à integração dos ativos adquiridos recentemente aliada ao potencial de crescimento orgânico.

Os analistas citam a expansão de NotreDame no Sul e o aumento de capital recente de Hapvida como sinais que o crescimento inorgânico também deve se manter.

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Lucro líquido de R$ 151,8 milhões no 1T21, queda de 7,7%

Hapvida registrou lucro líquido de R$ 151,8 milhões no primeiro trimestre de 2021, queda de 7,7% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

O lucro atribuível aos sócios controladores da operadora de planos de saúde Hapvida caiu 8,7% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 150,2 milhões, ante o mesmo intervalo do ano passado.

A empresa de saúde Hapvida teve aumento das receitas no primeiro trimestre, diante de aquisições e aumento de preços, mas seu lucro caiu refletindo despesas maiores com internações pela Covid-19.

No trimestre, a receita líquida alcançou R$ 2,323 bilhões, 11,8% maior que o visto no mesmo período do ano anterior, com adição de 477 mil beneficiários de saúde e odonto e aumento dos tickets médios.

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