Modalmais aprova programa de recompra de units da companhia para manter em tesouraria

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O Conselho de Administração do Banco Modalmais aprovou um programa de recompra de units da companhia, que representam uma ação ordinária e duas ações preferenciais, para manter em tesouraria.

O comunicado foi feito pela empresa  (BOV:MODL3) (BOV:MODL4) (BOV:MODL11) nesta segunda-feira (28).

O banco poderá adquirir até 10.400.498 ações, que representam até 10% dos papéis em circulação e a até 4,43% da totalidade das ações emitidas pelo Banco.

A aquisição será feita na B3 a preços de mercado, entre esta segunda-feira e 28 de junho de 2022.

Os recursos para a recompra de units virão da na conta de reserva de capital, que somava em 31 de março R$ 278,732 milhões.

Segundo a companhia, o objetivo é maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital e garantir maior retorno financeiro, uma vez que as Units são retiradas de circulação e o montante destinado aos dividendos e juros sobre o capital próprio passam a ser distribuídos para uma quantidade menor de Units.

Modalmais (MODL11): lucro líquido de R$ 24 milhões no primeiro balanço divulgado pós IPO

Na primeira demonstração divulgada após a abertura de capital, o banco digital Modalmais registrou lucro líquido ajustado de R$ 24 milhões, ante um resultado de R$ 3,2 milhões no mesmo intervalo do ano passado. A margem líquida chegou a 19,3%.

As units da plataforma de investimentos estrearam na B3 em 30 de abril.

receita líquida de R$ 124,5 milhões, com alta de 79,8% em relação ao primeiro trimestre de 2020. O retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 16%, ante 3,8% de um ano atrás.

Houve ainda um aumento de 52,2% nas receitas de prestação de serviços, para R$ 61,0 milhões. O resultado bruto da intermediação financeira praticamente dobrou, a R$ 120,3 milhões.

Entre os documentos enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Modalmais informou ter sido homologado o seu aumento de capital pelo Banco Central.

Ao fim de março, a instituição tinha R$ 19,6 bilhões em ativos sob custódia, um incremento de 82,3% na comparação anual. Só o varejo respondia por R$ 11,1 bilhões desse bolo, com alta de 127,8% em 12 meses. A base total tinha quase 400 mil clientes ativos – com 1,3 milhão cadastrados.

(informação Broadcast)

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