MRV: Dynamo reduz participação nas ações ON da empresa para 4,08%

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MRV Engenharia e Participações recebeu correspondência da Dynamo Administração de Recursos  e da Dynamo Internacional Gestão de Recursos, notificando sobre a alienação de participação acionária relevante na Companhia, conforme Anexo I.

O comunicado foi feito pela empresa  (BOV:MRVE3), nesta segunda-feira (07). Confira o comunicado na íntegra.

A Dynamo informa que, no dia 04 de junho de 2021, o conjunto de fundos administrados e/ou geridos por ela passou a deter 19.682.378 ações, equivalentes a 4,08% das ações ordinárias de emissão da Companhia.

MRV (MRVE3): lucro líquido de R$ 137 milhões, alta de 30,9% refletindo boom imobiliário

A MRV Engenharia registrou lucro líquido de R$ 137 milhões no primeiro trimestre de 2021, 30,9% maior que o visto no mesmo período do ano anterior, refletindo o boom do mercado imobiliário no Brasil com taxas de juros em mínimas recordes, mas a companhia teve maior consumo de caixa porque estocou matéria-prima para se proteger da inflação.

receita operacional líquida avançou 5,9% na mesma base de comparação, para R$ 1,6 bilhão.

ebitda  – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – somou R$ 211 milhões no trimestre, alta de 4,2% ante o mesmo período de 2020.

A companhia também segue empenhada em expandir suas operações em todas as linhas de negócios. No primeiro trimestre, o percentual das vendas que contaram com o financiamento do FGTS, que engloba quase a totalidade das vendas ao programa habitacional Casa Verde Amarela (antigo Minha Casa, Minha Vida), representou 78% do total (R$ 5,8 bilhões) da MRV nos ultimos 12 meses.

A MRV havia anunciado em abril salto de 58% nos lançamentos nos primeiros três meses de 2021, mas queda de 3,2% das vendas no comparativo anual, com atrasos em alguns repasses da Caixa Econômica Federal, item que também pesou na geração de caixa, negativa em R$ 384 milhões, contra um número também deficitário de R$ 328 milhões um ano antes.

Além dos atrasos da Caixa, essa linha do resultado refletiu despesas maiores das unidades em desenvolvimento Urba e AHS, além da decisão da MRV de elevar estoques de matéria prima.

“Dado o atual cenário de inflação de materiais na construção civil, a companhia optou por antecipar a compra e estocar parte da matéria prima necessária para a construção de suas obras, de modo a garantir o preço e evitar interrupções no fornecimento”, afirmou a empresa no relatório.

No período, a geração de caixa da MRV ficou negativa em R$ 384 milhões, explicado por compra antecipada de materiais e pelo pior desempenho dos repasses nos primeiros meses do primeiro trimestre.

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