Banrisul: Conselho aprova início de processo de capitalização da unidade de cartões

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O Conselho de Administração do Banrisul  aprovou a proposta da diretoria para que seja iniciado o processo visando a implementação de uma operação estratégica tendo por objeto o segmento de negócio de meios de pagamento e cartões, consolidado na sua controlada Banrisul Cartões.

O fato relevante foi feito pela empresa  (BOV:BRSR3) (BOV:BRSR5) (BOV:BRSR6),  nesta quarta-feira (14). Confira o comunicado na íntegra.

Conforme recomendação do Banco J. P. Morgan, assessor financeiro contratado pelo Banrisul, a operação poderá envolver a alienação de ações de emissão da Banrisul Cartões, inclusive representativas do seu controle acionário, e poderá ser realizada por meio de aumento de capital a ser subscrito por terceiros, alienação primária de ações de emissão do Banrisul Cartões, operações de fusão, cisão, incorporação, incorporação de ações, combinação de negócios, joint ventures, alienação de ativos, acordos comerciais, em uma única operação ou em uma série de operações e outras estruturas jurídicas e financeiras a serem estabelecidas.

O conselho de administração autorizou o J. P. Morgan a tomar todas as medidas e providências necessárias para a identificação de potenciais investidores e/ou parceiros estratégicos que possam vir a ser convidados para participar do processo de seleção organizado para a eventual implementação da operação.

“A efetiva execução da operação está sujeita à posterior definição, pelo conselho de administração do Banrisul, da estrutura financeira e jurídica final e do potencial investidor e/ou parceiro estratégico selecionado, assim como à obtenção das aprovações legais e regulatórias aplicáveis, incluindo o Banco Central do Brasil e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica”, destacou o banco gaúcho no fato relevante.

 

A empresa pretende divulgar os resultados do 2T21 no dia 12 de Agosto

Lucro líquido de R$ 278,9 milhões no 1T21, alta de 8,3%

Banrisul registrou, no primeiro trimestre de 2021, lucro líquido de R$ 278,9 milhões, 8,3% acima do registrado no mesmo período de 2020, e rentabilidade anualizada de 13,2% sobre o patrimônio líquido médio. O desempenho do período reflete o menor fluxo de despesa de provisão para perdas de crédito, o crescimento da carteira de crédito rural e a redução das despesas administrativas.

Destaca-se, também, a ampliação da agenda ESG – Environmental, Social and Governance (em português, ASG – Ambiental, Social e de Governança).

O patrimônio líquido alcançou R$ 8,6 bilhões em março de 2021, aumento de R$ 512,2 milhões ou 6,3% em 12 meses.

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