BR Distribuidora: fundos de investimento e estrangeiros predominam em oferta da Petrobras

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Os Fundos de Investimento ficaram com a maior parcela da oferta de ações da BR Distribuidora detidas pela Petrobras realizada no último dia 30 na B3. Eles compraram 251.630.490 ações, o equivalente a 57,6% do total ofertado, de 436.875.000 ações.

O comunicado foi feito pela companhia (BOV:BRDT3), na segunda-feira (05). Confira o documento na íntegra.

Os investidores estrangeiros aparecem em segundo lugar, com 149.058.368 ações, seguidos por investidores pessoas físicas, com 26.456.056 papéis.

A operação, a maior realizada neste ano até aqui, foi precificada a R$ 26, movimentando R$ 11,358 bilhões. Por ser uma oferta secundária, os recursos vão para o acionista vendedor dos papéis, ou seja, a Petrobras.

A oferta veio para encerrar um processo de venda das ações da BR que começou há cerca de quatro anos. A privatização de fato da empresa ocorreu em 2019, quando a petroleira deixou o controle do negócio.

A operação teve o Banco Morgan Stanley (Coordenador Líder), além de Bank of America, Citigroup Brasil, Goldman Sachs, Banco Itaú BBA, Banco JPMorgan e XP Investimentos.

BR Distribuidora (BRDT3): lucro líquido de R$ 492 milhões no 1T21, avanço de 110,3%

BR Distribuidora registrou lucro líquido de R$ 492 milhões no primeiro trimestre de 2021, avanço de 110,3% na comparação anual.

receita líquida nos três primeiros meses do ano atingiu R$ 26,133 bilhões, o que equivale a uma alta de 23,3%, em comparação com o primeiro trimestre de 2020 e de 7,6% em comparação com o último trimestre do ano passado.

ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – ajustado ficou em R$ 1,182 bilhão entre janeiro e março desse ano, ante R$ 545 milhões anotados no mesmo período em 2020. A margem Ebitda ajustada, por sua vez, passou de 2,6% no primeiro trimestre do ano passado, para 4,5% no primeiro trimestre desse ano.

Informação Broadcast

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