Credit Suisse acredita que Dexco será uma das principais beneficiadas do ciclo de alta da construção civil

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O Credit Suisse acredita que a Dexco (ex-Duratex) será uma das principais beneficiadas do ciclo de alta de vários anos da atividade de construção civil no Brasil.

O projeto DWP da Dexco, que inicia em 2022, deve contribuir para um valor presente líquido adicional de R$ 2 a R$ 2,50 por ação, valor que o Credit acredita ainda não ter sido precificado.

“Finalmente, a alavancagem está atualmente baixa em 1,2 vez a relação dívida/ebitda e vemos cair para 0,8 vez até o fim de 2021, o que deve manter o balanço da empresa confortável para seu ciclo de investimento de R$ 2,5 bilhões”, diz o relatório.

A Duratex (BOV:DTEX3) anunciou ontem, que está mudando sua marca para Dexco e começará a negociar sob o novo ticker DXCO3 a partir de 19 de agosto.

Com a Dexco e a promessa da nova marca de Viver Ambientes, a companhia também dá um passo importante na aproximação com seus clientes e consumidores. Ainda, na presente data, em evento público, a Companhia anunciou seu plano de investimentos adicionais para os próximos três anos, no valor de aproximadamente R$ 2,5 bilhões em diversos projetos. A companhia irá investir aproximadamente R$ 500,0 milhões, focando na estratégia de se tornar cada vez mais competitiva em custos.

Na Divisão Deca serão investidos mais de R$ 1,1 bilhão, dos quais cerca de R$ 600,0 milhões serão investidos na expansão das unidades de metais, proporcionando um aumento de 35% de sua capacidade de produção.

Também serão investidos aproximadamente R$ 550,0 milhões na expansão e automação da produção de louças sanitárias, o que incrementará sua capacidade em 30%. Com estes investimentos, a Deca com tecnologia, design e exclusividade, priorizará produtos de maior valor agregado.

Na Divisão de Revestimentos Cerâmicos serão investidos aproximadamente R$ 620 milhões, sendo R$ 600 milhões destinados à construção de uma nova unidade fabril na cidade de Botucatu (SP).

Além disso, a Dexco também está investindo em uma empresa brasileira chamada ABC, uma varejista de materiais de construção e também está reservando R$ 100 milhões para seu novo fundo de capital de risco.

O banco manteve a recomendação de compra para a ação e o preço-alvo em R$ 27,00.

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