Neoenergia: total de energia distribuída no 2TRI cresce 11% na comparação anual, para 18.702 GWh

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A Neoenergia divulgou as informações prévias e não auditadas referentes ao mercado de energia elétrica do segundo trimestre de 2021, dentro dos segmentos de atuação da empresa.

O comunicado foi feito pela companhia (BOV:NEOE3), na quarta-feira (07). Confira o documento na íntegra.
As distribuidoras da Neoenergia cresceram 11% na relação com o segundo trimestre do ano passado, e 6,85% na comparação com o primeiro semestre do ano passado, “confirmando a recuperação do mercado em suas áreas de concessão”.

No caso da geração eólica, ficou conforme programado, acima de 97% e, no 2T21 em linha com o 2T20. Além disso, ampliou em 23,54% em relação ao primeiro semestre de 2020, “por maior recurso eólico”.

A geração térmica foi 531% maior no 2T21 em relação ao 2T20, e 20,02% no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2020.

Neoenergia (NEOE3): lucro líquido de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre, alta de 75%

A elétrica Neoenergia, controlada pela espanhola Iberdrola, registrou lucro líquido de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre, alta de 75% ante o mesmo período do ano passado.

O grupo Neoenergia atingiu a marca de 15,5 milhões de clientes depois da incorporação, em março, da distribuidora da Companhia Energética de Brasília (CEB). A empresa venceu o leilão de privatização da CEB em dezembro, com uma oferta de R$ 2,5 bilhões.

A distribuidora, que tem mais de 1,1 milhão de clientes, passou a se chamar Neoenergia Distribuição Brasília e agora faz parte do grupo que também controla a distribuidoras Coelba (BA), Cosern (RN), Celpe (PE) e Elektro (SP). A Neoenergia atua ainda na geração, comercialização e transmissão de energia elétrica.

receita operacional líquida foi de R$ 8,58 bilhões, alta de 27% versus um ano antes.

Ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – alcançou R$ 2,3 bilhões, com alta de 50% na mesma comparação.

Entre janeiro e março, a Neoenergia investiu R$ 1,8 bilhão, crescimento de 89% ante o primeiro trimestre de 2020. Segundo a companhia, foram investidos R$ 416 milhões em energia renovável, “um dos principais caminhos que a empresa acredita ser promissor para o futuro”.

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