Santos Brasil esclarece que "inexiste instrumento vinculante para combinação de operações com Rumo"

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A Santos Brasil em cumprimento à regulação vigente, e em atenção à reportagem intitulada “Exclusivo: Rumo e Santos Brasil avaliam unir operações portuárias, dizem fontes”, publicada na presente data pelo periódico Valor Econômico, informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que, constante e regularmente, avalia oportunidades de negócio ou parcerias comerciais e estratégicas diversas, fiel ao seu plano de negócios e de crescimento.

O comunicado foi feito pela companhia (BOV:STBP3), nesta quinta-feira (01). Confira o documento na íntegra.

Em relação aos eventos mencionados na reportagem, a Companhia ainda esclarece que inexiste instrumento vinculante sobre a eventual operação citada na matéria.

Por fim, a Companhia informa que manterá os seus acionistas e o mercado em geral devidamente informados e atualizados, conforme novos fatos relevantes se sucedam

Santos Brasil (STBP3): lucro líquido de R$ 30,9 milhões no 1T21, revertendo prejuízo

A Santos Brasil registrou lucro líquido de R$30,9 milhões no 1T21, revertendo o prejuízo líquido de R$13,3 milhões no 1T20.

receita líquida consolidada da Santos Brasil somou R$314,6 milhões no 1T21, crescimento de 40,6% em relação ao 1T20, em especial, puxada pelo acentuado crescimento no volume de movimentação de contêineres nos terminais portuários;

ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – de R$106,1 milhões no 1T21, 175,6% superior ao 1T20, com margem de 33,7%. A maior contribuição ao crescimento do ebitda é oriunda das operações do Tecon Santos. Em base recorrente, o ebtida foi de aproximadamente R$100 milhões, crescimento de 174,7%, com margem de 31,7%;

No terminal de contêineres em Santos, principal negócio do grupo, a movimentação teve alta de 22% no trimestre, com um total de 285 mil contêineres movimentados. O crescimento foi impulsionado tanto pelas exportações, que seguiram fortes, quanto pelas importações, que vêm em alta desde o fim de 2020, quando indústria e varejo passaram a repor seus estoques com maior intensidade. Em seu relatório, a companhia destacou as importações dos setores automobilístico, químico, farmacêutico e de bens consumo.

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