Vale recebe termo de desinterdição da ANM para operação de beneficiamento no site Fábrica

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A Vale recebeu o termo de desinterdição da Agência Nacional de Mineração (ANM) para a operação definitiva das plantas de beneficiamento, pelotização e lavra na Área 15, no site Fábrica, no município de Ouro Preto (MG).

O comunicado foi feito pela mineradora (BOV:VALE3) na sexta-feira (23).

Segundo fato relevante, desde abril, a unidade operava via processamento a úmido, em regime de testes, de modo a avaliar impactos geotécnicos destas operações nas estruturas próximas ao site. “Os testes, sob a supervisão e com a anuência dos órgãos reguladores e auditores externos, não detectaram incremento de risco às estruturas”, aponta a empresa.

De acordo com a mineradora, a retomada do processamento a úmido em Fábrica permite a manutenção da produção próxima a capacidade nominal de 6 milhões de toneladas por ano (Mtpa) da planta de beneficiamento, além de garantir uma melhora na qualidade média do portfólio de produtos da Vale e maior flexibilidade operacional.

“A Vale optou por manter, neste momento, inativa a operação de pelotização tendo em vista algumas restrições operacionais, tais como acesso a certas frentes de lavras e a interdição de detonações, o que impactam a qualidade adequada para a produção pellet feed (fino do minério de ferro)”, conclui a empresa.

A Vale pretende divulgar os resultados do 2T21 no dia 28 de julho.

Vale supera estimativa e registra lucro de US$ 5,546 bilhões no primeiro trimestre de 2021, alta de 2.220%

mineradora Vale registrou lucro líquido de US$ 5,546 bilhões, 2.220% em relação aos US$ 239 milhões do mesmo período de 2020. No trimestre anterior, a mineradora havia registrado ganhos de US$ 739 milhões.

Em reais, o lucro somou R$ 30,564 bilhões no primeiro, ante R$ 984 milhões no mesmo período de 2020.

Segundo a empresa, o lucro ficou acima principalmente devido a (a) despesas de Brumadinho, (b) encargos de impairment nos ativos dos negócios de Níquel e Carvão, ambos no 4T20, e (c) maior resultado financeiro, apesar do impacto da desvalorização cambial do Real em 9,6% na marcação a mercado de nossas posições de derivativos. Esses efeitos foram parcialmente compensados pelo menor EBITDA ajustado proforma.

 

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