Eletrobras aprova PNDG 2021-2025 da estatal, que prevê investimentos na ordem de R$ 41,102 milhões

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O conselho de administração da Eletrobras aprovou o Plano de Negócios e Gestão (PNDG) 2021-2025 da estatal, que prevê investimentos na ordem de R$ 41,102 milhões no período.

O comunicado foi feito pela companhia (BOV:ELET3) (BOV:ELET5) (BOV:ELET6) na sexta-feira (30).

Deste total, R$ 26,142 milhões serão na área de geração, R$ 10,167 milhões em transmissão, R$ 1,969 milhão em outras áreas e R$ 2,823 milhões nas Sociedades de Propósito Específico (SPEs).

Entre as medidas previstas está a avaliação de oportunidades para efetuar a gestão dos passivos provenientes de dívidas do Sistema Eletrobras, buscando potenciais reduções e otimizações no custo médio e nos prazos da dívida existente.

A empresa também prevê o aprimoramento da metodologia de priorização de investimentos, possibilitando a melhor alocação de capital e resultando na otimização de portfólio, além da avaliação e implementação de alternativas de capitalização da empresa, prioritariamente através do Projeto de Lei 5.877/2019, que trata da privatização da Eletrobras.

O PNDG 2021-2025 ainda estabelece que a empresa deve continuar o processo de racionalização em SPEs através da alienação, incorporação, permuta, reestruturações societárias, aquisições e encerramento de ativos.

Além disso, a companhia deverá buscar sinergias econômico-financeiras e societárias entre as empresas do grupo, por meio da reestruturação societária da Eletronorte e da Amazonas GT.

A empresa pretende divulgar os resultados do 2T21 no dia 11 de agosto.

Lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no 1T21, alta de 31%

Eletrobras fechou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 1,609 bilhão, uma alta de 31% frente aos R$ 1,228 bilhão de igual período do ano passado.

Segundo a estatal, o lucro do primeiro trimestre sofreu o impacto positivo dos resultados da transmissão, em decorrência da Revisão Tarifária Periódica com efeitos a partir de julho de 2020.

O resultado da última linha do balanço poderia ser ainda melhor se não fosse pelas provisões para contingências de R$ 932 milhões, com destaque para R$ 436 milhões relativos às contingências judiciais que discutem a correção monetária de empréstimo compulsório.

A receita operacional líquida atingiu R$ 8,208 bilhões no período, 8% superior ao mesmo trimestre do ano anterior. A receita operacional líquida recorrente, que engloba receita do Procel, registrou alta 8% e somou R$ 8,200 bilhões na mesma base de comparação.

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